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Início Admin Trabalho Ministra do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS) determina maior interacção entre as agências de colocação e o Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP) para reforçar a dinamização do mercado de trabalho Admin Trabalho Ministra do MAPTSS determina maior interacção entre as agências de colocação e o INEFOP para reforçar a dinamização do mercado de trabalho

Início Admin Trabalho Ministra do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS) determina maior interacção entre as agências de colocação e o Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP) para reforçar a dinamização do mercado de trabalho Admin Trabalho Ministra do MAPTSS determina maior interacção entre as agências de colocação e o INEFOP para reforçar a dinamização do mercado de trabalho

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Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Angola tem, actualmente, licenciadas 182 Empresas de Cedência Temporária de Trabalhadores e 126 Agências Privadas de Colocação, números que demonstram a existência de um sector expressivo e com potencial para contribuir, de forma mais significativa para a dinamização do mercado de trabalho.

As agências servem de ponte entre quem procura emprego e quem precisa de contratar, sob a supervisão do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP).

Os dados foram divulgados, em Luanda, pela ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, durante o Encontro Nacional com os Operadores das Agências Privadas de Colocação e das Empresas de Cedência Temporária de Trabalhadores, promovido pelo INEFOP, que teve como lema “Unindo Esforços para Fortalecer o Mercado de Trabalho”.

Teresa Rodrigues Dias esclareceu que o número de operadores licenciados, por si só, não permite avaliar o verdadeiro impacto da sua actividade, porque tem se verificado um número significativo de operadores que não reporta, de forma regular e completa, os dados referentes aos trabalhadores efectivamente colocados ou cedidos.

Esta situação, destacou, merece particular atenção e deve ser alterada, passando de uma lógica centrada apenas no licenciamento das
entidades para uma lógica orientada para os resultados efectivos da sua actividade.

Para isso, disse, é fundamental saber quantos cidadãos estão a ser colocados no mercado de trabalho, em que províncias, sectores de actividade, profissões e com que características.

“Precisamos, igualmente, conhecer as áreas profissionais que concentram maior procura e número de colocações, assim como aquelas em que persistem mais dificuldades de inserção. Esta informação é essencial, não apenas para o Executivo, mas também para os próprios operadores, empregadores, entidades formadoras e candidatos aos empregos”, revelou Teresa Rodrigues Dias.

A ministra realçou que um sistema de informação de emprego robusto, permite antecipar necessidades de competências, orientar a formação profissional, melhorar os serviços de intermediação laboral e apoiar a definição de políticas públicas de emprego mais ajustadas à realidade económica do País.

Teresa Rodrigues Dias quer que haja maior interacção entre os sectores, orientou que se assegure a fiscalização das entidades licenciadas, que estejam a exercer a actividade para a qual foram autorizadas, e que os respectivos dados, sejam devidamente registados e reportados.

A governante pediu a criação de condições para que o processo de reporte seja simples, digital, regular e eficiente, reduzindo constrangimentos administrativos e promover uma cultura de cumprimento.

Por essa razão, disse, o encontro deve ser visto não apenas como um espaço de transmissão de orientações, mas sobretudo como um fórum de diá. aberto, franco e construtivo.

“Precisamos de ouvir os operadores, compreender as dificuldades que enfrentam, identificar os constrangimentos existentes nos processos de colocação e cedência temporária de trabalhadores. E sobretudo, encontrar soluções conjuntas que permitam melhorar o funcionamento do sector”.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.