Ministro da Defesa visita o Exército Ministro assistiu a demonstração de capacidades e meios, com forças ligeiras, forças médias e forças pesadas, incluindo de fogos reais

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O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, visitou o Exército, deslocando-se ao Campo Militar de Santa Margarida, em Constância, onde foi recebido pelo Chefe de Estado-Maior, General Nunes da Fonseca, e recebeu honras militares.

Na visita oficial ao Exército, João Gomes Cravinho recebeu ainda os cumprimentos da cadeia de comando do Exército e assistiu a um briefing sobre as suas missão, estrutura, meios e capacidades.

De seguida, o Ministro assistiu a uma demonstração de capacidades e meios, com forças ligeiras da Brigada de Reação Rápida, forças médias da Brigada de Intervenção e forças pesadas da Brigada Mecanizada, incluindo de fogos reais.

«Quero dirigir uma palavra de agradecimento e de reconhecimento», disse João Gomes Cravinho: «Agradecimento por este exercício de demonstração de projeção de força» e reconhecimento por «todo o trabalho que fazem quotidianamente, todo o treino que fazem» e «toda a capacitação que ao longo dos tempos estão envolvidos de forma a honrar o nome de Portugal».

O Ministro acrescentou que «é isso que têm feito nas nossas Forças Nacionais Destacadas, nos vários teatros de operações, em muitos casos preparadas aqui em de Santa Margarida», dirigindo-se às forças em parada.

«No vosso caso, muito provavelmente, irão participar em missões internacionais» e «não duvido que tal como todos aqueles que estão agora na República Centro-Africana, no Afeganistão, no Iraque e em vários outros teatros de operações, também saberão honrar o nome de Portugal», disse ainda.

«Santa Margarida é o mais importante campo militar de Portugal» e «é um prazer redobrado conhecer pessoalmente o Campo Militar, conhecer as capacidades que aqui se desenvolvem, a formação e a preparação que se fazem para a efetividade da projeção de forças», disse o Ministro.

Na sua apresentação sobre a situação do Exército, o Chefe do Estado-Maior, Nunes da Fonseca, sublinhou as oportunidades e os desafios a longo prazo para executar as missões que lhe são confiadas nos domínios da sua capacidade operacional, missões e organização.

Ministro assistiu a demonstração de capacidades e meios, com forças ligeiras, forças médias e forças pesadas, incluindo de fogos reais

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O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, visitou o Exército, deslocando-se ao Campo Militar de Santa Margarida, em Constância, onde foi recebido pelo Chefe de Estado-Maior, General Nunes da Fonseca, e recebeu honras militares.

Na visita oficial ao Exército, João Gomes Cravinho recebeu ainda os cumprimentos da cadeia de comando do Exército e assistiu a um briefing sobre as suas missão, estrutura, meios e capacidades.

De seguida, o Ministro assistiu a uma demonstração de capacidades e meios, com forças ligeiras da Brigada de Reação Rápida, forças médias da Brigada de Intervenção e forças pesadas da Brigada Mecanizada, incluindo de fogos reais.

«Quero dirigir uma palavra de agradecimento e de reconhecimento», disse João Gomes Cravinho: «Agradecimento por este exercício de demonstração de projeção de força» e reconhecimento por «todo o trabalho que fazem quotidianamente, todo o treino que fazem» e «toda a capacitação que ao longo dos tempos estão envolvidos de forma a honrar o nome de Portugal».

O Ministro acrescentou que «é isso que têm feito nas nossas Forças Nacionais Destacadas, nos vários teatros de operações, em muitos casos preparadas aqui em de Santa Margarida», dirigindo-se às forças em parada.

«No vosso caso, muito provavelmente, irão participar em missões internacionais» e «não duvido que tal como todos aqueles que estão agora na República Centro-Africana, no Afeganistão, no Iraque e em vários outros teatros de operações, também saberão honrar o nome de Portugal», disse ainda.

«Santa Margarida é o mais importante campo militar de Portugal» e «é um prazer redobrado conhecer pessoalmente o Campo Militar, conhecer as capacidades que aqui se desenvolvem, a formação e a preparação que se fazem para a efetividade da projeção de forças», disse o Ministro.

Na sua apresentação sobre a situação do Exército, o Chefe do Estado-Maior, Nunes da Fonseca, sublinhou as oportunidades e os desafios a longo prazo para executar as missões que lhe são confiadas nos domínios da sua capacidade operacional, missões e organização.

Portugal Inovação Social já apoiou 232 projetos num total de 28 milhões de euros

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A iniciativa pública Portugal Inovação Social já destinou 28 milhões de euros em fundos da União Europeia para apoiar 232 projetos no País, afirmou a Ministra da Presidência e Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques.

Maria Manuel Leitão Marques falava em Viana do Alentejo, Évora, onde assistiu a uma ação do Programa ColorADD nas Escolas, apoiado pela iniciativa Portugal Inovação Social e que visa a deteção e integração social do individuo daltónico.

Num dia dedicado à inovação social no Alentejo, a Ministra referiu que esta é uma região pela qual é preciso puxar mais «para ter mais iniciativa», acrescentando que é preciso deixar «o alerta» junto de autarcas, instituições e empreendedores para que «aproveitem» os fundos comunitários disponíveis.

«Muitas vezes queremos fazer coisas, queremos tomar iniciativa e não temos financiamento. Neste caso, temos financiamento» o que é preciso é «atrair mais parceiros» sobretudo no Alentejo, disse ainda.

Para a Ministra, os projetos desenvolvidos ao abrigo da iniciativa Portugal Inovação Social «não substituem as respostas tradicionais, como a escola pública ou como toda a área do apoio social que é dada pela Segurança Social», mas complementam-nas e «introduzem outras soluções para problemas que são cada vez maiores, desde logo em termos demográficos», como é o caso do «isolamento das populações idosas, que tanto nos preocupa.»

Maria Manuel Leitão Marques referiu ainda que «com ajuda dos empreendedores», «dos municípios» e «este apoio da União Europeia que o Governo disponibiliza» é possível «fazer muito mais.»

 

A Portugal Inovação Social é uma iniciativa pública nacional, pioneira na Europa, criada para promover a inovação e o empreendedorismo social em Portugal, através da mobilização de Fundos da União Europeia, no âmbito do Portugal 2020.

Gere quatro instrumentos de financiamento que se complementam e que acompanham o ciclo de vida dos projetos: capacitação para o investimento Social, parcerias para o impacto, títulos de impacto social e fundo para a inovação social.

As verbas disponíveis são destinadas às regiões de convergências, ou seja, ao norte, centro e Alentejo, e servem para apoiar projetos sustentáveis.

Portugal Inovação Social já apoiou 232 projetos num total de 28 milhões de euros Ministra da Presidência e Modernização Administrativa alertou para a necessidade de aproveitamento dos fundos comunitários disponíveis

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A iniciativa pública Portugal Inovação Social já destinou 28 milhões de euros em fundos da União Europeia para apoiar 232 projetos no País, afirmou a Ministra da Presidência e Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques.

Maria Manuel Leitão Marques falava em Viana do Alentejo, Évora, onde assistiu a uma ação do Programa ColorADD nas Escolas, apoiado pela iniciativa Portugal Inovação Social e que visa a deteção e integração social do individuo daltónico.

Num dia dedicado à inovação social no Alentejo, a Ministra referiu que esta é uma região pela qual é preciso puxar mais «para ter mais iniciativa», acrescentando que é preciso deixar «o alerta» junto de autarcas, instituições e empreendedores para que «aproveitem» os fundos comunitários disponíveis.

«Muitas vezes queremos fazer coisas, queremos tomar iniciativa e não temos financiamento. Neste caso, temos financiamento» o que é preciso é «atrair mais parceiros» sobretudo no Alentejo, disse ainda.

Para a Ministra, os projetos desenvolvidos ao abrigo da iniciativa Portugal Inovação Social «não substituem as respostas tradicionais, como a escola pública ou como toda a área do apoio social que é dada pela Segurança Social», mas complementam-nas e «introduzem outras soluções para problemas que são cada vez maiores, desde logo em termos demográficos», como é o caso do «isolamento das populações idosas, que tanto nos preocupa.»

Maria Manuel Leitão Marques referiu ainda que «com ajuda dos empreendedores», «dos municípios» e «este apoio da União Europeia que o Governo disponibiliza» é possível «fazer muito mais.»

 

A Portugal Inovação Social é uma iniciativa pública nacional, pioneira na Europa, criada para promover a inovação e o empreendedorismo social em Portugal, através da mobilização de Fundos da União Europeia, no âmbito do Portugal 2020.

Gere quatro instrumentos de financiamento que se complementam e que acompanham o ciclo de vida dos projetos: capacitação para o investimento Social, parcerias para o impacto, títulos de impacto social e fundo para a inovação social.

As verbas disponíveis são destinadas às regiões de convergências, ou seja, ao norte, centro e Alentejo, e servem para apoiar projetos sustentáveis.

Ministra da Presidência e Modernização Administrativa alertou para a necessidade de aproveitamento dos fundos comunitários disponíveis

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A iniciativa pública Portugal Inovação Social já destinou 28 milhões de euros em fundos da União Europeia para apoiar 232 projetos no País, afirmou a Ministra da Presidência e Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques.

Maria Manuel Leitão Marques falava em Viana do Alentejo, Évora, onde assistiu a uma ação do Programa ColorADD nas Escolas, apoiado pela iniciativa Portugal Inovação Social e que visa a deteção e integração social do individuo daltónico.

Num dia dedicado à inovação social no Alentejo, a Ministra referiu que esta é uma região pela qual é preciso puxar mais «para ter mais iniciativa», acrescentando que é preciso deixar «o alerta» junto de autarcas, instituições e empreendedores para que «aproveitem» os fundos comunitários disponíveis.

«Muitas vezes queremos fazer coisas, queremos tomar iniciativa e não temos financiamento. Neste caso, temos financiamento» o que é preciso é «atrair mais parceiros» sobretudo no Alentejo, disse ainda.

Para a Ministra, os projetos desenvolvidos ao abrigo da iniciativa Portugal Inovação Social «não substituem as respostas tradicionais, como a escola pública ou como toda a área do apoio social que é dada pela Segurança Social», mas complementam-nas e «introduzem outras soluções para problemas que são cada vez maiores, desde logo em termos demográficos», como é o caso do «isolamento das populações idosas, que tanto nos preocupa.»

Maria Manuel Leitão Marques referiu ainda que «com ajuda dos empreendedores», «dos municípios» e «este apoio da União Europeia que o Governo disponibiliza» é possível «fazer muito mais.»

 

A Portugal Inovação Social é uma iniciativa pública nacional, pioneira na Europa, criada para promover a inovação e o empreendedorismo social em Portugal, através da mobilização de Fundos da União Europeia, no âmbito do Portugal 2020.

Gere quatro instrumentos de financiamento que se complementam e que acompanham o ciclo de vida dos projetos: capacitação para o investimento Social, parcerias para o impacto, títulos de impacto social e fundo para a inovação social.

As verbas disponíveis são destinadas às regiões de convergências, ou seja, ao norte, centro e Alentejo, e servem para apoiar projetos sustentáveis.

Centros de Alto Rendimento são fundamentais para afirmação de Portugal como destino desportivo

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O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou que a promoção internacional dos Centros de Alto Rendimento (CAR) é fundamental para a sua viabilidade económica e para a afirmação de Portugal como destino desportivo.

Durante a sessão de encerramento do projeto de internacionalização da Rede Nacional de CAR, em Rio Maior, o Ministro destacou a «mais-valia» da iniciativa para a promoção internacional dos atletas e das federações e para a monitorização «do potencial de rentabilização dos CAR.»

O projeto visa potenciar a promoção dos 14 centros de alto rendimento no País (abrangendo 18 modalidades desportivas) em dez novos mercados internacionais, designadamente, Alemanha, Angola, Austrália, Brasil, China, Emirados Árabes Unidos, França, Reino Unido, Rússia e Suécia.

A internacionalização da rede, cujo projeto deverá ficar concluído até ao final do ano, está a ser feita com recurso à produção de vídeos e manuais técnicos alusivos aos respetivos CAR, apresentando ainda Portugal como um destino desportivo.

Para já, 20 jornalistas dos 10 países e 60 dirigentes, decisores, técnicos e treinadores de todas as modalidades representadas nos CAR visitaram as estruturas nacionais.

Paulo Frischknecht, presidente da Fundação do Desporto, referiu que os CAR mais conhecidos, como o de Jamor e de Rio Maior, «têm uma ocupação plena» ao longo do ano, mas «na restante parte da rede, há ainda alguns em que é necessário suprir algumas lacunas em termos de eficácia» para que seja atingida «a sua plenitude.»

O projeto de Internacionalização da Rede Nacional de CAR tem um orçamento de 1,2 milhões de euros, suportado pelo programa Portugal 2020.

A sessão de encerramento do projeto ficou ainda marcada pela inauguração, no CAR de Rio Maior, de uma sala de estudo de apoio à Unidade de Apoio ao Alto Rendimento na Escola (UAARE).

No país existem atualmente 16 UAARE que, conforme refere Tiago Brandão Rodrigues, «apoiam 350 alunos/atletas, que praticam 32 modalidades» e cujo sucesso escolar ronda os 90%.

Centros de Alto Rendimento são fundamentais para afirmação de Portugal como destino desportivo Projeto de internacionalização tem orçamento de 1,2 milhões de euros, suportado pelo programa Portugal 2020

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O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou que a promoção internacional dos Centros de Alto Rendimento (CAR) é fundamental para a sua viabilidade económica e para a afirmação de Portugal como destino desportivo.

Durante a sessão de encerramento do projeto de internacionalização da Rede Nacional de CAR, em Rio Maior, o Ministro destacou a «mais-valia» da iniciativa para a promoção internacional dos atletas e das federações e para a monitorização «do potencial de rentabilização dos CAR.»

O projeto visa potenciar a promoção dos 14 centros de alto rendimento no País (abrangendo 18 modalidades desportivas) em dez novos mercados internacionais, designadamente, Alemanha, Angola, Austrália, Brasil, China, Emirados Árabes Unidos, França, Reino Unido, Rússia e Suécia.

A internacionalização da rede, cujo projeto deverá ficar concluído até ao final do ano, está a ser feita com recurso à produção de vídeos e manuais técnicos alusivos aos respetivos CAR, apresentando ainda Portugal como um destino desportivo.

Para já, 20 jornalistas dos 10 países e 60 dirigentes, decisores, técnicos e treinadores de todas as modalidades representadas nos CAR visitaram as estruturas nacionais.

Paulo Frischknecht, presidente da Fundação do Desporto, referiu que os CAR mais conhecidos, como o de Jamor e de Rio Maior, «têm uma ocupação plena» ao longo do ano, mas «na restante parte da rede, há ainda alguns em que é necessário suprir algumas lacunas em termos de eficácia» para que seja atingida «a sua plenitude.»

O projeto de Internacionalização da Rede Nacional de CAR tem um orçamento de 1,2 milhões de euros, suportado pelo programa Portugal 2020.

A sessão de encerramento do projeto ficou ainda marcada pela inauguração, no CAR de Rio Maior, de uma sala de estudo de apoio à Unidade de Apoio ao Alto Rendimento na Escola (UAARE).

No país existem atualmente 16 UAARE que, conforme refere Tiago Brandão Rodrigues, «apoiam 350 alunos/atletas, que praticam 32 modalidades» e cujo sucesso escolar ronda os 90%.

Projeto de internacionalização tem orçamento de 1,2 milhões de euros, suportado pelo programa Portugal 2020

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O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou que a promoção internacional dos Centros de Alto Rendimento (CAR) é fundamental para a sua viabilidade económica e para a afirmação de Portugal como destino desportivo.

Durante a sessão de encerramento do projeto de internacionalização da Rede Nacional de CAR, em Rio Maior, o Ministro destacou a «mais-valia» da iniciativa para a promoção internacional dos atletas e das federações e para a monitorização «do potencial de rentabilização dos CAR.»

O projeto visa potenciar a promoção dos 14 centros de alto rendimento no País (abrangendo 18 modalidades desportivas) em dez novos mercados internacionais, designadamente, Alemanha, Angola, Austrália, Brasil, China, Emirados Árabes Unidos, França, Reino Unido, Rússia e Suécia.

A internacionalização da rede, cujo projeto deverá ficar concluído até ao final do ano, está a ser feita com recurso à produção de vídeos e manuais técnicos alusivos aos respetivos CAR, apresentando ainda Portugal como um destino desportivo.

Para já, 20 jornalistas dos 10 países e 60 dirigentes, decisores, técnicos e treinadores de todas as modalidades representadas nos CAR visitaram as estruturas nacionais.

Paulo Frischknecht, presidente da Fundação do Desporto, referiu que os CAR mais conhecidos, como o de Jamor e de Rio Maior, «têm uma ocupação plena» ao longo do ano, mas «na restante parte da rede, há ainda alguns em que é necessário suprir algumas lacunas em termos de eficácia» para que seja atingida «a sua plenitude.»

O projeto de Internacionalização da Rede Nacional de CAR tem um orçamento de 1,2 milhões de euros, suportado pelo programa Portugal 2020.

A sessão de encerramento do projeto ficou ainda marcada pela inauguração, no CAR de Rio Maior, de uma sala de estudo de apoio à Unidade de Apoio ao Alto Rendimento na Escola (UAARE).

No país existem atualmente 16 UAARE que, conforme refere Tiago Brandão Rodrigues, «apoiam 350 alunos/atletas, que praticam 32 modalidades» e cujo sucesso escolar ronda os 90%.

Turismo no interior «tem de deixar valor no território»

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O Secretário de Estado para a Valorização do Interior, João Catarino, afirmou que o turismo no interior «tem de deixar valor no território».
 
Na Cimeira Internacional Destinos Culturais Sustentáveis, em Idanha-a-Nova, o Secretário de Estado referiu à Lusa que «o turismo é sem dúvida nenhuma um grande instrumento para revitalizar economicamente o interior».
 
João Catarino enumerou a autenticidade, a gastronomia, a natureza e a despoluição como trunfos do turismo no interior e sublinhou que «os residentes nestes territórios não podem ser apenas figurantes de graça do turismo do litoral».
 
«Temos de criar modelos em que os agentes locais e os residentes possam também ter um retorno económico e social deste turismo», acrescentou.
 
O Governo lançou um conjunto de linhas específicas e exclusivas para a valorização do turismo no interior, na perspetiva de valorizar o território e de ter em todo o território agentes que possam receber os turistas e com eles interagir, mostrando as potencialidades que o turismo no interior tem.
 
O Secretário de Estado destacou também que em 2019 os valores de apoio do Estado para a divulgação internacional do turismo nas regiões do Centro, Alentejo e Açores vão ser aumentados.
 
João Catarino realçou ainda a importância da Associação Aldeias Históricas na construção de um turismo no interior: «São um ótimo exemplo e é este trabalho que tem de ser continuado».

Turismo no interior «tem de deixar valor no território» Secretário de Estado para a Valorização do Interior destacou importância de agentes locais e residentes terem retorno económico e social

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O Secretário de Estado para a Valorização do Interior, João Catarino, afirmou que o turismo no interior «tem de deixar valor no território».
 
Na Cimeira Internacional Destinos Culturais Sustentáveis, em Idanha-a-Nova, o Secretário de Estado referiu à Lusa que «o turismo é sem dúvida nenhuma um grande instrumento para revitalizar economicamente o interior».
 
João Catarino enumerou a autenticidade, a gastronomia, a natureza e a despoluição como trunfos do turismo no interior e sublinhou que «os residentes nestes territórios não podem ser apenas figurantes de graça do turismo do litoral».
 
«Temos de criar modelos em que os agentes locais e os residentes possam também ter um retorno económico e social deste turismo», acrescentou.
 
O Governo lançou um conjunto de linhas específicas e exclusivas para a valorização do turismo no interior, na perspetiva de valorizar o território e de ter em todo o território agentes que possam receber os turistas e com eles interagir, mostrando as potencialidades que o turismo no interior tem.
 
O Secretário de Estado destacou também que em 2019 os valores de apoio do Estado para a divulgação internacional do turismo nas regiões do Centro, Alentejo e Açores vão ser aumentados.
 
João Catarino realçou ainda a importância da Associação Aldeias Históricas na construção de um turismo no interior: «São um ótimo exemplo e é este trabalho que tem de ser continuado».