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Angola: Executivo quer acabar com as injustiças na Protecção Social Obrigatória e garantir melhores condições para todos aposentados

Angola: Executivo quer acabar com as injustiças na Protecção Social Obrigatória e garantir melhores condições para todos aposentados

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Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias anunicou, em 10 de setembro de 2026, na província do Huambo, o fim das injustiças no sistema de Protecção Social Obrigatória e defendeu a inclusão de todos angolanos que exercem qualquer tipo de actividade, sejam elas as mais duras, informais e sem visibilidade no Sistema Económico.

A ministra do MAPTSS falava durante o lançamento do projecto de Alargamento da da Cobertura da Protecção Social Obrigatória e da Rede de Mediadores da Segurança Social, promovido pelo Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), que contou com o testemunho do governador do Huambo, Pereira Alfredo e do Presidente do Conselho de Administração do INSS, Anselmo Monteiro, PCE do Banco de Negócios Internacional, José Carlos Burity (BNI), director-geral do Instituto Nacional de Desenvolvimento Agrário (IDA), Felismino da Costa.

Teresa Rodrigues Dias espera que esse projecto marque o início de uma nova fase na relação entre o Estado e os seus trabalhadores, estabelecendo uma relação de maior proximidade, confiança e, acima de tudo, justiça, onde ninguém, que mesmo tendo trabalhado longe dos escritórios e das fábricas, não fica esquecido pelo país que dedicou toda a sua força e juventude, após a reforma.

A ministra fez uma análise de que é preciso imaginar uma mãe, pai, tio ou avô, que cria uma pessoa com o suor do seu trabalho, através da lavra, mercado, a cozinhar em casa alheia, mas essa pessoa que trabalhou a vida inteira, em 10 de setembro de 2026 está sem forças para trabalhar, e não beneficia da Segurança Social, porque nunca ninguém lhes falou sobre o direito de contribuir.

“Não devemos esquecer que a Constituição da República de Angola, consagra a protecção social como um direito de todos os trabalhadores e não apenas àqueles que estão num emprego formal, numa empresa registada, com contrato e um salário certo, no fim do mês”, alertou.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.