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	<title>África,Descobertas de petróleo / gás,Energia renovável,Eventos / Assessoria de Imprensa,Guiné-Bissau,investimento,Minas,Negócios,Petróleo e Gás,Senegal,MBC &#8211; Portuguese-Language ForeignAffairs</title>
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		<title>Guin?-Bissau e Senegal Promovem o Desenvolvimento Conjunto do Potencial do Hidrocarboneto na Bacia de MSGBC (Por Miguel Artacho)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 20:07:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MIL OSI &#8211; DAKAR, Senegal, 13 de outubro 2021/APO Group/ &#8212; Por Miguel Artacho, Editor de Campo A Guiné-Bissau usufrui de várias áreas de mar territorial com boas perspetivas para uma variedade de empresas independentes de exploração e produção (E&#038;P) e também para empresas petrolíferas internacionais (EPIs), que operam atualmente em vários países com uma ... <a title="Guin?-Bissau e Senegal Promovem o Desenvolvimento Conjunto do Potencial do Hidrocarboneto na Bacia de MSGBC (Por Miguel Artacho)" class="read-more" href="https://portuguese-language.foreignaffairs.co.nz/2021/10/14/guineabissau-and-senegal-promote-hydrocarbon-development-of-the-msgbc-basin-by-miguel-artacho/" aria-label="Read more about Guin?-Bissau e Senegal Promovem o Desenvolvimento Conjunto do Potencial do Hidrocarboneto na Bacia de MSGBC (Por Miguel Artacho)">Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milnz.co.nz/mil-osi-aggregation/" target="_blank" rel="nofollow noopener">MIL OSI</a> &#8211; <span>DAKAR, Senegal, 13 de outubro 2021/APO Group/ &#8212;</span></p>
<p>Por Miguel Artacho, Editor de Campo</p>
<p>A Guiné-Bissau usufrui de várias áreas de mar territorial com boas perspetivas para uma variedade de empresas independentes de exploração e produção (E&#038;P) e também para empresas petrolíferas internacionais (EPIs), que operam atualmente em vários países com uma parte da Bacia, incluindo a Svenska Petroleum da Suécia, a PetroNor E&#038;P da Noruega e a FAR LTD da Austrália &#8211; que também está presente na Gâmbia e no Senegal. A maior parte das atividades de E&#038;P são realizadas em parceria com a Petroguin EP, a empresa nacional de petróleo e gás da Guiné-Bissau, mas existe outra entidade particularmente importante no sector do petróleo e gás da Guiné &#8211; a Agência de Gestão e Cooperação (https://bit.ly/3awuEvE) entre a Guiné-Bissau e o Senegal (AGC).</p>
<p>A AGC (https://bit.ly/3av8WYP) é uma entidade que comunica diretamente com os Presidentes de ambos os países sobre todos os desenvolvimentos da indústria petrolífera e do gás; e também possui ligações diretas com os ministérios de interesse &#8211; o Ministério do Petróleo e Energia do Senegal e o Ministério dos Recursos Naturais e Energia da Guiné-Bissau.</p>
<p>A AGC está sediada no Senegal, em Dakar e é responsável pela realização de estudos geológicos e geofísicos, trabalhos de perfuração e atividades de exploração e de recursos petrolíferos. Igualmente importante, a AGC é responsável por auxiliar no marketing e promoção de todas as atividades de petróleo e gás na Guiné-Bissau. Finalmente, a AGC também participa de forma ativa para assegurar que estes recursos naturais são explorados de forma sustentável, de forma a garantir o controlo e proteção do ambiente marinho onde estes blocos de mar territorial estão localizados.</p>
<p>Para além da sua importante função no desenvolvimento da cooperação regional no sector do petróleo e do gás, a AGC desempenha também funções em dois outros sectores altamente estratégicos para ambos os países, a mineração e a pesca. A Guiné-Bissau é sem dúvida um dos países mais ricos de África no que à quantidade de recursos naturais (https://bit.ly/3lz1RNd) diz respeito. Existem reservas consideráveis de bauxite e de fosfato no país.</p>
<p>As Operações Petrolíferas na zona da AGC (https://bit.ly/3mMTNIb) começaram em 1958 com a Compagnie des Pétroles Total Afrique de l&#8217;Ouest (COPETAO) no Senegal e a Companhia EXXON na Guiné-Bissau. Inicialmente, as Operações Petrolíferas centraram-se nas cúpulas salinas (Dôme Flore e Dôme Gea) caracterizadas pelas armadilhas estruturais. Estas operações levaram à descoberta de reservas de petróleo pesado na Dôme Flore em 1967 e na Dôme Gea em 1971.</p>
<p>Em 1991, a Casamance Petroleum Ltd. obteve a licença de exploração de hidrocarbonetos conhecida como a Licença de Dôme Flore e recolheu uma série de dados sísmicos em 3D (300 km2) na Dôme Flore e na Dôme Gea. Esta licença caducou em 1994 e a área foi posteriormente reatribuída à empresa Pecten, que perfurou um poço de exploração de pouca profundidade chamado &#8220;Boabab-1&#8221; na parte oriental da Cúpula Gea em 1996. Esta perfuração verificou a existência de petróleo. De 1997 a 1999, a AGC (https://bit.ly/3axJ8LD) levou a cabo estudos sísmicos, e depois procurou promover, através de uma enorme campanha, os blocos do grande mar territorial da Zona de Exploração Conjunta, onde a AGC facilita a cooperação entre o Senegal e a Guiné-Bissau.</p>
<p>Na sequência desta campanha de promoção foram concedidas, no início de 2001, duas licenças de exploração de hidrocarbonetos nas zonas profundas (a Licença Cheval Marin e a Licença Southern Cross) à empresa AGIP­­­­- uma subsidiária da empresa multinacional petrolífera Eni &#8211; e à Fusion Oil &#038; Gaz NL, respetivamente. Posteriormente, estas duas empresas realizaram importantes trabalhos de investigação sísmica em 2D e 3D e estudos magnéticos, gravimétricos, geoquímicos e geológicos, com as suas respetivas licenças. Atualmente, a AGC tem várias parcerias com empresas de petróleo e gás, incluindo a Petroguin E&#038;P, a Oryx Petroleum, a CNOOC/NEXEN, a Tender Oil &#038; Gas SARL, e a Best Petroleum, entre outras. Um futuro leilão poderá atrair ainda mais entidades para os blocos de mar territorial geridos pela AGC.</p>
<p><strong>Futuros Leilões</strong></p>
<p>Após as várias descobertas de grande magnitude que aconteceram entre 2014 e 2017 nas águas territoriais do Senegal (SNE, SAGOMAR) e na fronteira com a Mauritânia (GTA), o interesse atual de toda a região em desenvolver o potencial de hidrocarbonetos na Bacia de MSGBC, que está muito pouco explorada, rejuvenesceu. Os blocos de mar territorial que a AGC está encarregue de gerir e promover para futuros leilões conta, atualmente, com uma série de médias empresas de E&#038;P, que estão a analisar os dados sísmicos obtidos e a prospeção de petróleo e gás, mas tanto a Guiné-Bissau como os seus parceiros no Senegal estão interessados em atrair novos investidores e na possibilidade de fazer parcerias com EPIs para ajudar a financiar uma campanha de exploração e perfuração mais agressiva.</p>
<p>Em resposta à crescente demanda por energia renovável e ao crescente interesse das partes interessadas internacionais em investir, desenvolver e ter sucesso na África, a Energy Capital &#038; Power realizará a conferência e exposição MSGBC Oil, Gas &#038; Power 2021 (https://bit.ly/3v6KMgN) em 2-3 de dezembro de 2021. Focada no aprimoramento de parcerias regionais, estimulando o investimento e o desenvolvimento nos setores de petróleo, gás e energia, a conferência unirá as partes interessadas internacionais regionais com oportunidades africanas, servindo como uma plataforma orientada para o crescimento para o setor de energia da África. Saiba mais sobre a conferência aqui: The Energy Minute: MSGBC Oil, Gas &#038; Power 2021 (https://bit.ly/2YFtpIp).</p>
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