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Source: Africa Press Organisation – Portuguese –
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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) e o Banco de Desenvolvimento da África Austral (DBSA) assinaram um Acordo-Quadro do Mecanismo Conjunto de Elaboração de Projectos (JPPF). Nos termos do acordo, cada instituição poderá contribuir com um montante máximo de 10 milhões de USD para a elaboração de projectos de infra-estruturas e industriais de elevado impacto e que facilitem o comércio na África do Sul e na região em geral.
O acordo constitui um dos primeiros instrumentos operacionais a surgir na sequência da adesão da África do Sul ao Acordo de Constituição do Afreximbank, em Fevereiro de 2026. A África do Sul tornou-se o 54.º Estado-Membro do Afreximbank em Fevereiro de 2026, altura em que o Banco anunciou igualmente um Programa Nacional no valor de 8 mil milhões de USD para o país. O acordo complementa o Acordo-Quadro de Participação no Risco assinado pelo Afreximbank e pelo DBSA em Fevereiro de 2026, alargando a parceria à fase inicial de elaboração de projectos. Apoia igualmente os objectivos do Plano Nacional de Desenvolvimento da África do Sul para 2030, a integração da SADC e a implementação da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA).
A Sr.ª Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva para o Comércio Intra-africano e Desenvolvimento das Exportações, assinou em nome do Afreximbank, enquanto o Sr. Greg Fyfe, Director de Investimentos do DBSA, assinou em nome da sua instituição.
Através do JPPF, as instituições irão, em conjunto, identificar, avaliar e priorizar projectos, bem como apoiar o trabalho técnico, financeiro e jurídico necessário para resolver os obstáculos à sua viabilidade financeira. Os sectores prioritários incluem a energia, com especial atenção à transição energética; os transportes e a logística; as tecnologias de informação e comunicação; a beneficiação de minerais estratégicos; e outros sectores mutuamente acordados, alinhados com as prioridades de desenvolvimento nacionais, regionais e continentais. O quadro centrar-se-á inicialmente na África do Sul e na região mais ampla da África Austral, com a possibilidade de incluir outras jurisdições africanas de interesse mútuo.
Através do JPPF, o Afreximbank e o DBSA irão colaborar para levar adiante projectos de elevado impacto, desde a fase de concepção até à viabilidade financeira. O foco será colocado nas infra-estruturas facilitadoras do comércio, desenvolvimento industrial e iniciativas orientadas para a exportação em toda África do Sul e na região da África Austral, com potencial extensão a outras jurisdições africanas de interesse estratégico mútuo.
Ao comentar sobre o acordo, a Sr.ª Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva para o Comércio Intra-africano e Desenvolvimento de Exportações do Afreximbank, afirmou:
“O desafio das infra-estruturas em África não se resume apenas à escassez de capital; trata-se igualmente da escassez de projectos elaborados de acordo com os padrões exigidos pelos investidores e financiadores. Este JPPF dá resposta a esta limitação crítica. Ao combinar o mandato do Afreximbank em matéria de comércio e industrialização com a experiência do DBSA no desenvolvimento de infra-estruturas, ajudaremos a fazer avançar os projectos prioritários desde a fase de concepção até à fase de preparação para o investimento e a mobilizar os maiores fundos de financiamento público, privado e misto necessários para a sua implementação. Para a África do Sul e para a região da África Austral em geral, é assim que a elaboração de projectos se torna um instrumento prático para a industrialização, o crescimento das exportações e a integração regional no âmbito da ZCLCA.”
O Sr. Gregory Fyfe, Director de Investimentos do DBSA, afirmou:
“O Mecanismo Conjunto de Elaboração de Projectos representa um passo significativo no sentido de reforçar o conjunto de projectos de infra-estruturas e industriais viáveis para financiamento em toda África do Sul e na região da África Austral. Através desta parceria com o Afreximbank, estamos a alavancar os nossos pontos fortes complementares para melhorar a elaboração de projectos. Isto irá desbloquear oportunidades de investimento e acelerar a concretização de infra-estruturas que apoiam o crescimento económico, a industrialização e a integração regional. Esta iniciativa reflecte o compromisso do DBSA com o desenvolvimento impulsionado por infra-estruturas e com a promoção de um impacto sustentável e a longo prazo através de projectos bem elaborados que atraiam investimento tanto do sector público como do sector privado.”
Os projectos desenvolvidos através do JPPF poderão procurar financiamento a jusante junto do Afreximbank e do DBSA. Poderão igualmente ser apresentados a investidores privados, instituições financeiras de desenvolvimento e entidades de crédito comerciais, estando, em todos os casos, sujeitos a avaliação e aprovação separadas. Ambas as instituições vão colaborar activamente na concepção, elaboração, partilha de conhecimentos e monitorização da carteira, a fim de acelerar a viabilidade financeira e a execução dos projectos.
Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.
Contacto para a Imprensa:
Afreximbank
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com
Banco de Desenvolvimento da África Austral (DBSA)
Sr. Soneni Phiri
Chefe de Marketing e Comunicações
Tel: 011 313 3911
Correio Electrónico: DBSAEnquiries@dbsa.org
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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2) e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.
Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.
Sobre o DBSA:
O Banco de Desenvolvimento da África Austral é uma das principais instituições financeiras de desenvolvimento do continente. O nosso objectivo principal é o de proporcionar soluções de financiamento para o desenvolvimento com impacto, que impulsionem uma mudança transformadora na África do Sul e no resto do continente africano. Melhorar a qualidade de vida das pessoas em África é o foco fundamental do nosso impacto no desenvolvimento. O nosso objectivo é alterar o curso da história, rumo a uma prosperidade partilhada, através de investimentos multifacetados em infra-estruturas sustentáveis e no desenvolvimento das capacidades humanas. As nossas soluções abrangem todas as fases da cadeia de valor do desenvolvimento de infra-estruturas, desde a planificação e elaboração de projectos, passando por uma variedade de investimentos financeiros e não financeiros, até à implementação e execução de infra-estruturas. As nossas principais áreas de intervenção incluem a Energia, as TIC, os Transportes, a Água e Saneamento. As nossas áreas secundárias de intervenção incluem a Educação, a Habitação e Saúde.
