Resili?ncia e recupera??o: A complexa recupera??o da pandemia em ?frica ser? moldada pela forma como os seus governos responder?o ? inova??o nos cuidados de sa?de, ?s crescentes press?es sobre a d?vida e ? inseguran?a regional em meio ao cen?rio geopol?tico de recalibra??o das rela??es com o resto do mundo.

MIL OSILONDRES, Reino Unido, 21 de setembro 2021/APO Group/ —

A empresa de consultoria especializada em risco Control Risks (www.controlrisks.com) e a Oxford Economics Africa anunciaram hoje o lançamento da sexta edição do Índice de Risco-Recompensa de África.

O Índice de Risco-Recompensa de África é um guia preciso para decisores políticos, líderes empresariais e investidores.  O relatório acompanha a evolução do panorama do investimento nos principais mercados africanos e apresenta uma perspetiva fundamentada e a longo prazo das principais tendências que moldam o investimento nestas economias.

África ainda se encontra no meio da pandemia de COVID-19, com a implementação da vacinação a progredir lentamente e com prováveis novas ondas de infeções. As pontuações de risco-recompensa deste ano pintam um quadro de um continente em recuperação, embora de forma irregular e, por vezes, imprevisível, o que levanta tanto desafios como oportunidades. As pontuações de recompensas aumentaram em todo o continente, em alguns casos substancialmente, mas as pontuações de risco mostram um quadro mais variado. As duas nem sempre estão alinhadas; por exemplo, o resultado das recentes eleições gerais da Zâmbia é o motor por detrás de uma melhoria significativa na sua pontuação de risco, mas a recuperação do país continua a ser dificultada pela atual crise da dívida.

Esta recuperação está também a ocorrer em meio ao cenário geopolítico de uma recalibração das relações de África com o resto do mundo. Esta edição de 2021 do Índice de Risco-Recompensa de África analisa este panorama complicado. Explicamos como as respostas governamentais a três questões-chave (cuidados de saúde pós-pandemia, dívida e insegurança) podem acelerar ou estagnar a recuperação económica de África. Os três artigos analisam estas questões-chave em pormenor, assinalando riscos e oportunidades emergentes destas tendências-chave. Embora os riscos e recompensas exatos de qualquer investimento variem muito conforme o setor e o projeto, este relatório pretende ser um ponto de partida para a discussão, para ajudar a desafiar preconceitos e estabelecer prioridades para uma análise mais ampla.

O BOOM DA BIOTECNOLOGIA

A COVID-19 destacou uma vulnerabilidade na África que foi causada pela dependência do continente em relação à assistência externa quando se trata de cuidados de saúde e biotecnologia. Mesmo quando os governos africanos reagiram à pandemia, muitas vezes com uma rapidez impressionante, os testes e o tratamento foram restringidos pela falta de capacidade. A implementação da vacinação está a progredir lentamente devido a restrições de abastecimento, uma vez que o resto do mundo compra grandes quantidades de doses para uso interno. Este artigo analisa a forma como estes desafios têm motivado novos esforços para desenvolver a capacidade africana nas áreas da saúde e da biotecnologia e como estes esforços estão a lançar os alicerces daquilo que promete ser uma indústria extremamente empolgante.

“A implementação global da vacinação tem sido extremamente pobre, com a distribuição desigual de vacinas levantando objeções tanto morais como médicas. No entanto, o único ponto positivo é que os desafios que a África tem enfrentado na obtenção não só de vacinas, mas também de toda uma gama de equipamentos e tratamentos têm estimulado a inovação e impulsionado investimentos significativos na biotecnologia africana e na capacidade tecnológica em matéria de saúde. A emergência de um setor biotecnológico africano tem um enorme potencial muito para além da pandemia COVID-19 e muito para além das simples aplicações de cuidados de saúde”, afirma Barnaby Fletcher, Diretor Associado da Control Risks.

A capacidade de sequenciação do genoma está atualmente a ser estabelecida na Libéria, Nigéria, Senegal e Serra Leoa. Existem várias iniciativas para aumentar a capacidade do continente para desenvolver e fabricar vacinas, incluindo um centro de transferência de tecnologia de vacinas RNAm na África do Sul e instalações de fabricação no Egito, Marrocos e noutros locais. Tem havido uma proliferação de laboratórios, capacidades de testagem e soluções digitais de testagem e rastreio transfronteiriças. Embora estes desenvolvimentos possam ter sido impulsionados pela COVID-19, a sua aplicação não se limita apenas à atual pandemia ou mesmo apenas aos cuidados de saúde. O crescimento de uma indústria biotecnológica em África oferece enormes oportunidades aos investidores em todo o continente e em múltiplos setores.

DESCODIFICANDO A CRISE DA DÍVIDA EM ÁFRICA

A África enfrenta uma nova crise da dívida, com a razão da dívida/PIB do continente como um todo em 2020 atingindo o seu nível mais elevado em duas décadas. Inseridos neste contexto inquietante estão casos ainda mais preocupantes, como a Zâmbia, que se tornou o primeiro país a não pagar a sua dívida durante a COVID-19 no final do ano passado. O peso da dívida da África não foi alimentado pela pandemia da COVID-19, mas foi agravado por esta, e o custo do seu serviço desviará recursos fiscais que deveriam ser utilizados para apoiar a recuperação pós-pandemia do continente.

De acordo com François Conradie, Economista Político Principal da Oxford Economics Africa: “O peso da dívida africana tem aumentado significativamente ao longo dos últimos 18 meses, à medida que os governos têm contraído empréstimos para financiar tanto a sua resposta sanitária à COVID-19 como medidas de estímulo destinadas a diminuir o impacto económico da pandemia. O ambiente atual de taxas de juro baixas faz com que a dívida pareça controlável, mas agora o governo dos EUA tornou explícito que a contagem regressiva para a retirada gradual do estímulo monetário começou. Quando os banqueiros centrais de todo o mundo começarem a aumentar as suas taxas, os governos africanos serão confrontados com perguntas para as quais não têm respostas fáceis.”

Este peso da dívida representa riscos tanto para as economias como para as empresas. A obrigação de pagar essa dívida irá colocar pressão sobre as empresas estatais e tenderá a limitar as oportunidades para as empresas do setor privado que fazem negócios com o governo. As opções para a reestruturação ou pagamento desta dívida são limitadas, mas algumas soluções inovadoras estão a ser discutidas e testadas. Novas conexões sociais e mecanismos regionais de financiamento não oferecerão um substituto rápido para uma boa gestão fiscal, mas podem ajudar a reduzir a ameaça que tais dívidas representam e oferecer novas oportunidades aos investidores.

IMPACTO DA INTERVENÇÃO MILITAR EM ÁFRICA

A retirada dos EUA do Afeganistão em agosto parecia confirmar uma ideia há muito discutida: que o mundo ocidental já não tem o apetite político para intervenções militares estrangeiras. Isto é tão verdade em África como noutros locais. Os EUA retiraram-se da Somália em janeiro, enquanto a França anunciou planos para reduzir a sua presença militar em Sahel. Isto acontece numa altura em que uma escalada da militância e das tensões no Corno de África torna o ambiente de segurança do continente mais volátil do que tem sido em décadas.

Na ausência de intervenções militares estrangeiras, as novas abordagens tomadas para enfrentar estas ameaças à segurança moldarão o panorama de segurança do continente. Os próximos anos serão provavelmente imprevisíveis, com atores africanos e externos a tentarem novas estratégias. Na melhor das hipóteses, estas assumem a forma de cooperação regional, como a observada na intervenção da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) em Moçambique, ou mesmo reavaliações completas sobre a forma de combater a militância. Na pior das hipóteses, as ações unilaterais irão aumentar as tensões à medida que os países procuraram estabelecer-se como potências de segurança, impulsionando, a título de exemplo, a atual corrida ao armamento entre Marrocos e a Argélia. Este artigo revela a dinâmica em mudança da assistência militar em África e examina o que isso significa para o ambiente de segurança no qual os investidores precisam atuar. 

Metodologia

Índice Risco-Recompensa de África é definido pela combinação das pontuações de risco e recompensa, integrando a análise de risco económico e político da Control Risks e da Oxford Economics Africa.

As pontuações de risco de cada país têm origem no Avaliador de Risco Económico e Político (AREP) e as pontuações de recompensa incorporam as previsões de crescimento económico de médio prazo, a dimensão económica, a estrutura económica e a demografia.

Para obter mais pormenores sobre as definições de risco e recompensas, entre em contacto connosco através de: ARRI2021-Enquiry@controlrisks.com ou africa@oxfordeconomics.com

Índice de Risco-Recompensa de África de 2021 encontra-se em anexo 

Ag?ncia Nacional de Petr?leo, Biocombust?veis e G?s (ANPG) de Angola Demonstra alta Satisfa??o com os Resultados Finais da Ronda de Licita??es de 2020

MIL OSILUANDA, Angola, 16 de setembro 2021/APO Group/ —

Natacha Massano, Administradora Executiva da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG), anunciou a satisfação da concessionária com os resultados da ronda de licitações na conferência AOG 2021 que decorreu em Luanda nos dias 9 e 10 de setembro; A ANPG irá adjudicar as concessões a 23 de setembro de 2021, para os vencedores da ronda de licitações; O anúncio foi feito durante a AOG 2021, organizado pela Energy Capital & Power (www.EnergyCapitalPower.com), um evento que pôs os líderes angolanos do petróleo e do gás frente a frente com investidores internacionais para discussões que visam acelerar o investimento na indústria energética angolana na sequência da pandemia COVID-19.

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG) anunciou a sua satisfação com os resultados finais da ronda de licitações de 2020. Os resultados superaram as expectativas da concessionária, apesar dos actuais desafios associados à pandemia global. Durante a conferência, a ANPG afirmou em várias ocasiões que Angola é actualmente o melhor mercado global para investir no sector petrolífero.

De acordo com a ANPG, assim que as concessões de petróleo forem atribuídas aos respectivos vencedores, a actividade no sector irá aumentar e poderá influenciar positivamente o crescimento das operações de petróleo e gás no país e poderá criar novas oportunidades de investimento contínuo, desenvolvimento de competências e evolução socioeconómica. Com esta ronda de licitações, a concessionária direcionou o foco dos campos de alta produção em águas offshore de Angola para explorações onshore, com o objetivo principal de desenvolver um sector de petróleo e gás que seja competitivo na África subsariana.

“Esta é uma indústria de capital intensivo e queremos garantir a criação de oportunidades de investimento para o desenvolvimento das actividades de exploração em terra. Estes resultados cimentam ainda mais a intenção da concessionária em desenvolver fortes capacidades locais de petróleo e gás que irão contribuir significativamente para o objetivo de independência energética de Angola,” disse Natacha Massano, Administradora Executiva da ANPG.

A concessionária espera adjudicar as concessões petrolíferas aos vencedores das licitações no dia 23 de setembro e em simultâneo, estão abertos a receber propostas de investimento para a nova ronda de licitações de oito blocos petrolíferos, dos quais três se situam na Bacia Marítima do Kwanza (blocos 721 821 e 921) e cinco na Bacia Marítima do Baixo Congo (blocos 1621, 3121 3221 3321 e 3431) como parte dos esforços da agência para impulsionar a exploração e produção de petróleo e gás em Angola.

A ANPG anunciou a nova ronda de licitações (https://bit.ly/3tPFLIP) na conferência de petróleo e gás, Angola Oil & Gas 2021, um evento onde os altos executivos da ANPG promoveram activamente Angola como o melhor mercado para investir na indústria de petróleo numa era pós-Covid 19. Os representantes da concessionária desempenharam um papel vital em vários painéis de discussão de alto nível, promovendo a posição da Agência como um parceiro crítico na criação de oportunidades de investimento de alto valor na indústria de energia de Angola.

ANPG Lan?a Programa de Ofertas Permanente para Aumentar a Explora??o de Petr?leo e G?s em Angola

MIL OSILUANDA, Angola, 13 de setembro 2021/APO Group/ —

Administrador da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG), César Paxe, anunciou oficialmente os esforços da Agência para aumentar a exploração de petróleo e gás no AOG 2021; Um novo programa de ofertas permanentes permitirá à ANPG negociar a exploração dos recursos petrolíferos disponíveis ao longo do ano, sem a necessidade de um anúncio de leilão; O anúncio foi feito na Angola Oil & Gas 2021, organizada pela Energy Capital & Power (www.EnergyCapitalPower.com), que pôs os líderes do petróleo e gás angolano frente a frente com investidores internacionais para discussões que visam acelerar o investimento na indústria energética Angolana numa era pós-COVID-19.

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG) lançou um programa de ofertas permanentes que permitirá à concessionária nacional negociar múltiplos recursos derivados do petróleo disponíveis em Angola ao longo do ano sem a necessidade de um leilão.

O governo angolano aprovou a proposta no final de agosto, e o novo programa de ofertas permanentes permitirá à concessionária promover e negociar concessões de petróleo e gás de forma proactiva, independentemente das regras e regulamentos da Estratégia de Alocação de Concessões, que foi aprovada pelo decreto presidencial 52/19 de 18 de Fevereiro. Vai permitir à concessionária adoptar estratégias competitivas e robustas para atrair investimento internacional no sector energético de Angola.

Os investidores podem contactar a ANPG para apresentar proposta de investimento nos recursos petrolíferos disponíveis para exploração em Angola, num processo totalmente transparente e conforme,” disse César Paxe, Administrador da ANPG.

O programa de oferta permanente permitirá a continuidade das negociações entre as operadoras e a concessionária sobre os campos onde o prazo de concessão irá expirar ou sobre as concessões que não foram contempladas na estratégia da concessão. De acordo com o novo programa, as concessões permanecerão permanentemente disponíveis para negociações com potenciais investidores.

Na AOG2021, que decorreu de 9 a 10 de setembro de 2021, a ANPG promoveu activamente Angola como o melhor mercado para investir na indústria energética na era pós-Covid 19. Os representantes da concessionária desempenharam um papel fundamental em diversos painéis de discussão de alto nível, promovendo tanto a posição da empresa como líder global em energia, como a posição de Angola como um dos principais mercados de hidrocarbonetos.

Equinor Reafirma o seu Compromisso com a Explora??o Angolana

MIL OSIDAKAR, Senegal, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

Os Vice-Presidentes Sénior da Equinor Exploration and Production International, Paul McCafferty e Gustavo Baquero, e Nina Koch, Country Manager da Equinor, estiveram presentes na Angola Oil & Gas (AOG) 2021 em Luanda organizada pela Energy Capital & Power (www.EnergyCapitalPower.com), nos dias 9 e 10 de setembro. Reforçando o seu compromisso com Angola, bem como as suas colaborações de sucesso com as autoridades angolanas, McCafferty, Baquero e Koch conduziram uma discussão intensa acerca dos desafios atuais e futuros que a indústria enfrenta.

A comemorar este ano o seu trigésimo aniversário em Angola, a empresa energética norueguesa partilhou as suas conquistas e planos futuros, bem como soluções para os desafios enfrentados na indústria global de petróleo e gás. Parceira em oito campos de produção offshore na bacia do Congo, a Equinor tem sido uma força motriz da indústria de exploração e produção do país. Com uma produção de capital de cerca de 120.000 barris de equivalente em petróleo por dia, a empresa está empenhada em aprofundar as parcerias em Angola de forma a potenciar a actividade setorial e a posicionar-se ainda mais como um dos principais concorrentes em hidrocarbonetos.

Na AOG 2021, os representantes da empresa desempenharam um papel ativo em vários painéis de discussão de elevado nível, promovendo quer a posição da empresa como líder global em energia quer a posição de Angola como um mercado de hidrocarbonetos de topo.

O Painel Mulheres na Energia da AOG 2021 Coloca as Mulheres na Vanguarda do Desenvolvimento de ?frica

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

Constituindo o setor energético um dos setores mais desiguais a nível global, e continuando a participação feminina a ser consideravelmente baixa, a Angola Oil & Gas (AOG) 2021 destacou soluções para aumentar a inclusão e garantir que as mulheres estejam ativamente envolvidas na transformação energética de África num painel de discussão acerca das Mulheres na Energia. Além de se terem identificado as raízes do problema no que diz respeito à educação e às barreiras à entrada, foi identificada também a necessidade de se apoiar e de se criar oportunidades para as mulheres dedicadas ao estudo da Ciência, Tecnologia, Engenharia e da Matemática.

Entre os participantes no painel encontravam-se: Nina Birgitte Koch, Diretora-Geral da Equinor Angola; Lame Verre, Head of Strategy/Responsável pelas Soluções para Clientes de Energia da SSE plc no Reino Unido; Ayotola Jagun, Compliance Officer e Secretário da Empresa da Oando PLC na Nigéria; e Sandra Almeida, Gerente Jurídica da TotalEnergies EP Angola. Enfatizando a cultura no local de trabalho, as raízes do problema no que diz respeito ao fosso entre géneros e o valor da inclusão, o seminário contribuiu para uma abordagem integrada que permita aumentar a participação.

“É uma abordagem em duas frentes: em primeiro lugar, a menos que se ataque o problema pela raiz, com mais mulheres capazes de estudar Engenharia e mais apoios no estudo das disciplinas STEM, não haverá inclusão. Em segundo lugar, precisamos de práticas favoráveis no local de trabalho. Continuam a existir normas sociais nocivas, viéses e preconceitos na indústria de petróleo e gás, e é lamentável que ainda estejamos a falar acerca de desigualdade em 2021”, afirmou Ayotola Jagun.

Ayotola Jagun pediu que as mulheres se erguessem e quebrassem essa barreira invisível e que se apoiassem umas às outras a ascender na hierarquia até aos cargos de gerência sénior e executiva.

Enquanto isso, o valor de uma cultura de trabalho acolhedora e de uma inclusão reforçada foi enfatizado. Com o crescimento setorial e a transição energética a exigirem maior inovação, é fundamental uma abordagem colaborativa para a tomada de decisões, bem como para o funcionamento e desenvolvimento.

Sandra Almeida discutiu a diferença entre inclusão e integração, sublinhando que a diversidade celebra as diferenças culturais e possibilita um ambiente de respeito, ao passo que a integração constituiu uma forma de apropriação em que se espera que uma identidade de grupo se conforme de alguma forma a outra.

“O que queremos é o conceito de inclusão. Na TotalEnergies, acreditamos no valor de todos e de diferentes perspectivas e soluções. Diversidade e inclusão é ter mulheres e homens a trabalharem juntos, com a mesma determinação, para atingir o mesmo objetivo”, afirmou.

“As empresas estão a dar um grande passo quando aderem a um compromisso de longo prazo com a inclusão. Contudo, não se trata de escolher alguém pelo seu género, trata-se de competência, de escolher conscientemente e de garantir a diversidade. Precisamos de uma abordagem cooperativa na indústria energética. É extremamente interessante trabalhar neste setor, com muitas possibilidades para as mulheres”, afirmou Nina Birgitte.

As mulheres têm um papel decisivo a desempenhar no avanço da indústria do petróleo e gás em África. Ao promover uma maior inclusão em todos os níveis e em toda a cadeia de valor da energia, o desenvolvimento de África pode não só ser garantido, mas também acelerado. Ao abordar estas questões relativas à inclusão, desigualdade e às barreiras à entrada, África pode realizar os seus objetivos de desenvolvimento.

“As mulheres devem estar na vanguarda do desenvolvimento económico e trazer as questões femininas para o topo da agenda política é parte da solução para impulsionar o crescimento económico. Se resolvermos as questões de género, resolveremos as questões de desenvolvimento”, disse Lame Verre.

A Sonangol Detalha o Processo de Reestrutura??o na AOG 2021, Enfatizando as Oportunidades de Investimento

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

O segundo dia da conferência Angola Oil & Gas 2021, organizada pela Energy Capital and Power (www.EnergyCapitalPower.com), centrou-se na transição energética, na exploração e no papel que a companhia petrolífera nacional Sonangol irá desempenhar na condução do crescimento e sucesso energético de Angola. Numa apresentação de Sebastião Gaspar Martins, Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, foi feito um balanço do programa de reestruturação da empresa, com destaque para a responsabilidade social corporativa, para a simplificação das operações e para o financiamento.

O objetivo principal da reestruturação da Sonangol é o de colocar o foco da empresa nas atividades da cadeia de valor da indústria do petróleo, onde se inclui a prospeção, pesquisa e produção de petróleo bruto e gás natural; a refinação, a liquefação de gás natural; e o transporte, armazenamento, distribuição e comercialização de produtos derivados. Ao preparar a empresa para o futuro da indústria, reforçando o seu papel tanto no desenvolvimento da indústria angolana como no crescimento energético do continente, a reestruturação visa potenciar o desenvolvimento económico através da transformação do sector energético. O processo de reestruturação da Sonangol prioriza a estabilidade financeira, com a empresa a procurar trazer a petrolífera nacional para a bolsa.

“Estamos a analisar várias bolsas diferentes. A começar por Luanda mas numa segunda fase também Londres e Wall Street, sendo que Luanda surgirá certamente em primeiro lugar”, afirmou Sebastião Gaspar Martins

“São muitas as razões para se ser acionista da Sonangol e estou certo de que grande parte das pessoas aqui presentes tem a ambição de ser acionista de uma empresa tão grande como a Sonangol”, disse.

O processo de reestruturação foi dividido em três blocos operacionais e num bloco de apoio organizacional que visa melhorar as operações da Sonangol. Isso inclui mudanças no negócio principal, uma reestruturação financeira e portfólio, estruturas regulatórias e um eixo de suporte organizacional.

Como ponte entre o Governo e a indústria de petróleo e gás, a Sonangol colocou o desenvolvimento e a proteção da comunidade como prioridade da sua agenda de reestruturação e continua a fornecer apoio, apesar das mudanças significativas empreendidas pela empresa.

“Não estamos a planear qualquer pausa no nosso processo de reestruturação. Criámos oportunidades para financiar aqueles que não podem ser integrados na nova estrutura da Sonangol, proporcionando-lhes apoio financeiro enquanto procuram outras oportunidades. Temos uma responsabilidade social que levamos a sério e isso é uma expressão disso mesmo ”, disse.

A AOG 2021 Analisa o Impacto dos Planos Globais de Transi??o Energ?tica das EPI no Setor do Petr?leo e G?s em Angola

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

O segundo dia da conferência Angola Oil & Gas (AOG) 2021 abriu com uma apresentação de Paul McCafferty, Vice-presidente Senior da Equinor, Exploration & Production International – Africa. Oferecendo uma perspetiva acerca de como os planos e compromissos de transição energética das Empresas Petrolíferas Internacionais (EPI), especificamente a Equinor, estão a afetar a indústria de petróleo e gás em Angola, McCafferty apresentou e conduziu uma discussão crítica sobre a transição energética em Angola.

Com as alterações climáticas a constituírem um dos desafios mais urgentes e impactantes do mundo, a necessidade de reduzir significativamente quer as emissões de gases de efeito estufa quer as temperaturas globais levou as EPI a reexaminar as suas estratégias energéticas futuras. Consequentemente, houve vários compromissos assumidos pelas EPI em todo o mundo com o intuito de fazer a transição para fontes de combustível mais limpas, de descarbonizar projetos de hidrocarbonetos e de mitigar as alterações climáticas. Com Angola agressivamente em busca de uma expansão da indústria de petróleo e gás com o objetivo de impulsionar o crescimento socioeconómico associado, as EPI introduziram novas tecnologias de forma a mitigar as alterações climáticas acelerando simultaneamente a expansão energética.

“A nossa intensidade de carbono diminuiu significativamente e temos o compromisso de reduzi-la ainda mais. A nossa produção em Angola está próxima da média da indústria, 17 kg por barril produzido, e é provável que aumente à medida que a produção de alguns dos nossos ativos comece a diminuir. Os maiores desafios são os nossos ativos maduros. Há um aumento da intensidade de carbono na produção e é extremamente importante que analisemos isso. Esperamos compensar isso com novas prospeções. Acreditamos que isso é um desafio, mas pode também constituir uma oportunidade. Exige cooperação entre operadores, reguladores e empreiteiros. Exige inovação, mas também que aprendamos com as experiências e que estejamos preparados para ter a coragem de tentar implementá-las no futuro.”

Ao oferecer a sua perspetiva da história da Equinor em Angola, das atividades atuais e dos compromissos futuros no que diz respeito à exploração e transição energética, McCafferty enfatizou o papel que a exploração continuará a desempenhar no futuro energético de Angola. A comemorar 30 anos em Angola, a empresa está a evoluir, mantendo um compromisso com o sector do petróleo e gás através da prospeção e descarbonização.

“Mostrámos que acreditamos que a prospeção tem um papel a desempenhar em Angola e no contexto da transição energética. Pretendemos estar presentes no progresso angolano. O nosso propósito é importante para o país, ao transformarmos os recursos naturais em energia para as pessoas e em progresso para a sociedade. Esse propósito orienta tudo o que fazemos enquanto empresa. Estamos a mudar porque sentimos que há uma oportunidade de criar valor a partir da transição energética.”

A Angola Oil & Gas (AOG) 2021 Aborda o Impacto da Transi??o Energ?tica no Petr?leo e G?s

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

Sob o tema ’Indústria de Petróleo e Gás em Angola: O Roteiro para a Regeneração e Crescimento’, a conferência Angola Oil & Gas (AOG) 2021, organizada pela Energy Capital and Power (www.EnergyCapitalPower.com), incluiu painéis de discussão produtivos, debates esclarecedores e apresentações perspicazes acerca do futuro da indústria do petróleo e gás em Angola. Um painel de debate moderado por Sergio Pugliese, Presidente em Angola da African Energy Chamber, enfatizou o impacto que a transição energética global teve na indústria de petróleo e gás em Angola e o papel que a prospeção irá desempenhar. Entre os participantes estiveram Paul McCafferty, Vice-Presidente Sénior para a exploração e produção internacional em África da Equinor; Adriano Bastos, Presidente Sénior da BP em Angola; e Bráulio de Brito, Presidente do Conselho da Conferência Angola Oil & Gas Services & Technology.

Em África, com os países a dependerem fortemente de investimento estrangeiro direto para o desenvolvimento de projetos energéticos, o impacto da transição, a redução do financiamento e as pressões ambientais globais foram, e continuam a ser, significativos. Ainda assim, o painel enfatizou que a prospeção continuará a desempenhar um papel valioso em África, particularmente na indústria de petróleo e gás em Angola.

“Acreditamos que a prospeção desempenha um papel. Demonstrámos que podemos melhorar a eficiência de nossas operações. Sendo o mais eficiente possível, minimizando a queima, partilhando dentro das nossas parcerias e utilizando tecnologias que comprovadamente melhoram o nosso desempenho, faremos uma grande diferença”, afirmou McCafferty.

Um dos impactos mais significativos que a transição energética pode ter em África é a restrição do desenvolvimento socioeconómico. A exploração dos recursos naturais do continente é a melhor e mais eficaz maneira de garantir o desenvolvimento económico e a erradicação da pobreza. No entanto, se o continente for impedido de desenvolver esses recursos, a transição não terá apenas um impacto significativo no setor de energia, mas na economia como um todo.

“O mundo ainda vai precisar de petróleo e gás, que continuarão a fazer parte da nossa matriz energética. Precisamos de fornecer energia fiável, barata e acessível. Existem muitas áreas que precisam de ser testadas e melhoradas em Angola. A transição energética não afetará a nossa prospeção, mas antes a forma como produzimos esses hidrocarbonetos. Precisamos de ter em atenção a pegada de carbono, não apenas as emissões”, afirmou Bastos.

A transição energética criou também oportunidades para a indústria de petróleo e gás em Angola, com as empresas de serviços locais a conseguirem responder a este desafio, com as instituições financeiras nacionais a desempenharem um papel cada vez maior no setor energético e com as tecnologias de descarbonização a proporcionarem métodos mais limpos de desenvolvimento de combustíveis fósseis.

“É muito desafiante falar acerca de transição energética quando se considera o ponto em que Angola se encontra neste momento. Como sabemos, temos um longo caminho a percorrer para construir a nossa infraestrutura e, claro, é importante continuarmos com esse debate, mas também precisamos de aproveitar a oportunidade de melhorar o que estamos a fazer na atual indústria de petróleo e gás. Ao melhorar a eficiência, por exemplo, podemos maximizar a produção e reduzir o impacto das emissões de carbono”, afirmou Bráulio de Brito.

Por fim, o painel apresentou o valor do desenvolvimento do capital humano e o papel que a capacitação desempenhará na dinamização da indústria de petróleo e gás, na transição energética e num crescimento socioeconómico mais amplo. Com os hidrocarbonetos a continuarem a desempenhar um papel significativo em África, enfatizou-se o desenvolvimento do capital humano, a retenção de jovens talentos na indústria e a garantia de que os jovens ajudem a impulsionar a transformação dos hidrocarbonetos.

“O capital humano é um dos maiores desafios do nosso setor, independentemente da transição energética. Precisamos de mudar e de atrair novos talentos e jovens talentos: pessoas que pensem fora da caixa e pessoas que não façam as coisas da maneira tradicional. A indústria do petróleo e do gás precisa de pessoas que não tenham medo de abraçar a mudança. A indústria tem sofrido com a concorrência de empresas digitais, com jovens talentos a quererem trabalhar na indústria digital e nas energias renováveis. Precisamos de começar a incentivar os jovens talentos a pensar em petróleo e gás. Isso pode ser feito quer por meio de recrutamento quer por meio da instrução e de programas que promovam o talento”, afirmou Bastos.

Angola Oil & Gas (AOG) 2021: Sonangol anuncia que passar? de empresa nacional de petr?leo a empresa de energia no momento em que se prepara para uma OPA

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

O CEO da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins, apresentou a estratégia da empresa num painel dedicado ao upstream durante a primeira manhã da Conferência Angola Oil & Gas 2021 organizado pela Energy Capital & Power (www.EnergyCapitalPower.com); O CEO da Sonangol expressou o seu entusiasmo com os planos de abrir o capital da empresa ao público; Os seus anúncios são a expressão da grande transformação em curso na empresa nacional energética angolana.

Sebastião Gaspar Martins, o CEO da Sonangol, a empresa nacional de petróleo angolana, anunciou quinta-feira que a empresa está a levar para a frente o seu plano de regeneração, que transformará a empresa numa Empresa Nacional de Energia (ENE) abrangente, deixando de ser apenas uma Empresa Petrolífera Nacional (EPN), centrada no petróleo. Isto foi dito durante o seu discurso inaugural acerca do estado da reestruturação da empresa nacional, na Angola Oil & Gas (AOG) 2021, organizado pela Energy Capital & Power em Luanda.

A Sonangol tem estado envolvida num programa de reestruturação que envolve a venda de ativos não-essenciais. A entidade remanescente concentrar-se-á na produção de petróleo e gás enquanto operadora, dedicando-se ainda à produção de energia por meio do gás e de projetos renováveis, que envolvem energia solar, o biogás e o hidrogénio. Reconheceu os desafios que tem pela frente, mas disse que a empresa estava determinada e que algumas das mudanças já começaram a render resultados positivos em termos de redução de custos.

O Governo angolano pretende cotar a Sonangol em bolsa assim que o programa de restruturação tiver terminado, o que acontecerá até ao fim de 2022.

Angola produz atualmente cerca de 1,2 milhões de barris de petróleo por dia, o que faz da EPN de Angola uma oportunidade de investimento apetecível para os investidores quando a empresa for cotada em bolsa. O aumento do portfólio de geração de energia da empresa através de tecnologias verdes e novas tornará a Sonangol mais atraente para os investidores na era da transição energética.

Sebastião Gaspar Martins anunciou ainda a sua intenção de ver a Sonangol expandir a sua posição enquanto operadora de petróleo e gás em Angola. A empresa é atualmente responsável por 2% da produção operada a nível nacional, embora o CEO veja a EPN assumir a responsabilidade por até 10% da produção nacional na próxima década, recuperando capacidade técnica e ambição exploratória.

AOG 2021: S. E. o Ministro de Estado para a Coordena??o Econ?mica de Angola promove o investimento e o conte?do local

MIL OSILUANDA, Angola, 9 de setembro 2021/APO Group/ —

Na abertura da conferência Angola Oil & Gas 2021, S.E. o Ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola, Manuel Nunes Junior, realçou o investimento no conteúdo local em Angola, bem como o seu valor; Empenhado em impulsionar o investimento na indústria do petróleo e gás, o Governo angolano tem apostado em parcerias e em colaborações; À medida que o país acelera a sua transição energética, o seu conteúdo local e o desenvolvimento do capital humano continuarão a desempenhar um papel crítico na indústria do petróleo e gás em Angola.

No seu discurso de abertura da Conferência Angola Oil and Gas (AOG) 2021 esta quinta-feira, S.E. o Ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola, Manuel Nunes Junior, realçou o potencial de investimento de Angola. O ministro destacou o plano do Governo para acelerar o crescimento da indústria energética angolana através da melhoria da legislação que se concentre no apoio e na valorização do desenvolvimento empresarial local.

“A nossa estratégia mais importante no setor da energia continua a ser o capital humano e o aumento da participação das empresas locais no fornecimento de produtos e serviços de origem angolana de apoio ao setor do petróleo e gás. À medida que desviamos a nossa atenção para os esforços de transição energética, devemos implementar iniciativas de investimento que promovam o desenvolvimento de competências que irão conduzir a indústria de hidrocarbonetos para um futuro mais limpo e brilhante para Angola” afirmou S. E. Manuel Nunes Junior.

Em 2020, o Governo angolano aprovou uma nova legislação centrada na maximização dos benefícios da cadeia de valor da indústria do petróleo e gás de forma a promover conteúdo local – uma tarefa tutelada pela Agência Nacional de Petróleos, Biocombustíveis e Gás (ANPG).

Organizado pela Energy Capital & Power, a AOG 2021 é o maior evento energético de Angola. A conferência promove debates intensos, proporcionando oportunidades valiosas de networking e preparando o caminho para um forte setor energético angolano numa era pós-pandémica, apresentando as oportunidades angolanas aos potenciais investidores.

Para saber mais acerca das oportunidades de investimento em energia em Angola, visite www.AngolaOilandGas2021.com.