Para promover produção sustentável, MDA faz parceira com organização internacional

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Headline: Para promover produção sustentável, MDA faz parceira com organização internacional

No Brasil, há 46 itens no catálogo de promoção e quase todos oriundos da agricultura familiar


por Portal Brasil


publicado:
23/07/2015 11h27


última modificação:
23/07/2015 11h27

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o movimento internacional Slow Food assinam nesta quinta-feira (23) um acordo de cooperação técnica para promover e apoiar a produção e o consumo de alimentos da agricultura familiar e de assentamentos rurais no País.

A parceria será formalizada pelo ministro do MDA, Patrus Ananias, e o presidente da organização não governamental, Carlo Petrini. Na oportunidade, também será anunciado apoio do ministério e do Slow Food a um projeto com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para aprimorar a produção e ampliar a participação da agricultura familiar no movimento.

Com o slogan Alimento bom, limpo e justo para todos, o Slow Food tem como princípio básico defender o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade, com respeito ao meio ambiente e aos produtores.

A organização criada por Petrini, em 1986, conta com mais de 100 mil membros, apoiadores em 150 países e escritórios na Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido.

Petrini critica o atual sistema agrícola que, segundo ele, privilegia a produção extensiva e a monocultura, além de mercantilizar a terra e desvalorizar o trabalho do agricultor. Ele se opõe à tendência de padronização do alimento no planeta e defende a necessidade de preservar culturas e tradições alimentares locais e a biodiversidade.

Para a organização, a conscientização sobre as escolhas alimentares contribui para preservar o planeta. O movimento mantém, por exemplo, hortas na África, Oficinas do Gosto e uma Universidade de Ciências Gastronômicas, legalmente reconhecida pelo governo italiano.

Fonte

Ministério do Desenvolvimento Agrário

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Anvisa e Ministério definem limites de resíduos de agrotóxicos para Mercosul

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Proposta, em consulta pública até setembro, estabelece critérios para o uso dessas substâncias em vegetais in natura e facilita o comércio entre os países do bloco


por Portal Brasil


publicado:
23/07/2015 15h27


última modificação:
23/07/2015 18h06

Representantes do setor agrícola, da sociedade civil organizada e os cidadãos têm até o dia 8 de setembro para contribuir com a Consulta Pública 57/2015. O texto trata da Instrução Normativa Conjunta entre Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a internalização de Resolução Mercosul que estabelece critérios para o reconhecimento de Limites Máximos de Resíduos (LMR) de agrotóxicos em produtos vegetais in natura

O objetivo é facilitar os processos de importação e exportação destes produtos no comércio intrabloco.

A decisão de estabelecer critérios adequados que visem menos danos ao meio ambiente e à saúde da população do continente se deve à diversidade de agrotóxicos autorizados pelos diferentes países para os produtos vegetais in natura comercializados entre os países.

O regulamento proposto tem por objetivo conferir agilidade ao comércio de produtos vegetais in natura entre os países do Mercosul. Isso porque a proposta da norma preserva os critérios individuais de cada nação, tanto para o estabelecimento de seus próprios LMRs quanto para o cálculo do impacto dos resíduos de agrotóxicos sobre suas populações.

Fonte:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

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Programa de Proteção ao Emprego publica critérios de adesão

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Regras já estão valendo; empresas interessadas devem acessar o formulário, disponível nos portais Mais Emprego e Ministério do Trabalho


por Portal Brasil


publicado:
23/07/2015 11h58


última modificação:
23/07/2015 11h58

O Comitê do Programa de Proteção ao Emprego (CPPE) determinou, nesta quinta-feira (22), os critérios para a adesão das empresas ao sistema. A publicação foi feita no Diário Oficial da União.

De acordo com as novas regras, para entrar no Programa, a empresa precisa registrar o Acordo Coletivo de Trabalho Específico, celebrado entre a empresa e o sindicato representativo da categoria. O registro deve ser feito, no site do Ministério do Trabalho e Empregoe em seguida preencher a Solicitação de Adesão ao PPE, acessível na página eletrônica do Portal Mais Emprego 

O formulário “Solicitação de Adesão ao PPE”, depois de preenchido online, será encaminhado à Secretaria Executiva do CPPE, juntamente com as demais informações requeridas. O formulário deve conter informações do CNPJ, razão social do empregador, além de dados gerais dessa empresa e de seu representante legal.

Deverão constar ainda informações do Acordo Coletivo de Trabalho Específico (ACTE), firmado pela empresa e os seus funcionários que serão beneficiados pelo Programa de Proteção ao Emprego, antes da adesão. Por fim, será também necessário relatar o setor da empresa solicitante cujos empregados participarão, bem como a quantidade de trabalhadores e sua Folha de Pessoal.

Restrições

Só podem participar do programa empresas que comprovarem dificuldades econômico-financeiras, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). As empresas que integrarem o Programa ficam proibidas de dispensar arbitrariamente, ou sem justa causa, os empregados que tiverem sua jornada de trabalho temporariamente reduzida, no período em que vigorar a inscrição no Programa e, após seu término, durante o prazo equivalente a um terço do período de adesão.

Além disso, a Empresa também não pode contratar funcionários para executar, total ou parcialmente, as mesmas atividades exercidas pelos trabalhadores abrangidos pelo Programa – exceto nos casos de reposição ou aproveitamento de concluinte de curso de aprendizagem na própria empresa.

Fonte:

Ministério do Trabalho

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Atletismo brasileiro garante mais um bronze

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Flávia Lima chega em terceiro nos 800m e País soma sete medalhas na categoria nos Jogos Pan-Americanos

O Brasil conquistou uma medalha nesta quarta-feira (22), segundo dia de disputa das provas de pista do atletismo nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. Nos 800m, Flávia Lima cruzou a linha de chegada com o tempo de 2min00s40 e, com isso, assegurou seu lugar no pódio, com o bronze. O ouro foi para a canadense Melissa Bishop (1min59s62) e a prata foi para a norte-americana Alysia Montano (1min59s76).

Medalhas

Com os resultados, o atletismo brasileiro no Canadá soma sete medalhas. Além de Flávia, o Brasil ganhou o ouro nos 5.000m, com Juliana Santos; as pratas na maratona, com Adriana Aparecida da Silva; no salto triplo, com Keila Costa; e 20km da marcha, com Érica Sena. O País conquistou, ainda, o bronze nos 20 km da marcha, com Caio Bonfim; e também no arremesso de dardo, com Juciele de Lima.

“Eu briguei bastante, consegui melhorar minha marca (que era de 2min01s41), e agora vou voltar para o Brasil e treinar para agosto (Mundial de Pequim)”, declarou Flávia. “Meu objetivo para um prazo muito curto é quebrar o recorde brasileiro”, avisou, referindo-se à marca de Luciana de Paula Mendes (1min58s27).

Nas duas provas mais esperadas do atletismo, os 100m masculino e os 100m feminino, o Brasil não esteve representado na decisão entre homens, já que Vitor Hugo dos Santos e José Carlos Moreira não se classificaram para brigar por medalhas. A vitória ficou com o canadense Andre de Grasse (10s05), seguido por  Ramon Gittens, de Barbados (10s07) e Antoine Adams, de São Cristóvão e Neves.

No feminino, Ana Claudia Silva e Rosângela Santos foram bem nas semifinais e garantiram lugar entre as oito melhores. Rosângela ficou perto do pódio. Ela terminou a prova com o tempo de 11s04, repetindo sua melhor marca da carreira e cruzou em quarto lugar, atrás da jamaicana Sherone Simpson (10s95), ouro; da equatoriana Angela Tenório (10s99), prata; e da norte-americana Barbara Pierre (11s01). Ana Claudia Silva, com o tempo de 11s15, terminou em sétimo.

“Estou decepcionada comigo. Eu sabia que tinha condições de fazer abaixo do meu melhor, estava pronta para isso, mas não fiz. O erro é meu, as meninas correram mais, e agora vou treinar para tentar ajudar o revezamento (4 x 100m) a ganhar uma medalha”, afirmou Rosângela, entre lágrimas.

Fabiana Murer

A quinta-feira promete um confronto de altíssimo nível no salto com vara feminino, em que o Brasil estará representado pela bicampeã da Diamond League (2010 e 2014), Fabiana Murer. Medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio 2007 e prata em Guadalajara 2011, a brasileira terá como principais rivais a norte-americana Jennifer Suhr, ouro nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 e prata nos Jogos de Pequim 2008 e vice-campeã mundial em 2013; e a cubana Yarisley Silva, prata em Londres 2012, bronze no Mundial de 2013e no Pan do Rio 2007, e ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011.

“Vai ser muito difícil. Vai ser uma prova do nível de um Mundial”, resumiu Fabiana Murer, que demonstrou confiança. “Estou bem. Fiz bons treinos e estou fazendo uma boa temporada”, ressaltou.

Fonte

Brasil 2016

Tecnologia promove purificação da água em comunidades isoladas da Amazônia

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Headline: Tecnologia promove purificação da água em comunidades isoladas da Amazônia

Aparelhos funcionam com energia solar e fornecem água limpa sem a necessidade de energia elétrica

A Amazônia possui uma vasta gama de comunidades isoladas. Esses grupos necessitam de acesso à água potável e limpa. Uma iniciativa do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa) distribuiu purificadores de água compactos que estão garantindo o fornecimento na região. Os aparelhos funcionam com energia solar e fornecem água limpa sem a necessidade de energia elétrica. Entre as 13 populações com o purificador já instalado, estão os índios da etnia Deni, que residem a 25 dias de barco de Manaus, no Alto Rio Juruá.

O purificador elimina 99,5% das bactérias, fungos e coliformes da água dos rios por meio de uma lâmpada de luz ultravioleta C, os raios mais perigosos da radiação ultravioleta. A lâmpada é colocada no interior de um tubo metálico. Quando a água passa pelo tubo é bombardeada pela luz e sai desinfetada. Um painel de energia solar carrega a bateria que acende a luz.

Durante a 67ª reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em São Carlos, o pesquisador do Inpa, Carlos Bueno, disse que o projeto foi desenvolvido para evitar mortes por contaminação e verminoses, principalmente de crianças, devido ao consumo de água não potável. Os testes em aldeias indígenas começaram em 2007. “O purificador é resultado da remodelagem de tecnologias que já existiam”, explicou.

Segundo o pesquisador, apesar da grande quantidade de água doce na região amazônica, há muita água de baixa qualidade. “Nos rios próximos às comunidades, as águas encontram-se poluídas por populações que vivem de costas para o rio”, ressaltou. Bueno atribui o fato a fatores culturais, como a crença de que a sujeira jogada no rio é levada embora.

Avaliação de impactos

O Inpa, em parceria com o sistema de saúde, está avaliando os impactos da tecnologia nos números de contaminação e verminoses das populações beneficiadas. “Os resultados são altamente positivos. Os indígenas, inclusive, apelidaram o aparelho de ‘benção de Deus’”, disse Bueno.

O Instituto tem 56 aparelhos montados. De acordo com o pesquisador, ainda este ano, serão instalados dois purificadores em cada estado da Região Norte, em comunidades isoladas, unidades de conservação e pelotões de fronteira do Exército.

O purificador é uma caixa metálica de 13 quilos, e todo o sistema custa R$ 2 mil, incluindo o painel solar e o filtro de entrada. A lâmpada e a bateria duram cerca de 10 mil horas, ou seja, de três a quatro anos. Bueno acrescenta que a manutenção é mínima neste período.

Acoplado a um painel de energia solar e à caixa de água das comunidades, o purificador filtra 400 litros por hora, ou seja, 5 mil litros por dia, o suficiente para fornecer água limpa para beber e cozinhar para 300 pessoas.

Mas, para que o purificador funcione com eficiência, a água que passa pelo aparelho precisa ser límpida, translúcida, permitindo que a luz a atravesse. Bueno conta que as águas dos rios da Amazônia são diversificadas, assim como a fauna e a flora da região.

“Temos água branca, preta, como no rio Negro, e Igarapés, vermelha, como em São Gabriel da Cachoeira, barrenta ou branca, como dos rios Amazonas e Solimões, e verde, como a do rio Tapajós.”

O pesquisador explicou que cada uma dessas águas têm quantidades diferentes de resíduos em suspensão, que precisam passar por um filtro físico antes de entrar no purificador, que é um filtro biológico.

“Com água barrenta, por exemplo, a eficiência da radiação não vai ser boa, então o aparelho exige que sejam acoplados filtros para melhorar a qualidade da água antes que seja purificada”, explicou.

Os filtros usados nos purificadores em operação foram comprados prontos no mercado, mas o Inpa está patenteando um projeto de filtro natural feito com sementes de plantas como as palmeiras e tubos de PVC. “Entre as vantagens desse tipo de filtro é que, além de retirar materiais em suspensão, ele tira o cheiro da água. E como as sementes são a parte mais nutritiva das plantas, ricas em minerais, tornam a água mais rica.”

O especialista informou que, para expandir a produção do purificador, o Inpa assinou um contrato de parceria com uma empresa que trabalha com energias alternativas. “Estão trabalhando com o Inpa e vão dar escala de produção para o aparelho.”

Fonte:

Agência Brasil

Brasil goleia o México e vai para a final do futebol feminino

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Em jogo disputado e com falhas na defesa, equipe vence e avança em busca do tricampeonato

O Brasil vai disputar a medalha de ouro no futebol feminino nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. A vaga na final foi garantida nesta quarta-feira (22), graças à vitória sobre o México por 4 x 2. Invicta na competição, a seleção brasileira fez um jogo cheio de alternativas contra as mexicanas, mas prevaleceu no fim com gols da artilheira Cristiane, dois da zagueira Rafaelle e um contra da mexicana Romero. A briga pelo título será no sábado (25/07), contra a Colômbia, que eliminou o Canadá por 1 x 0. 

O destaque do time foi a zagueira Rafaelle, que foi ao ataque em dois lances de bola parada e balançou as redes. “Tenho a função de defender, para evitar o gol adversário. É incrível conseguir marcar e ajudar o time. Ainda mais em uma semifinal, que garantiu a medalha para o Brasil”, comemorou a jogadora. 

O comandante acredita que as brasileiras chegam à disputa do ouro por mérito próprio. “Estou satisfeito com a campanha. Foi muito importante a dedicação das jogadoras para buscar esse título”, acrescentou.

Mesmo avançando à final, o técnico brasileiro Vadão ressaltou que os erros da defesa serviram para ligar o sinal de alerta. “Tivemos muitas chances que evitaram que o jogo não se tornasse dramático. Nos momentos que estávamos tranquilos sofremos os gols. Tomamos dois no vacilo, o que não pode acontecer na final. Complicamos um jogo que estava fácil para o Brasil”, analisou.

Jogo

O Brasil começou pressionando a equipe mexicana e o gol veio aos quatro minutos. Cristiane – artilheira do Pan com sete gols – abriu o placar de cabeça. Dificultando a saída de bola das adversárias, a equipe verde e amarela dominava o duelo.

O empate só veio em vacilo da defesa brasileira. Em um lance curioso, a goleira Luciana se enroscou com a zagueira Fabiana e colocou a bola contra o próprio gol.

Aos 39 minutos, o Brasil quase ampliou o placar com a cabeçada da Cristiane após cruzamento da Raquel. Antes do intervalo, no entanto, veio o segundo gol do Brasil. Aos 45 minutos, Andressinha cruzou na área, Formiga cabeceou na trave e a zagueira Rafaelle emendou de primeira no rebote.

A seleção canarinho pressionou e fez 3 x 1 na volta do intervalo, graças ao gol contra da mexicana Arianna Romero. Quando o jogo parecia tranquilo, novamente a defesa brasileira errou. Após cruzamento pelo alto, a bola sobrou livre para a mexicana Rangel, na cara da goleira Luciana: 3 x 2 para o Brasil. A seleção não sentiu o gol e seguiu dominando o jogo. A recompensa veio aos 28 minutos, com gol de cabeça de Rafaelle após bola alçada na área.

Com quatro vitórias em quatro jogos, 15 gols a favor e três contra, a seleção feminina chega à final. O caminho na busca pelo tricampeonato começou com a vitória contra a Costa Rica, por 3 x 0. Depois, goleada sobre o Equador, por 7 x 1, e triunfo contra o Canadá, por 2 x 0. A seleção venceu as edições do Pan de Santo Domingo 2003 e do Rio de Janeiro em 2007. Quatro anos depois, a seleção foi medalhista de prata em Guadalajara, perdendo a final para as canadenses nos pênaltis.

Fonte

Brasil 2016

Banco do Brasil vai financiar 90% do valor da casa própria

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Financiamento será feito pela linha pró-cotista, com juros de 9% ao ano, e beneficia quem tem conta ativa do FGTS e um mínimo de 36 contribuições


por Portal Brasil


publicado:
22/07/2015 19h37


última modificação:
23/07/2015 11h56

O Banco do Brasil passou a oferecer, esta semana, a linha de financiamento imobiliário pró-cotista com as novas condições definidas em maio pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A linha de crédito financia até 90% de imóveis avaliados em até R$ 400 mil, pelo prazo máximo de 360 meses. A taxa de juros é 9% ao ano.

Para contratar empréstimos como pró-cotista, é necessário possuir conta ativa do FGTS e um mínimo de 36 contribuições, consecutivas ou não. A estimativa do banco é disponibilizar cerca de R$ 1 bilhão para novas operações.

O pró-cotista é uma linha de financiamento que utiliza os recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS. O programa prevê que o imóvel novo ou usado seja adquirido com prazo de 30 anos para pagar.

O Banco do Brasil identificou 2,2 milhões de clientes que reúnem condições para se habilitar ao financiamento imobiliário por essa linha. No caso em que o cliente não possua conta ativa, é necessário que o seu saldo total no FGTS seja igual ou superior a 10% do valor do imóvel ou de compra e venda, o que for maior.

A carteira de crédito imobiliário do Banco do Brasil atingiu, em abril, R$ 42,06 bilhões, crescimento de 45,9% em 12 meses.

Fonte:

Agência Brasil

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Governo reforça compromisso com disciplina fiscal

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Headline: Governo reforça compromisso com disciplina fiscal

Contingenciamento passou de R$ 69,9 bilhões para R$ 79,4 bilhões; segundo ministro da Fazenda, Joaquim, Levy, nova meta vai aumentar a transparência das contas públicas


por Portal Brasil


publicado:
22/07/2015 00h00


última modificação:
22/07/2015 19h35

O governo federal anunciou a ampliação em R$ 8,6 bilhões do contingenciamento de despesas não obrigatórias no Orçamento em 2015. Segundo o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado hoje (22) pelo Ministério do Planejamento, o contingenciamento passou de R$ 69,9 bilhões para R$ 79,4 bilhões.

“Há um contingenciamento adicional, uma ação bastante significativa, revelando compromisso com disciplina fiscal do governo, o que é essencial para o relançamento da economia”, afirmou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (22), em Brasília. Segundo Levy, a nova meta vai aumentar a transparência das contas públicas.

Para chegar ao novo valor contingenciado, a equipe econômica diminuiu a estimativa de receita líquida em R$ 46,7 bilhões e aumentou a previsão de despesas obrigatórias em R$ 11,4 bilhões.

A alteração precisará ser ratificada pelo Congresso Nacional, que irá aprovar emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015 e ao projeto da LDO do próximo ano. 

Fonte: Agência Brasil 

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Guias se qualificam e investem em ecoturismo no litoral catarinense

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Por meio do curso do Pronatec e apoio do Fundo Socioambiental Caixa, um grupo de condutores ambientais se uniu para atuar no Parque Estadual Acaraí


por Portal Brasil


publicado:
22/07/2015 19h07


última modificação:
23/07/2015 10h03

Os condutores ambientais formados pelo Instituto Conservação Marinha do Brasil (Comar) passaram a guiar turistas pelas três trilhas do Parque Estadual Acaraí, em São Francisco do Sul, no litoral norte de Santa Catarina. A iniciativa conta com o apoio do Fundo Socioambiental Caixa.

Fundada numa ilha descoberta em 1504, a cidade de São Francisco do Sul (SC) é considerada a terceira cidade mais velha do Brasil e a mais antiga de Santa Catarina. Hoje, o município atrai 10 mil visitantes ao ano e integra a rota dos cruzeiros marítimos na temporada de verão. 

O coordenador do projeto Turismo Ecológico no Parque Estadual Acaraí, Douglas Macali, explica que a ideia do curso surgiu após o diagnóstico turístico da cidade ser finalizado. “Percebemos que não existiam pessoas qualificadas para trabalhar como guias.” 

Mais de 100 pessoas se inscreveram para participar do curso gratuito, que faz parte do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). A professora Aldineide Ramos, 34 anos, é uma das 28 pessoas que se formaram condutoras ambientais em 2014. Acostumada desde a infância a fazer trilhas, Aldineide não pensou duas vezes ao procurar o Comar. “Desde criança eu subo o Morro da Cruz para ver a cidade toda”, conta.

Os participantes receberam informações sobre a fauna, a flora e a história do parque, além de noções de primeiros socorros, ecoturismo, empreendedorismo e referenciação geográfica. “Os alunos aprenderam a se localizar nas trilhas, caso se perdessem. E a prestar os primeiros atendimentos para a eventualidade de alguém se machucar”, diz Macali. 

Ao final do curso, que teve a duração de oito meses, 17 dos 28 formandos se reuniram para abrir a Associação de Condutores Ambientais de São Francisco do Sul e Região, que entrou em funcionamento na temporada de verão 2013-2014. “Eles entregaram folders e houve uma demanda inicial dos turistas”, afirma Macali, coordenador do projeto.

Com uma área de 6,7 mil hectares que inclui o arquipélago Tamboretes, o Parque Estadual do Acaraí é composto por dunas, sambaquis e restinga da Mata Atlântica. Entre as atrações está a Praia Grande, a maior de São Francisco, bastante procurada para a pesca de arremesso e a prática de surfe.

Fonte:

Agência Caixa

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ONU e governo lançam Década Internacional de Afrodescendentes em Brasília

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A Década Internacional de Afrodescendentes é oficialmente lançada no Brasil, nesta quarta-feira (22), durante a abertura do Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha. Com o tema “Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento”, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o período de 2015 a 2024 como a Década Internacional de Afrodescendentes. O evento, realizado em Brasília, conta com a presença do coordenador residente do Sistema das Nações Unidas do Brasil, Jorge Chediek, entre outras autoridades.

Seu objetivo principal é promover o respeito, a proteção e a realização de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais dos povos afrodescendentes, como reconhecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Segundo a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, “a Década é uma oportunidade para que os países reflitam e proponham medidas para a superação do racismo, de forma a promover a inclusão e a igualdade racial”.

A Década é também uma oportunidade para reconhecer a contribuição significativa dos povos afrodescendentes às nossas sociedades, bem como propor medidas concretas para promover sua inclusão total e combater todas as formas de racismo, discriminação racial, xenofobia e qualquer tipo de intolerância relacionada.

No evento de lançamento, é apresentada a vinheta da Década Internacional de Afrodescendentes, que abrirá todos os filmes do Festival, e a plataforma da Década – www.decada-afro-onu.org – onde é possível acessar informações completas sobre a Década Internacional de Afrodescendentes, incluindo vídeos, fotos, notícias e eventos, no Brasil e em diversos países do mundo.

A Década Internacional de Afrodescendentes foi proclamada pela Resolução n° 68/237 da Assembleia Geral e será observada entre 2015 e 2024, proporcionando uma estrutura sólida para as Nações Unidas, os Estados-membros, a sociedade civil e todos os outros atores relevantes para tomar medidas eficazes para a implementação do programa de atividades no espírito de reconhecimento, justiça e desenvolvimento.

Festival Latinidades

O Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha (Festival Latinidades) – que acontece no Cine Brasília de 22 a 26 de julho – é o maior Festival de Mulheres Negras da América Latina. O tema deste ano é Cinema Negro e tem por objetivo debater o protagonismo e a representação das mulheres negras no cinema, colocando-as no centro das discussões sobre políticas públicas para o audiovisual.

Criado em 2008 para comemorar o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (celebrado em 25 de julho), o Festival está na 8ª edição e discute temas relacionados à superação das desigualdades de gênero e raça, colocando a cultura negra da diáspora em visibilidade. 

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