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Brasil: Mulher na Política

Brasil: Mulher na Política

Source: United Nations – in Portuguese

Headline: Brasil: Mulher na Política

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A peruana Gladys Acosta defende os direitos femininos de formas direta e clara. Para ela, as mulheres na América Latina e no Caribe conseguiram vários avanços, mas ainda há um longo caminho a percorrer na direção de assumir o que classifica de “direitos plenos da cidadania”.

No início deste mês, ela esteve no Brasil para participar das comemorações do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março.

Entrevista – Gladys Acosta – parte 01 (4:39)

Entrevista – Gladys Acosta – parte 02 (5:12)

Encontrou-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com os demais representantes do governo e da sociedade civil, ONGs de mulheres e os funcionários do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para Mulheres, Unifem.

Cargos Eletivos

Para ela, um dos desafios do Brasil é na área de cargos eletivos. “O país só tem 9% de mulheres no Parlamento. Isso é muito pouco. Países como Costa Rica e Argentina que impuseram uma cota têm muito mais”, compara.

A Costa Rica tem uma mulher na vice-presidência e outras liderando várias pastas do gabinete. A Argentina, no ano passado, elegeu sua primeira presidente por voto direto.

Acosta afirma que se o Brasil impuser a cota para o funcionamento do Congresso, as coisas poderiam mudar.

“Não é só colocar cotas para os partidos, o Congresso também tem que ter a sua”, diz.

Acompanhe a entrevista da chefe da Seção do Unifem para América Latina e Caribe, concedida à Mônica Villela Grayley. Ela começa explicando os avanços e desafios do movimento feminino nos últimos anos.

MIL OSI