Ministro do Turismo será o patrono da 80ª Festa das Flores de Joinville

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EVENTO
Festa representa forte estímulo ao fluxo turístico regional. De 13 a 18 de novembro, evento levará mais de 100 mil visitantes à cidade

Ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, é recebido pelo prefeito de Joinville (SC), Udo Döhler. Foto: Jaksson Zanco/Prefeitura de Joinville
O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, recebeu oficialmente do prefeito de Joinville (SC), Udo Döhler, o convite para ser o patrono da 80ª edição da Festa das Flores. O evento acontece de 13 a 18 de novembro e reúne cerca de 100 mil visitantes.
Lummertz afirmou que é uma honra estar à frente de um evento com 80 anos de história. “A festa é um momento emblemático para Joinville, pois tem a tradição de ser realizada desde 1936 e, ao mesmo tempo, incorpora novidades anualmente, com uma programação que aproxima diversos públicos. É esse perfil que transforma o evento em um grande gerador de renda, turismo e negócios para a região”, ressaltou.
O público do evento – reconhecido como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Santa Catarina – é formado por famílias, empreendedores do segmento, clientes da feira multissetorial, apaixonados por flores, paisagistas, profissionais e estudiosos da área, além de interessados em oficinas de cultivo, concurso de jardins e mercado de plantas. Entretenimento e gastronomia também têm forte apelo na programação da festa, que é realizada pela Agremiação Joinvilense de Amadores de Orquídeas (AJAO) em parceria com a prefeitura no Complexo Expoville.
NOVA MARCA TURÍSTICA – No fim da tarde, o ministro e o prefeito também se reuniram com a diretoria da Associação Empresarial do município para tratar de estratégias de posicionamento de marca e promoção da cidade como destino de lazer.
A criação de uma marca turística para Joinville foi abordada pelo consultor de marketing Ricardo Sapiro, que apresentou diretrizes e um possível caminho para se discutir estratégias de branding para a cidade. Ele afirmou que o destino tem importantes referências para reposicionar a marca da antiga “cidade das flores” como a “cidade da cultura e da dança”.
“A origem alemã, com o empreendedorismo industrial, a austeridade e gastronomia preparada para o turista; o fato de ser um polo industrial, que reúne atributos de pioneirismo e inovação em ampla gama de empresas e setores, se consolidando como importante contribuinte da economia de SC; e a urbanidade acolhedora, que a credencia para ser uma cidade das flores, das bicicletas e patins, dando essa ideia de mobilidade e agradável convivência coletiva”, resumiu o consultor.
Ele também falou do potencial cultural vibrante de Joinville, internacionalmente reconhecida por sediar a única escola Bolshoi fora da Rússia e o festival de dança que já é o maior da América Latina.
Na ocasião, o coordenador-geral de Planejamento do Turismo do MTur, Eduardo Madeira, também apresentou aos empresários locais o programa Prodetur+Turismo, linha de crédito que já conta com R$ 3 bilhões em análise. Trinta e um projetos são de Santa Catarina.
Consultor Ricardo Sapiro apresenta diretrizes para a criação da nova marca turísitica de Joinville. Foto: Jaksson Zanco/Prefeitura de Joinville

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Apresentação da 2.ª edição do Projeto «Engenheiras Por Um Dia»

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A nova edição do Projeto Engenheiras Por Um Dia vai ser apresentada na próxima quarta-feira, dia 17 de outubro, pelas 11h00 no NewsMuseum, em Sintra, com a presença da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro.

Este projeto promovido pelo Governo está integrado na Estratégia Nacional para a Igualdade e Não Discriminação Portugal + Igual e centra-se no combate e prevenção da intensificação da segregação das ocupações profissionais em razão do sexo e, em especial, na ausência das mulheres das áreas de engenharia e tecnologias. Deste modo, é objetivo central do projeto promover as áreas da engenharia e tecnologia junto das jovens que frequentam o 3.º ciclo do ensino básico e ensino secundário.

 

Feito o balanço da 1.ª edição que envolveu de forma direta 400 alunas e alunos, dá-se continuidade ao projeto com o seu alargamento a 25 escolas de todo o território nacional e com a adesão de 9 novas instituições de ensino superior (Universidade do Minho, Universidade Atlântica, Universidade Lusíada – Vila Nova Famalicão, Universidade do Porto, Universidade Nova de Lisboa, Universidade Beira Interior, Universidade de Coimbra, Universidade Évora e Universidade Algarve) e cerca de 20 empresas e outras entidades (entre as quais a EDP, Siemens, Microsoft, IBM, Ikea, NOS, Ericsson, Infraestruturas de Portugal, L´Oréal, Altran, Vodafone e Repsol).

A coordenação técnica do projeto, a cargo da Comissão para a Cidadania e a Igualdade e de Género (CIG), conta com parceria do Instituto Superior Técnico, da Ordem dos Engenheiros e da Carta Portuguesa para a Diversidade.

Local: NewsMuseum, Rua Visconde de Monserrate, n.º26, 2710-591 Sintra

Orçamento do Estado para 2019 marcado por crescimento inclusivo e sustentado

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O Ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou que o Orçamento do Estado para 2019 tem um «enquadramento macroeconómico que se continua a caracterizar por um crescimento inclusivo e sustentado» após 19 trimestres de crescimento.

Na apresentação do Orçamento do Estado para 2019, em Lisboa, o Ministro destacou que Portugal vai atingir no próximo ano um saldo orçamental muito próprio do equilíbrio, com um valor abaixo dos 0,2%, e que continuará a promover um «crescimento equilibrado, robusto e sustentável», marcado por aumentos da produtividade e dos salários e por um crescimento económico com convergência com a zona euro.

«O Orçamento do Estado para 2019 promove uma trajetória de consolidação orçamental, com menos défice orçamental, mais poupança e menos dívida», acrescentou Mário Centeno, sublinhando que o investimento público vai voltar a crescer e atingir 2,3% do PIB.

O Ministro realçou que o crescimento em 2019 será inclusivo porque continuará a ter origem no mercado de trabalho, uma vez que «os portugueses têm mais e melhores oportunidades no mercado de trabalho», depois da criação de 377 500 postos de trabalho desde o início da legislatura e da redução da taxa de desemprego de 12,4% em 2015 para 6,3% em 2019.

Credibilidade da política orçamental portuguesa

Mário Centeno destacou que o Governo tem cumprido os objetivos que estavam definidos no início da legislatura e que os bons resultados alcançados em todos os indicadores – economia, mercado de trabalho e orçamentais – permitiram «uma extraordinária redução dos custos de financiamento na economia portuguesa, beneficiando famílias, empresas e o Estado».

«O cumprimento das metas a que nos propusemos e a credibilidade que trouxemos à política orçamental portuguesa» foram essenciais para que a confiança em Portugal nos mercados internacionais «esteja em níveis máximos deste século».

O Orçamento do Estado para 2019 «é um exercício de escolhas que têm como objetivo o reforço do crescimento económico e a convergência com a União Europeia, conjugados com o equilíbrio das contas públicas», disse o Ministro, acrescentando a previsão de que a dívida pública será reduzida para 118,5% do PIB, comparada com os mais de 128% que se registavam em 2015.

Medidas para as famílias e prestações sociais

O Ministro das Finanças referiu que o Orçamento do Estado para 2019 «finaliza a reforma do IRS iniciada em 2018, aumenta o mínimo de existência e traz mais proteção social», destacando a importância do desenvolvimento da Prestação Social para a Inclusão, «especialmente efetiva e virada para a redução da pobreza daqueles que mais dificuldade têm na sua inclusão na economia e sociedade».

No conjunto das propostas, o Orçamento prevê uma redução superior a mil milhões de euros no IRS e um aumento do conjunto de prestações sociais superior a 3500 milhões de euros.
Mário Centeno destacou ainda medidas como o reforço do abono de família e os incentivos à habitação, com programas como o Primeiro Direito.

Estabilidade fiscal para as empresas e condições de financiamento

«Estabilidade fiscal e melhores condições para as empresas cumprirem as suas obrigações fiscais» são as principais prioridades do Orçamento do Estado no capítulo das empresas, com Mário Centeno a destacar a dispensa da obrigatoriedade de entrega do Pagamento Especial por Conta.

Há ainda medidas «muito significativas na valorização do interior», como a redução da taxa do IRC como contrapartida da criação de emprego no interior.

«As empresas mais pequenas têm também espaço no Orçamento do Estado, com o reforço dos incentivos à capitalização e reinvestimento de lucros», acrescentou Mário Centeno, sublinhando o impacto muito significativo que a capitalização interna das empresas teve no passado.

O Ministro afirmou também que a melhoria das condições de financiamento prosseguirá em 2019 «porque este Governo teve desde o início um foco muito significativo na estabilização do sistema financeiro».

Administração e emprego público

O Orçamento do Estado para 2019 mantém «a linha de recuperação de direitos» na administração e emprego público, terminando as proibições de valorizações remuneratórias, sejam através de progressões ou promoções.

Mário Centeno disse que estas medidas são muito importantes para o reconhecimento do mérito na administração pública e nos incentivos e criação de bons ambientes de trabalho, propícios à inovação e eficiência na gestão».

O Ministro destacou ainda o objetivo de apostar na renovação e requalificação dos quadros técnicos da administração pública.

Investimento público nos transportes e saúde

Mário Centeno destacou o aumento do investimento público que o Governo prevê para 2019, realçando as apostas na ferrovia, nas expansões das linhas de metro de Lisboa e do Porto, e na saúde.

No setor da saúde, o Ministro sublinhou que haverá investimentos múltiplos, com a continuação do programa de cinco novos hospitais e de aposta nos cuidados de saúde primária.

«A saúde é mais uma vez a maior das prioridades na ação do Governo nas suas políticas sociais», disse Mário Centeno, acrescentando que o financiamento do Serviço Nacional de Saúde aumentará 500 milhões de euros em relação a 2018.

No conjunto, desde 2015, «são mais de 1200 milhões de euros de reforço do programa orçamental da saúde, que elimina todo o défice criado ao longo do programa de ajustamento».

«Vamos lançar um projeto-piloto que altera o modelo de financiamento dos hospitais: tem como objetivo redução muito significativa do endividamento destas instituições e permitir ganhos de eficiência», disse ainda.

Crescimento equilibrado de Portugal

O Ministro das Finanças destacou que o caminho que este Governo está a fazer desde o início da legislatura demonstra que «era possível implementar políticas distintas e cumprir todos os compromissos do Programa do Governo».

«Portugal regressou a um caminho de credibilidade, de estabilidade social e de crescimento inclusivo. Este era o Programa do Governo, este era o cenário traçado em 2015», realçou Mário Centeno, dizendo que no total da legislatura, o PIB crescerá quase 10%, haverá mais 400 mil pessoas empregadas, a taxa de desemprego cairá quase para metade (12,4% para 6,3%), o défice chegará a um ponto de equilíbrio e as dívidas pública e privada terão reduções acentuadas.

«Portugal teve ao longo destes últimos anos o melhor desempenho financeiro entre os países da União Europeia. Devemos estar todos muito orgulhosos do que aconteceu a Portugal nos últimos anos: reflete o mérito dos portugueses na superação das dificuldades apresentadas», afirmou.

Orçamento do Estado para 2019 marcado por crescimento inclusivo e sustentado Documento «promove uma trajetória de consolidação orçamental, com menos défice orçamental, mais poupança e menos dívida»

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O Ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou que o Orçamento do Estado para 2019 tem um «enquadramento macroeconómico que se continua a caracterizar por um crescimento inclusivo e sustentado» após 19 trimestres de crescimento.

Na apresentação do Orçamento do Estado para 2019, em Lisboa, o Ministro destacou que Portugal vai atingir no próximo ano um saldo orçamental muito próprio do equilíbrio, com um valor abaixo dos 0,2%, e que continuará a promover um «crescimento equilibrado, robusto e sustentável», marcado por aumentos da produtividade e dos salários e por um crescimento económico com convergência com a zona euro.

«O Orçamento do Estado para 2019 promove uma trajetória de consolidação orçamental, com menos défice orçamental, mais poupança e menos dívida», acrescentou Mário Centeno, sublinhando que o investimento público vai voltar a crescer e atingir 2,3% do PIB.

O Ministro realçou que o crescimento em 2019 será inclusivo porque continuará a ter origem no mercado de trabalho, uma vez que «os portugueses têm mais e melhores oportunidades no mercado de trabalho», depois da criação de 377 500 postos de trabalho desde o início da legislatura e da redução da taxa de desemprego de 12,4% em 2015 para 6,3% em 2019.

Credibilidade da política orçamental portuguesa

Mário Centeno destacou que o Governo tem cumprido os objetivos que estavam definidos no início da legislatura e que os bons resultados alcançados em todos os indicadores – economia, mercado de trabalho e orçamentais – permitiram «uma extraordinária redução dos custos de financiamento na economia portuguesa, beneficiando famílias, empresas e o Estado».

«O cumprimento das metas a que nos propusemos e a credibilidade que trouxemos à política orçamental portuguesa» foram essenciais para que a confiança em Portugal nos mercados internacionais «esteja em níveis máximos deste século».

O Orçamento do Estado para 2019 «é um exercício de escolhas que têm como objetivo o reforço do crescimento económico e a convergência com a União Europeia, conjugados com o equilíbrio das contas públicas», disse o Ministro, acrescentando a previsão de que a dívida pública será reduzida para 118,5% do PIB, comparada com os mais de 128% que se registavam em 2015.

Medidas para as famílias e prestações sociais

O Ministro das Finanças referiu que o Orçamento do Estado para 2019 «finaliza a reforma do IRS iniciada em 2018, aumenta o mínimo de existência e traz mais proteção social», destacando a importância do desenvolvimento da Prestação Social para a Inclusão, «especialmente efetiva e virada para a redução da pobreza daqueles que mais dificuldade têm na sua inclusão na economia e sociedade».

No conjunto das propostas, o Orçamento prevê uma redução superior a mil milhões de euros no IRS e um aumento do conjunto de prestações sociais superior a 3500 milhões de euros.
Mário Centeno destacou ainda medidas como o reforço do abono de família e os incentivos à habitação, com programas como o Primeiro Direito.

Estabilidade fiscal para as empresas e condições de financiamento

«Estabilidade fiscal e melhores condições para as empresas cumprirem as suas obrigações fiscais» são as principais prioridades do Orçamento do Estado no capítulo das empresas, com Mário Centeno a destacar a dispensa da obrigatoriedade de entrega do Pagamento Especial por Conta.

Há ainda medidas «muito significativas na valorização do interior», como a redução da taxa do IRC como contrapartida da criação de emprego no interior.

«As empresas mais pequenas têm também espaço no Orçamento do Estado, com o reforço dos incentivos à capitalização e reinvestimento de lucros», acrescentou Mário Centeno, sublinhando o impacto muito significativo que a capitalização interna das empresas teve no passado.

O Ministro afirmou também que a melhoria das condições de financiamento prosseguirá em 2019 «porque este Governo teve desde o início um foco muito significativo na estabilização do sistema financeiro».

Administração e emprego público

O Orçamento do Estado para 2019 mantém «a linha de recuperação de direitos» na administração e emprego público, terminando as proibições de valorizações remuneratórias, sejam através de progressões ou promoções.

Mário Centeno disse que estas medidas são muito importantes para o reconhecimento do mérito na administração pública e nos incentivos e criação de bons ambientes de trabalho, propícios à inovação e eficiência na gestão».

O Ministro destacou ainda o objetivo de apostar na renovação e requalificação dos quadros técnicos da administração pública.

Investimento público nos transportes e saúde

Mário Centeno destacou o aumento do investimento público que o Governo prevê para 2019, realçando as apostas na ferrovia, nas expansões das linhas de metro de Lisboa e do Porto, e na saúde.

No setor da saúde, o Ministro sublinhou que haverá investimentos múltiplos, com a continuação do programa de cinco novos hospitais e de aposta nos cuidados de saúde primária.

«A saúde é mais uma vez a maior das prioridades na ação do Governo nas suas políticas sociais», disse Mário Centeno, acrescentando que o financiamento do Serviço Nacional de Saúde aumentará 500 milhões de euros em relação a 2018.

No conjunto, desde 2015, «são mais de 1200 milhões de euros de reforço do programa orçamental da saúde, que elimina todo o défice criado ao longo do programa de ajustamento».

«Vamos lançar um projeto-piloto que altera o modelo de financiamento dos hospitais: tem como objetivo redução muito significativa do endividamento destas instituições e permitir ganhos de eficiência», disse ainda.

Crescimento equilibrado de Portugal

O Ministro das Finanças destacou que o caminho que este Governo está a fazer desde o início da legislatura demonstra que «era possível implementar políticas distintas e cumprir todos os compromissos do Programa do Governo».

«Portugal regressou a um caminho de credibilidade, de estabilidade social e de crescimento inclusivo. Este era o Programa do Governo, este era o cenário traçado em 2015», realçou Mário Centeno, dizendo que no total da legislatura, o PIB crescerá quase 10%, haverá mais 400 mil pessoas empregadas, a taxa de desemprego cairá quase para metade (12,4% para 6,3%), o défice chegará a um ponto de equilíbrio e as dívidas pública e privada terão reduções acentuadas.

«Portugal teve ao longo destes últimos anos o melhor desempenho financeiro entre os países da União Europeia. Devemos estar todos muito orgulhosos do que aconteceu a Portugal nos últimos anos: reflete o mérito dos portugueses na superação das dificuldades apresentadas», afirmou.

Documento «promove uma trajetória de consolidação orçamental, com menos défice orçamental, mais poupança e menos dívida»

MIL OSI

O Ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou que o Orçamento do Estado para 2019 tem um «enquadramento macroeconómico que se continua a caracterizar por um crescimento inclusivo e sustentado» após 19 trimestres de crescimento.

Na apresentação do Orçamento do Estado para 2019, em Lisboa, o Ministro destacou que Portugal vai atingir no próximo ano um saldo orçamental muito próprio do equilíbrio, com um valor abaixo dos 0,2%, e que continuará a promover um «crescimento equilibrado, robusto e sustentável», marcado por aumentos da produtividade e dos salários e por um crescimento económico com convergência com a zona euro.

«O Orçamento do Estado para 2019 promove uma trajetória de consolidação orçamental, com menos défice orçamental, mais poupança e menos dívida», acrescentou Mário Centeno, sublinhando que o investimento público vai voltar a crescer e atingir 2,3% do PIB.

O Ministro realçou que o crescimento em 2019 será inclusivo porque continuará a ter origem no mercado de trabalho, uma vez que «os portugueses têm mais e melhores oportunidades no mercado de trabalho», depois da criação de 377 500 postos de trabalho desde o início da legislatura e da redução da taxa de desemprego de 12,4% em 2015 para 6,3% em 2019.

Credibilidade da política orçamental portuguesa

Mário Centeno destacou que o Governo tem cumprido os objetivos que estavam definidos no início da legislatura e que os bons resultados alcançados em todos os indicadores – economia, mercado de trabalho e orçamentais – permitiram «uma extraordinária redução dos custos de financiamento na economia portuguesa, beneficiando famílias, empresas e o Estado».

«O cumprimento das metas a que nos propusemos e a credibilidade que trouxemos à política orçamental portuguesa» foram essenciais para que a confiança em Portugal nos mercados internacionais «esteja em níveis máximos deste século».

O Orçamento do Estado para 2019 «é um exercício de escolhas que têm como objetivo o reforço do crescimento económico e a convergência com a União Europeia, conjugados com o equilíbrio das contas públicas», disse o Ministro, acrescentando a previsão de que a dívida pública será reduzida para 118,5% do PIB, comparada com os mais de 128% que se registavam em 2015.

Medidas para as famílias e prestações sociais

O Ministro das Finanças referiu que o Orçamento do Estado para 2019 «finaliza a reforma do IRS iniciada em 2018, aumenta o mínimo de existência e traz mais proteção social», destacando a importância do desenvolvimento da Prestação Social para a Inclusão, «especialmente efetiva e virada para a redução da pobreza daqueles que mais dificuldade têm na sua inclusão na economia e sociedade».

No conjunto das propostas, o Orçamento prevê uma redução superior a mil milhões de euros no IRS e um aumento do conjunto de prestações sociais superior a 3500 milhões de euros.
Mário Centeno destacou ainda medidas como o reforço do abono de família e os incentivos à habitação, com programas como o Primeiro Direito.

Estabilidade fiscal para as empresas e condições de financiamento

«Estabilidade fiscal e melhores condições para as empresas cumprirem as suas obrigações fiscais» são as principais prioridades do Orçamento do Estado no capítulo das empresas, com Mário Centeno a destacar a dispensa da obrigatoriedade de entrega do Pagamento Especial por Conta.

Há ainda medidas «muito significativas na valorização do interior», como a redução da taxa do IRC como contrapartida da criação de emprego no interior.

«As empresas mais pequenas têm também espaço no Orçamento do Estado, com o reforço dos incentivos à capitalização e reinvestimento de lucros», acrescentou Mário Centeno, sublinhando o impacto muito significativo que a capitalização interna das empresas teve no passado.

O Ministro afirmou também que a melhoria das condições de financiamento prosseguirá em 2019 «porque este Governo teve desde o início um foco muito significativo na estabilização do sistema financeiro».

Administração e emprego público

O Orçamento do Estado para 2019 mantém «a linha de recuperação de direitos» na administração e emprego público, terminando as proibições de valorizações remuneratórias, sejam através de progressões ou promoções.

Mário Centeno disse que estas medidas são muito importantes para o reconhecimento do mérito na administração pública e nos incentivos e criação de bons ambientes de trabalho, propícios à inovação e eficiência na gestão».

O Ministro destacou ainda o objetivo de apostar na renovação e requalificação dos quadros técnicos da administração pública.

Investimento público nos transportes e saúde

Mário Centeno destacou o aumento do investimento público que o Governo prevê para 2019, realçando as apostas na ferrovia, nas expansões das linhas de metro de Lisboa e do Porto, e na saúde.

No setor da saúde, o Ministro sublinhou que haverá investimentos múltiplos, com a continuação do programa de cinco novos hospitais e de aposta nos cuidados de saúde primária.

«A saúde é mais uma vez a maior das prioridades na ação do Governo nas suas políticas sociais», disse Mário Centeno, acrescentando que o financiamento do Serviço Nacional de Saúde aumentará 500 milhões de euros em relação a 2018.

No conjunto, desde 2015, «são mais de 1200 milhões de euros de reforço do programa orçamental da saúde, que elimina todo o défice criado ao longo do programa de ajustamento».

«Vamos lançar um projeto-piloto que altera o modelo de financiamento dos hospitais: tem como objetivo redução muito significativa do endividamento destas instituições e permitir ganhos de eficiência», disse ainda.

Crescimento equilibrado de Portugal

O Ministro das Finanças destacou que o caminho que este Governo está a fazer desde o início da legislatura demonstra que «era possível implementar políticas distintas e cumprir todos os compromissos do Programa do Governo».

«Portugal regressou a um caminho de credibilidade, de estabilidade social e de crescimento inclusivo. Este era o Programa do Governo, este era o cenário traçado em 2015», realçou Mário Centeno, dizendo que no total da legislatura, o PIB crescerá quase 10%, haverá mais 400 mil pessoas empregadas, a taxa de desemprego cairá quase para metade (12,4% para 6,3%), o défice chegará a um ponto de equilíbrio e as dívidas pública e privada terão reduções acentuadas.

«Portugal teve ao longo destes últimos anos o melhor desempenho financeiro entre os países da União Europeia. Devemos estar todos muito orgulhosos do que aconteceu a Portugal nos últimos anos: reflete o mérito dos portugueses na superação das dificuldades apresentadas», afirmou.

Novos Secretários de Estado do Governo

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, aceitou as propostas do Primeiro-Ministro António Costa para a nomeação de quinze novos Secretários de Estado, para as áreas da Presidência e da Modernização Administrativa, Defesa Nacional, Economia, Cultura, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Saúde e Ambiente.

Na área da Presidência e da Modernização Administrativa, Luís Filipe Loureiro Goes Pinheiro será o Secretário de Estado da Modernização Administrativa.

Na área da Defesa Nacional, Ana Isabel dos Santos será a Secretária de Estado da Defesa.

Na área do Ministro Adjunto e da Economia, João Jorge Arede Correia Neves será o Secretário de Estado da Economia, Ana Mendes Godinho será reconduzida como Secretária de Estado do Turismo, João Veloso da Silva Torres será o Secretário de Estado da Defesa do Consumidor e João Paulo Marçal Lopes Catarino será o Secretário de Estado da Valorização do Interior.

Na área da Cultura, Ângela Carvalho Ferreira será a Secretária de Estado da Cultura.

Na área da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Alberto Sobrinho Teixeira será o Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Na área da Saúde, Francisco Ventura Ramos será o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde e Raquel de Almeida Ferreira Duarte Bessa de Melo será o Secretário de Estado da Saúde.

Na área do Ambiente e da Transição Energética, José Mendes passará a ser o Secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade, Carlos Martins será reconduzido como Secretário de Estado do Ambiente, Célia Ramos será reconduzida como Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Ana Pinho será reconduzida como Secretária de Estado da Habitação e João Saldanha de Azevedo Galamba será o Secretário de Estado da Energia.

A posse dos Secretários de Estado ocorrerá no dia 17 de outubro, pelas 11h00, no Palácio de Belém.

Novos Secretários de Estado do Governo Tomada de posse está marcada para as 11h00 de 17 de outubro

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, aceitou as propostas do Primeiro-Ministro António Costa para a nomeação de quinze novos Secretários de Estado, para as áreas da Presidência e da Modernização Administrativa, Defesa Nacional, Economia, Cultura, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Saúde e Ambiente.

Na área da Presidência e da Modernização Administrativa, Luís Filipe Loureiro Goes Pinheiro será o Secretário de Estado da Modernização Administrativa.

Na área da Defesa Nacional, Ana Isabel dos Santos será a Secretária de Estado da Defesa.

Na área do Ministro Adjunto e da Economia, João Jorge Arede Correia Neves será o Secretário de Estado da Economia, Ana Mendes Godinho será reconduzida como Secretária de Estado do Turismo, João Veloso da Silva Torres será o Secretário de Estado da Defesa do Consumidor e João Paulo Marçal Lopes Catarino será o Secretário de Estado da Valorização do Interior.

Na área da Cultura, Ângela Carvalho Ferreira será a Secretária de Estado da Cultura.

Na área da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Alberto Sobrinho Teixeira será o Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Na área da Saúde, Francisco Ventura Ramos será o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde e Raquel de Almeida Ferreira Duarte Bessa de Melo será o Secretário de Estado da Saúde.

Na área do Ambiente e da Transição Energética, José Mendes passará a ser o Secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade, Carlos Martins será reconduzido como Secretário de Estado do Ambiente, Célia Ramos será reconduzida como Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Ana Pinho será reconduzida como Secretária de Estado da Habitação e João Saldanha de Azevedo Galamba será o Secretário de Estado da Energia.

A posse dos Secretários de Estado ocorrerá no dia 17 de outubro, pelas 11h00, no Palácio de Belém.

Tomada de posse está marcada para as 11h00 de 17 de outubro

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, aceitou as propostas do Primeiro-Ministro António Costa para a nomeação de quinze novos Secretários de Estado, para as áreas da Presidência e da Modernização Administrativa, Defesa Nacional, Economia, Cultura, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Saúde e Ambiente.

Na área da Presidência e da Modernização Administrativa, Luís Filipe Loureiro Goes Pinheiro será o Secretário de Estado da Modernização Administrativa.

Na área da Defesa Nacional, Ana Isabel dos Santos será a Secretária de Estado da Defesa.

Na área do Ministro Adjunto e da Economia, João Jorge Arede Correia Neves será o Secretário de Estado da Economia, Ana Mendes Godinho será reconduzida como Secretária de Estado do Turismo, João Veloso da Silva Torres será o Secretário de Estado da Defesa do Consumidor e João Paulo Marçal Lopes Catarino será o Secretário de Estado da Valorização do Interior.

Na área da Cultura, Ângela Carvalho Ferreira será a Secretária de Estado da Cultura.

Na área da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Alberto Sobrinho Teixeira será o Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Na área da Saúde, Francisco Ventura Ramos será o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde e Raquel de Almeida Ferreira Duarte Bessa de Melo será o Secretário de Estado da Saúde.

Na área do Ambiente e da Transição Energética, José Mendes passará a ser o Secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade, Carlos Martins será reconduzido como Secretário de Estado do Ambiente, Célia Ramos será reconduzida como Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Ana Pinho será reconduzida como Secretária de Estado da Habitação e João Saldanha de Azevedo Galamba será o Secretário de Estado da Energia.

A posse dos Secretários de Estado ocorrerá no dia 17 de outubro, pelas 11h00, no Palácio de Belém.

Comunicado dos Chanceleres dos Países do Mercosul sobre os novos episódios de violência registrados na Nicarágua

Source: Republic of Brazil

Os Chanceleres dos países do Mercosul, reunidos em Montevidéu, expressam seu repúdio às ações repressivas do governo nicaraguense contra seus opositores, e sua preocupação pela detenção de defensores dos direitos humanos ocorridas neste domingo, 14 de outubro, o que concorre para agravar a crise social que vive aquele país.

Os Chanceleres reiteram seu rechaço à continuada limitação das liberdades individuais que sofre o povo da Nicarágua e à crescente violência da repressão policial, incompatíveis com um sistema democrático de governo e que provocaram um número elevado de vítimas desde o último mês de abril.

Montevidéu, 15 de outubro de 2018

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20 anos do Acordo de Paz Equador-Peru

Source: Republic of Brazil news

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