Miguel Azevedo, Chefe de Investimentos Banc?rios do Citigroup, confirma presen?a na AOG (Angola Oil and Gas) 2021 em Luanda, Angola

MIL OSILUANDA, Angola, 29 de julho 2021/APO Group/ —

Como participante confirmado, Miguel Azevedo irá moldar as discussões sobre o potencial de investimento da indústria energética de Angola, desde a exploração de petróleo e gás à petroquímica e energias renováveis; a importância de priorizar a monetização do gás para acelerar as iniciativas de eletrificação como um ativo crítico para impulsionar o crescimento económico numa era pós-COVID-19.

Miguel Azevedo, Chefe de Investimentos Bancários do Citigroup – Médio Oriente, África e Portugal, confirmou a sua presença na conferência Angola Oil and Gas Conference (AOG) (Angola Oil and Gas) 2021, a decorrer no Centro de Convenções de Talatona (CCTA) de Luanda, de 09 – 10 de setembro. Miguel Azevedo vai conduzir a discussão sobre as potenciais oportunidades de investimento que irão desempenhar um papel crucial no crescimento económico de Angola, principalmente através da diversificação do portfólio de energia.

Desde que assumiu o cargo, S.E. o Presidente João Lourenço lançou o Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022 e a actualizou a Estratégia de Exploração de Hidrocarbonetos 2020-2025 para intensificar, pesquisar e avaliar geologicamente concessões e áreas acessíveis de bacias sedimentares para exploração em Angola. O Ministério dos Recursos Minerais e Petróleo, chefiado por S.E. o Ministro Diamantino Pedro Azevedo e outras partes interessadas em Angola, incluindo a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e a Sonangol, estão todos a explorar activamente formas de adaptar as suas operações para reflectir o crescimento numa era pós-COVID-19.

Miguel Azevedo trará para o AOG 2021 a sua experiência em várias conferências do Fórum Económico Mundial (WEF), onde tem promovido activamente a importância dos investimentos em projetos relacionados com a energia em África para acelerar as ambições do continente para a industrialização e crescimento económico. No Ruanda, Miguel Azevedo também conduziu discussões significativas sobre a conexão dos recursos da África através da transformação digital, pedindo maiores investimentos em projetos de gás para geração eléctrica para aumentar a capacidade de geração de energia do continente Africano, permitindo uma oportunidade competitiva contra outros mercados desenvolvidos através da digitalização. Miguel Azevedo acredita firmemente que o crescimento económico depende da estabilidade do sector elétrico e da distribuição eficaz de eletricidade; ele defende constantemente a diversificação dos portfólios de energia, com foco em energias mais limpas.

“Queremos assegurar que temos as mentes mais experientes para fomentar as boas discussões que irão conduzir a negócios e projectos que contribuam positivamente para o crescimento da economia angolana. A experiência do Miguel com investimentos em mercados africanos será essencial para a narrativa da Sonangol e da ANPG para fomentar o investimento internacional em Angola,” – afirma João Gaspar Marques, Diretor da Conferência Internacional da Energy Capital & Power (ECP), a organizadora da conferência AOG 2021.

Miguel Azevedo ingressou no Citigroup em 2010 como Chefe das Finanças e Investimentos do grupo, em Portugal. Em meados de 2012, foi nomeado Chefe de Investimentos Bancários para África (Excepto África do Sul e Egipto). Em novembro de 2017, Miguel foi nomeado Chefe de Investimentos Bancários para o Médio Oriente e África (excepto África do Sul).

A AOG 2021 é o evento de energia mais esperado a ocorrer, não apenas em Angola, mas em África em 2021. A AOG 2021 é exclusiva, transformadora e impulsiona o sector energético, oferecendo uma plataforma para networking, negociações e parcerias de investimento que irão impulsionar o crescimento e  o sucesso do sector de energia de Angola. Organizada pela ECP e sob os auspícios do Ministério dos Recursos Minerais e Petróleo, a AOG 2021 está empenhada em acelerar o progresso energético angolano na sequência da pandemia da COVID-19.