ANPG Lan?a Programa de Ofertas Permanente para Aumentar a Explora??o de Petr?leo e G?s em Angola

MIL OSILUANDA, Angola, 13 de setembro 2021/APO Group/ —

Administrador da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG), César Paxe, anunciou oficialmente os esforços da Agência para aumentar a exploração de petróleo e gás no AOG 2021; Um novo programa de ofertas permanentes permitirá à ANPG negociar a exploração dos recursos petrolíferos disponíveis ao longo do ano, sem a necessidade de um anúncio de leilão; O anúncio foi feito na Angola Oil & Gas 2021, organizada pela Energy Capital & Power (www.EnergyCapitalPower.com), que pôs os líderes do petróleo e gás angolano frente a frente com investidores internacionais para discussões que visam acelerar o investimento na indústria energética Angolana numa era pós-COVID-19.

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG) lançou um programa de ofertas permanentes que permitirá à concessionária nacional negociar múltiplos recursos derivados do petróleo disponíveis em Angola ao longo do ano sem a necessidade de um leilão.

O governo angolano aprovou a proposta no final de agosto, e o novo programa de ofertas permanentes permitirá à concessionária promover e negociar concessões de petróleo e gás de forma proactiva, independentemente das regras e regulamentos da Estratégia de Alocação de Concessões, que foi aprovada pelo decreto presidencial 52/19 de 18 de Fevereiro. Vai permitir à concessionária adoptar estratégias competitivas e robustas para atrair investimento internacional no sector energético de Angola.

Os investidores podem contactar a ANPG para apresentar proposta de investimento nos recursos petrolíferos disponíveis para exploração em Angola, num processo totalmente transparente e conforme,” disse César Paxe, Administrador da ANPG.

O programa de oferta permanente permitirá a continuidade das negociações entre as operadoras e a concessionária sobre os campos onde o prazo de concessão irá expirar ou sobre as concessões que não foram contempladas na estratégia da concessão. De acordo com o novo programa, as concessões permanecerão permanentemente disponíveis para negociações com potenciais investidores.

Na AOG2021, que decorreu de 9 a 10 de setembro de 2021, a ANPG promoveu activamente Angola como o melhor mercado para investir na indústria energética na era pós-Covid 19. Os representantes da concessionária desempenharam um papel fundamental em diversos painéis de discussão de alto nível, promovendo tanto a posição da empresa como líder global em energia, como a posição de Angola como um dos principais mercados de hidrocarbonetos.

Equinor Reafirma o seu Compromisso com a Explora??o Angolana

MIL OSIDAKAR, Senegal, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

Os Vice-Presidentes Sénior da Equinor Exploration and Production International, Paul McCafferty e Gustavo Baquero, e Nina Koch, Country Manager da Equinor, estiveram presentes na Angola Oil & Gas (AOG) 2021 em Luanda organizada pela Energy Capital & Power (www.EnergyCapitalPower.com), nos dias 9 e 10 de setembro. Reforçando o seu compromisso com Angola, bem como as suas colaborações de sucesso com as autoridades angolanas, McCafferty, Baquero e Koch conduziram uma discussão intensa acerca dos desafios atuais e futuros que a indústria enfrenta.

A comemorar este ano o seu trigésimo aniversário em Angola, a empresa energética norueguesa partilhou as suas conquistas e planos futuros, bem como soluções para os desafios enfrentados na indústria global de petróleo e gás. Parceira em oito campos de produção offshore na bacia do Congo, a Equinor tem sido uma força motriz da indústria de exploração e produção do país. Com uma produção de capital de cerca de 120.000 barris de equivalente em petróleo por dia, a empresa está empenhada em aprofundar as parcerias em Angola de forma a potenciar a actividade setorial e a posicionar-se ainda mais como um dos principais concorrentes em hidrocarbonetos.

Na AOG 2021, os representantes da empresa desempenharam um papel ativo em vários painéis de discussão de elevado nível, promovendo quer a posição da empresa como líder global em energia quer a posição de Angola como um mercado de hidrocarbonetos de topo.

O Painel Mulheres na Energia da AOG 2021 Coloca as Mulheres na Vanguarda do Desenvolvimento de ?frica

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

Constituindo o setor energético um dos setores mais desiguais a nível global, e continuando a participação feminina a ser consideravelmente baixa, a Angola Oil & Gas (AOG) 2021 destacou soluções para aumentar a inclusão e garantir que as mulheres estejam ativamente envolvidas na transformação energética de África num painel de discussão acerca das Mulheres na Energia. Além de se terem identificado as raízes do problema no que diz respeito à educação e às barreiras à entrada, foi identificada também a necessidade de se apoiar e de se criar oportunidades para as mulheres dedicadas ao estudo da Ciência, Tecnologia, Engenharia e da Matemática.

Entre os participantes no painel encontravam-se: Nina Birgitte Koch, Diretora-Geral da Equinor Angola; Lame Verre, Head of Strategy/Responsável pelas Soluções para Clientes de Energia da SSE plc no Reino Unido; Ayotola Jagun, Compliance Officer e Secretário da Empresa da Oando PLC na Nigéria; e Sandra Almeida, Gerente Jurídica da TotalEnergies EP Angola. Enfatizando a cultura no local de trabalho, as raízes do problema no que diz respeito ao fosso entre géneros e o valor da inclusão, o seminário contribuiu para uma abordagem integrada que permita aumentar a participação.

“É uma abordagem em duas frentes: em primeiro lugar, a menos que se ataque o problema pela raiz, com mais mulheres capazes de estudar Engenharia e mais apoios no estudo das disciplinas STEM, não haverá inclusão. Em segundo lugar, precisamos de práticas favoráveis no local de trabalho. Continuam a existir normas sociais nocivas, viéses e preconceitos na indústria de petróleo e gás, e é lamentável que ainda estejamos a falar acerca de desigualdade em 2021”, afirmou Ayotola Jagun.

Ayotola Jagun pediu que as mulheres se erguessem e quebrassem essa barreira invisível e que se apoiassem umas às outras a ascender na hierarquia até aos cargos de gerência sénior e executiva.

Enquanto isso, o valor de uma cultura de trabalho acolhedora e de uma inclusão reforçada foi enfatizado. Com o crescimento setorial e a transição energética a exigirem maior inovação, é fundamental uma abordagem colaborativa para a tomada de decisões, bem como para o funcionamento e desenvolvimento.

Sandra Almeida discutiu a diferença entre inclusão e integração, sublinhando que a diversidade celebra as diferenças culturais e possibilita um ambiente de respeito, ao passo que a integração constituiu uma forma de apropriação em que se espera que uma identidade de grupo se conforme de alguma forma a outra.

“O que queremos é o conceito de inclusão. Na TotalEnergies, acreditamos no valor de todos e de diferentes perspectivas e soluções. Diversidade e inclusão é ter mulheres e homens a trabalharem juntos, com a mesma determinação, para atingir o mesmo objetivo”, afirmou.

“As empresas estão a dar um grande passo quando aderem a um compromisso de longo prazo com a inclusão. Contudo, não se trata de escolher alguém pelo seu género, trata-se de competência, de escolher conscientemente e de garantir a diversidade. Precisamos de uma abordagem cooperativa na indústria energética. É extremamente interessante trabalhar neste setor, com muitas possibilidades para as mulheres”, afirmou Nina Birgitte.

As mulheres têm um papel decisivo a desempenhar no avanço da indústria do petróleo e gás em África. Ao promover uma maior inclusão em todos os níveis e em toda a cadeia de valor da energia, o desenvolvimento de África pode não só ser garantido, mas também acelerado. Ao abordar estas questões relativas à inclusão, desigualdade e às barreiras à entrada, África pode realizar os seus objetivos de desenvolvimento.

“As mulheres devem estar na vanguarda do desenvolvimento económico e trazer as questões femininas para o topo da agenda política é parte da solução para impulsionar o crescimento económico. Se resolvermos as questões de género, resolveremos as questões de desenvolvimento”, disse Lame Verre.

A Sonangol Detalha o Processo de Reestrutura??o na AOG 2021, Enfatizando as Oportunidades de Investimento

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

O segundo dia da conferência Angola Oil & Gas 2021, organizada pela Energy Capital and Power (www.EnergyCapitalPower.com), centrou-se na transição energética, na exploração e no papel que a companhia petrolífera nacional Sonangol irá desempenhar na condução do crescimento e sucesso energético de Angola. Numa apresentação de Sebastião Gaspar Martins, Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, foi feito um balanço do programa de reestruturação da empresa, com destaque para a responsabilidade social corporativa, para a simplificação das operações e para o financiamento.

O objetivo principal da reestruturação da Sonangol é o de colocar o foco da empresa nas atividades da cadeia de valor da indústria do petróleo, onde se inclui a prospeção, pesquisa e produção de petróleo bruto e gás natural; a refinação, a liquefação de gás natural; e o transporte, armazenamento, distribuição e comercialização de produtos derivados. Ao preparar a empresa para o futuro da indústria, reforçando o seu papel tanto no desenvolvimento da indústria angolana como no crescimento energético do continente, a reestruturação visa potenciar o desenvolvimento económico através da transformação do sector energético. O processo de reestruturação da Sonangol prioriza a estabilidade financeira, com a empresa a procurar trazer a petrolífera nacional para a bolsa.

“Estamos a analisar várias bolsas diferentes. A começar por Luanda mas numa segunda fase também Londres e Wall Street, sendo que Luanda surgirá certamente em primeiro lugar”, afirmou Sebastião Gaspar Martins

“São muitas as razões para se ser acionista da Sonangol e estou certo de que grande parte das pessoas aqui presentes tem a ambição de ser acionista de uma empresa tão grande como a Sonangol”, disse.

O processo de reestruturação foi dividido em três blocos operacionais e num bloco de apoio organizacional que visa melhorar as operações da Sonangol. Isso inclui mudanças no negócio principal, uma reestruturação financeira e portfólio, estruturas regulatórias e um eixo de suporte organizacional.

Como ponte entre o Governo e a indústria de petróleo e gás, a Sonangol colocou o desenvolvimento e a proteção da comunidade como prioridade da sua agenda de reestruturação e continua a fornecer apoio, apesar das mudanças significativas empreendidas pela empresa.

“Não estamos a planear qualquer pausa no nosso processo de reestruturação. Criámos oportunidades para financiar aqueles que não podem ser integrados na nova estrutura da Sonangol, proporcionando-lhes apoio financeiro enquanto procuram outras oportunidades. Temos uma responsabilidade social que levamos a sério e isso é uma expressão disso mesmo ”, disse.

A AOG 2021 Analisa o Impacto dos Planos Globais de Transi??o Energ?tica das EPI no Setor do Petr?leo e G?s em Angola

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

O segundo dia da conferência Angola Oil & Gas (AOG) 2021 abriu com uma apresentação de Paul McCafferty, Vice-presidente Senior da Equinor, Exploration & Production International – Africa. Oferecendo uma perspetiva acerca de como os planos e compromissos de transição energética das Empresas Petrolíferas Internacionais (EPI), especificamente a Equinor, estão a afetar a indústria de petróleo e gás em Angola, McCafferty apresentou e conduziu uma discussão crítica sobre a transição energética em Angola.

Com as alterações climáticas a constituírem um dos desafios mais urgentes e impactantes do mundo, a necessidade de reduzir significativamente quer as emissões de gases de efeito estufa quer as temperaturas globais levou as EPI a reexaminar as suas estratégias energéticas futuras. Consequentemente, houve vários compromissos assumidos pelas EPI em todo o mundo com o intuito de fazer a transição para fontes de combustível mais limpas, de descarbonizar projetos de hidrocarbonetos e de mitigar as alterações climáticas. Com Angola agressivamente em busca de uma expansão da indústria de petróleo e gás com o objetivo de impulsionar o crescimento socioeconómico associado, as EPI introduziram novas tecnologias de forma a mitigar as alterações climáticas acelerando simultaneamente a expansão energética.

“A nossa intensidade de carbono diminuiu significativamente e temos o compromisso de reduzi-la ainda mais. A nossa produção em Angola está próxima da média da indústria, 17 kg por barril produzido, e é provável que aumente à medida que a produção de alguns dos nossos ativos comece a diminuir. Os maiores desafios são os nossos ativos maduros. Há um aumento da intensidade de carbono na produção e é extremamente importante que analisemos isso. Esperamos compensar isso com novas prospeções. Acreditamos que isso é um desafio, mas pode também constituir uma oportunidade. Exige cooperação entre operadores, reguladores e empreiteiros. Exige inovação, mas também que aprendamos com as experiências e que estejamos preparados para ter a coragem de tentar implementá-las no futuro.”

Ao oferecer a sua perspetiva da história da Equinor em Angola, das atividades atuais e dos compromissos futuros no que diz respeito à exploração e transição energética, McCafferty enfatizou o papel que a exploração continuará a desempenhar no futuro energético de Angola. A comemorar 30 anos em Angola, a empresa está a evoluir, mantendo um compromisso com o sector do petróleo e gás através da prospeção e descarbonização.

“Mostrámos que acreditamos que a prospeção tem um papel a desempenhar em Angola e no contexto da transição energética. Pretendemos estar presentes no progresso angolano. O nosso propósito é importante para o país, ao transformarmos os recursos naturais em energia para as pessoas e em progresso para a sociedade. Esse propósito orienta tudo o que fazemos enquanto empresa. Estamos a mudar porque sentimos que há uma oportunidade de criar valor a partir da transição energética.”

A Angola Oil & Gas (AOG) 2021 Aborda o Impacto da Transi??o Energ?tica no Petr?leo e G?s

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

Sob o tema ’Indústria de Petróleo e Gás em Angola: O Roteiro para a Regeneração e Crescimento’, a conferência Angola Oil & Gas (AOG) 2021, organizada pela Energy Capital and Power (www.EnergyCapitalPower.com), incluiu painéis de discussão produtivos, debates esclarecedores e apresentações perspicazes acerca do futuro da indústria do petróleo e gás em Angola. Um painel de debate moderado por Sergio Pugliese, Presidente em Angola da African Energy Chamber, enfatizou o impacto que a transição energética global teve na indústria de petróleo e gás em Angola e o papel que a prospeção irá desempenhar. Entre os participantes estiveram Paul McCafferty, Vice-Presidente Sénior para a exploração e produção internacional em África da Equinor; Adriano Bastos, Presidente Sénior da BP em Angola; e Bráulio de Brito, Presidente do Conselho da Conferência Angola Oil & Gas Services & Technology.

Em África, com os países a dependerem fortemente de investimento estrangeiro direto para o desenvolvimento de projetos energéticos, o impacto da transição, a redução do financiamento e as pressões ambientais globais foram, e continuam a ser, significativos. Ainda assim, o painel enfatizou que a prospeção continuará a desempenhar um papel valioso em África, particularmente na indústria de petróleo e gás em Angola.

“Acreditamos que a prospeção desempenha um papel. Demonstrámos que podemos melhorar a eficiência de nossas operações. Sendo o mais eficiente possível, minimizando a queima, partilhando dentro das nossas parcerias e utilizando tecnologias que comprovadamente melhoram o nosso desempenho, faremos uma grande diferença”, afirmou McCafferty.

Um dos impactos mais significativos que a transição energética pode ter em África é a restrição do desenvolvimento socioeconómico. A exploração dos recursos naturais do continente é a melhor e mais eficaz maneira de garantir o desenvolvimento económico e a erradicação da pobreza. No entanto, se o continente for impedido de desenvolver esses recursos, a transição não terá apenas um impacto significativo no setor de energia, mas na economia como um todo.

“O mundo ainda vai precisar de petróleo e gás, que continuarão a fazer parte da nossa matriz energética. Precisamos de fornecer energia fiável, barata e acessível. Existem muitas áreas que precisam de ser testadas e melhoradas em Angola. A transição energética não afetará a nossa prospeção, mas antes a forma como produzimos esses hidrocarbonetos. Precisamos de ter em atenção a pegada de carbono, não apenas as emissões”, afirmou Bastos.

A transição energética criou também oportunidades para a indústria de petróleo e gás em Angola, com as empresas de serviços locais a conseguirem responder a este desafio, com as instituições financeiras nacionais a desempenharem um papel cada vez maior no setor energético e com as tecnologias de descarbonização a proporcionarem métodos mais limpos de desenvolvimento de combustíveis fósseis.

“É muito desafiante falar acerca de transição energética quando se considera o ponto em que Angola se encontra neste momento. Como sabemos, temos um longo caminho a percorrer para construir a nossa infraestrutura e, claro, é importante continuarmos com esse debate, mas também precisamos de aproveitar a oportunidade de melhorar o que estamos a fazer na atual indústria de petróleo e gás. Ao melhorar a eficiência, por exemplo, podemos maximizar a produção e reduzir o impacto das emissões de carbono”, afirmou Bráulio de Brito.

Por fim, o painel apresentou o valor do desenvolvimento do capital humano e o papel que a capacitação desempenhará na dinamização da indústria de petróleo e gás, na transição energética e num crescimento socioeconómico mais amplo. Com os hidrocarbonetos a continuarem a desempenhar um papel significativo em África, enfatizou-se o desenvolvimento do capital humano, a retenção de jovens talentos na indústria e a garantia de que os jovens ajudem a impulsionar a transformação dos hidrocarbonetos.

“O capital humano é um dos maiores desafios do nosso setor, independentemente da transição energética. Precisamos de mudar e de atrair novos talentos e jovens talentos: pessoas que pensem fora da caixa e pessoas que não façam as coisas da maneira tradicional. A indústria do petróleo e do gás precisa de pessoas que não tenham medo de abraçar a mudança. A indústria tem sofrido com a concorrência de empresas digitais, com jovens talentos a quererem trabalhar na indústria digital e nas energias renováveis. Precisamos de começar a incentivar os jovens talentos a pensar em petróleo e gás. Isso pode ser feito quer por meio de recrutamento quer por meio da instrução e de programas que promovam o talento”, afirmou Bastos.

Angola Oil & Gas (AOG) 2021: Sonangol anuncia que passar? de empresa nacional de petr?leo a empresa de energia no momento em que se prepara para uma OPA

MIL OSILUANDA, Angola, 10 de setembro 2021/APO Group/ —

O CEO da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins, apresentou a estratégia da empresa num painel dedicado ao upstream durante a primeira manhã da Conferência Angola Oil & Gas 2021 organizado pela Energy Capital & Power (www.EnergyCapitalPower.com); O CEO da Sonangol expressou o seu entusiasmo com os planos de abrir o capital da empresa ao público; Os seus anúncios são a expressão da grande transformação em curso na empresa nacional energética angolana.

Sebastião Gaspar Martins, o CEO da Sonangol, a empresa nacional de petróleo angolana, anunciou quinta-feira que a empresa está a levar para a frente o seu plano de regeneração, que transformará a empresa numa Empresa Nacional de Energia (ENE) abrangente, deixando de ser apenas uma Empresa Petrolífera Nacional (EPN), centrada no petróleo. Isto foi dito durante o seu discurso inaugural acerca do estado da reestruturação da empresa nacional, na Angola Oil & Gas (AOG) 2021, organizado pela Energy Capital & Power em Luanda.

A Sonangol tem estado envolvida num programa de reestruturação que envolve a venda de ativos não-essenciais. A entidade remanescente concentrar-se-á na produção de petróleo e gás enquanto operadora, dedicando-se ainda à produção de energia por meio do gás e de projetos renováveis, que envolvem energia solar, o biogás e o hidrogénio. Reconheceu os desafios que tem pela frente, mas disse que a empresa estava determinada e que algumas das mudanças já começaram a render resultados positivos em termos de redução de custos.

O Governo angolano pretende cotar a Sonangol em bolsa assim que o programa de restruturação tiver terminado, o que acontecerá até ao fim de 2022.

Angola produz atualmente cerca de 1,2 milhões de barris de petróleo por dia, o que faz da EPN de Angola uma oportunidade de investimento apetecível para os investidores quando a empresa for cotada em bolsa. O aumento do portfólio de geração de energia da empresa através de tecnologias verdes e novas tornará a Sonangol mais atraente para os investidores na era da transição energética.

Sebastião Gaspar Martins anunciou ainda a sua intenção de ver a Sonangol expandir a sua posição enquanto operadora de petróleo e gás em Angola. A empresa é atualmente responsável por 2% da produção operada a nível nacional, embora o CEO veja a EPN assumir a responsabilidade por até 10% da produção nacional na próxima década, recuperando capacidade técnica e ambição exploratória.

AOG 2021: S. E. o Ministro de Estado para a Coordena??o Econ?mica de Angola promove o investimento e o conte?do local

MIL OSILUANDA, Angola, 9 de setembro 2021/APO Group/ —

Na abertura da conferência Angola Oil & Gas 2021, S.E. o Ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola, Manuel Nunes Junior, realçou o investimento no conteúdo local em Angola, bem como o seu valor; Empenhado em impulsionar o investimento na indústria do petróleo e gás, o Governo angolano tem apostado em parcerias e em colaborações; À medida que o país acelera a sua transição energética, o seu conteúdo local e o desenvolvimento do capital humano continuarão a desempenhar um papel crítico na indústria do petróleo e gás em Angola.

No seu discurso de abertura da Conferência Angola Oil and Gas (AOG) 2021 esta quinta-feira, S.E. o Ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola, Manuel Nunes Junior, realçou o potencial de investimento de Angola. O ministro destacou o plano do Governo para acelerar o crescimento da indústria energética angolana através da melhoria da legislação que se concentre no apoio e na valorização do desenvolvimento empresarial local.

“A nossa estratégia mais importante no setor da energia continua a ser o capital humano e o aumento da participação das empresas locais no fornecimento de produtos e serviços de origem angolana de apoio ao setor do petróleo e gás. À medida que desviamos a nossa atenção para os esforços de transição energética, devemos implementar iniciativas de investimento que promovam o desenvolvimento de competências que irão conduzir a indústria de hidrocarbonetos para um futuro mais limpo e brilhante para Angola” afirmou S. E. Manuel Nunes Junior.

Em 2020, o Governo angolano aprovou uma nova legislação centrada na maximização dos benefícios da cadeia de valor da indústria do petróleo e gás de forma a promover conteúdo local – uma tarefa tutelada pela Agência Nacional de Petróleos, Biocombustíveis e Gás (ANPG).

Organizado pela Energy Capital & Power, a AOG 2021 é o maior evento energético de Angola. A conferência promove debates intensos, proporcionando oportunidades valiosas de networking e preparando o caminho para um forte setor energético angolano numa era pós-pandémica, apresentando as oportunidades angolanas aos potenciais investidores.

Para saber mais acerca das oportunidades de investimento em energia em Angola, visite www.AngolaOilandGas2021.com.

Ministro dos Hidrocarbonetos do Congo elogia as reformas do Governo angolano e da Sonangol durante a Confer?ncia Angola Oil and Gas (AOG) 2021

MIL OSILUANDA, Angola, 9 de setembro 2021/APO Group/ —

S.E. Bruno Jean-Richard Itoua, Ministro dos Hidrocarbonetos do Congo, juntou-se a S.E. Diamantino Azevedo, Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, para um debate na Conferência de excelência Angola Oil & Gas 2021, esta quinta-feira; Os ministros Itoua e Azevedo discutiram a expansão da cooperação entre as duas nações produtoras de petróleo, juntamente com estratégias de promoção de investimentos; O extraordinário painel ministerial  deu início ao maior evento de petróleo e gás de Angola e foi moderado pelo Presidente Executivo da African Energy Chamber, NJ Ayuk.

S.E. Bruno Jean-Richard Itoua, Ministro dos Hidrocarbonetos da República do Congo, destacou durante a Conferência Angola Oil & Gas (AOG) 2021 os avanços regulamentares e técnicos feitos pelo Governo angolano; louvando os esforços liderados por S.E. Diamantino Azevedo, Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, para seguir uma “estratégia de referência” para o desenvolvimento do sector petrolífero do país.

Os dois ministros estiveram no palco durante o primeiro painel da Conferência de dois dias da AOG 2021, que constitui a segunda edição do maior evento energético de Angola, desenvolvido sob os auspícios do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola e organizado pela Energy Capital & Power.

O ministro congolês destacou os progressos feitos pela Sonangol na sua transição de empresa petrolífera nacional africana para uma empresa global de energia integrada. O Ministro referiu ainda o projeto Lianzi, da Chevron, na República do Congo como exemplo de um desenvolvimento transfronteiriço eficaz, no qual eficiências operacionais podem ser criadas em diferentes jurisdições.

“A cooperação entre os produtores de petróleo africanos é fundamental para garantir o crescimento contínuo dos nossos setores energéticos”, observou S.E., o Ministro Itoua.

A colaboração entre a Organização dos Produtores de Petróleo Africanos (APPO) e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) no ajuste à transição para a energia limpa e na promoção da monetização e utilização do gás também esteve no centro do debate ministerial, excelentemente moderado pelo Presidente Executivo da African Energy Chamber, NJ Ayuk.

S.E. Yury Sentyurin destaca o potencial de investimento de Angola na Confer?ncia AOG 2021

MIL OSILUANDA, Angola, 9 de setembro 2021/APO Group/ —

S.E. Yury Sentyurin, Secretário-Geral do Fórum dos Países Exportadores de Gás, abordou o papel de África no mercado global do gás na AOG 2021; S.E. Yury Sentyurin louvou os esforços angolanos na melhoria das suas condições legais e fiscais com vista à atração de investimentos em projetos relacionados com o gás; Organizada pela Energy Capital & Power (www.EnergyCapitalPower.com), a AOG 2021 é a primeira conferência presencial sobre petróleo e gás em Angola em 2021 concentrada na aceleração do investimento na indústria energética angolana na sequência da pandemia de COVID-19.

Dirigindo-se aos delegados, através de uma mensagem de vídeo gravada, no lançamento oficial do tão aguardado evento sobre energia, o Angola Oil and Gas (AOG) 2021, S.E. Yury Sentyurin, Secretário-Geral do Fórum dos Países Exportadores de Gás (FPEG), trouxe o potencial de investimento de Angola em projetos de gás para o centro do palco.

Seis dos 18 países membros do FPEG em África detêm 90% das reservas de gás natural do continente, e Angola é um deles. O continente africano testemunhará a maior taxa de crescimento de gás natural entre todas as regiões do mundo, quase 150% até 2050. Importa canalizar os investimentos estratégicos em gás natural, e considerá-los uma fonte de energia fiável e acessível que irá desempenhar um papel crucial no futuro de África, em particular para os países membros do FPEG”, disse.

S.E. Sentyurin acrescentou que o FPEG apoia totalmente uma série de iniciativas em África e elogiou os esforços do Governo angolano para facilitar o investimento estrangeiro direto no país.

““Em Angola, o Governo tem trabalhado para melhorar o ambiente de investimento, alterando os termos legais e fiscais. A criação de um mecanismo de contato único para os investidores obterem as autorizações necessárias de forma simplificada é um passo progressivo”, disse.

Organizado pela Energy Capital & Power (ECP) AOG 2021 é o evento de energia mais aguardado de África. A conferência promove debates intensos e oportunidades de networking, preparando o caminho para um forte sector energético na era pós-pandemia através da exposição de potenciais investidores a projetos relacionados com energia em Angola e noutros mercados africanos. A conferência irá abordar as mais recentes reformas do Governo, bem como pacotes de incentivos fiscais e iniciativas de gás para acelerar as ambições de transição energética de Angola.

Para saber mais acerca das oportunidades de investimento em energia em Angola, visite www.AngolaOilandGas2021.com.