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	<title>África,Coronavirus,Economia,MBC &#8211; Portuguese-Language ForeignAffairs</title>
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		<title>?frica Subsariana: Um planeta, dois mundos, tr?s realidades</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 19:33:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MIL OSI &#8211; WASHINGTON D.C., Estados Unidos da América, 21 de outubro 2021/APO Group/ &#8212; Projeta-se que a África Subsariana cresça 3,7% em 2021 e 3,8% em 2022 – uma retoma bem-vinda, porém relativamente modesta, o que leva a crer que a divergência em relação ao resto do mundo subsistirá no médio prazo; A crise ... <a title="?frica Subsariana: Um planeta, dois mundos, tr?s realidades" class="read-more" href="https://portuguese-language.foreignaffairs.co.nz/2021/10/22/subsaharan-africa-one-planet-two-worlds-three-stories/" aria-label="Read more about ?frica Subsariana: Um planeta, dois mundos, tr?s realidades">Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milnz.co.nz/mil-osi-aggregation/" target="_blank" rel="nofollow noopener">MIL OSI</a> &#8211; <span>WASHINGTON D.C., Estados Unidos da América, 21 de outubro 2021/APO Group/ &#8212;</span></p>
<p>Projeta-se que a África Subsariana cresça 3,7% em 2021 e 3,8% em 2022 – uma retoma bem-vinda, porém relativamente modesta, o que leva a crer que a divergência em relação ao resto do mundo subsistirá no médio prazo; A crise realçou as principais disparidades na resiliência entre os países da África Subsariana e também exacerbou as vulnerabilidades e desigualdades preexistentes em cada país. Além disso, a inflação dos preços dos produtos alimentares ameaça pôr em risco as conquistas em termos de segurança alimentar e exacerbar a instabilidade política e social; À medida que a pandemia se prolonga, as autoridades enfrentam um ambiente de políticas cada vez mais complexo, com necessidades crescentes, recursos limitados e escolhas difíceis. A prioridade máxima ainda é salvar vidas, mas urge também definir prioridades em termos de despesas, mobilizar receitas, reforçar a credibilidade e melhorar o ambiente de negócios; A solidariedade e cooperação internacionais são também fundamentais, não apenas no que respeita à vacinação, mas também na abordagem de outras questões de máxima importância à escala mundial, como as alterações climáticas.</p>
<p>A economia da África Subsariana deve se recuperar em 2021 – uma melhoria marcante em relação à extraordinária contração registada em 2020. Esta retoma é muito bem-vinda e resulta, sobretudo, de um ambiente externo propício, inclusive no comércio internacional e nos preços das matérias-primas. Além disso, as colheitas favoráveis elevaram a produção agrícola. Contudo, as perspetivas permanecem extremamente incertas, uma vez que a recuperação depende dos avanços na luta contra a Covid-19 e é vulnerável a perturbações na atividade económica e nos mercados financeiros mundiais, afirma o Fundo Monetário Internacional na mais recente edição das <em>Perspetivas Económicas Regionais para a África Subsariana</em>.</p>
<p>“Enquanto a África Subsariana atravessa uma pandemia prolongada, com novas vagas de infeção, o regresso à normalidade não será, de modo algum, fácil”, salientou Abebe Aemro Selassie, Diretor do Departamento de África do FMI. “Na ausência de vacinas, os confinamentos e outras medidas de contenção têm sido a única opção para conter o vírus.</p>
<p>“A recuperação da África Subsariana este ano será de 3,7%, a mais lenta do mundo – o crescimento das economias avançadas deve ser superior a 5%, enquanto outras economias de mercados emergentes e em desenvolvimento devem crescer mais de 6%. Este desfasamento reflete a distribuição lenta de vacinas na África Subsariana e as diferenças marcantes no espaço para a formulação de políticas.</p>
<p>O PIB real <em>per capita</em> deverá permanecer próximo dos 5,5%, abaixo das tendências pré‑crise, e a perda permanente do produto real deverá variar entre -21% e -2%. Os países não ricos em recursos deverão crescer a um ritmo muito mais acelerado do que os países ricos em recursos – um padrão que precede a crise e que foi amplificado pelos desenvolvimentos recentes, o que destaca diferenças fundamentais na resiliência. Os países não ricos em recursos têm uma estrutura económica mais diversificada, o que contribuiu para que se ajustassem e recuperassem mais depressa. A subida dos preços das matérias-primas também beneficiou alguns países, mas estes ganhos extraordinários são muitas vezes voláteis e não podem substituir fontes mais permanentes de crescimento. Além disso, as diferenças no espaço orçamental também ajudam a explicar as disparidades no atual ritmo de recuperação entre os países.</p>
<p>O aumento das brechas <em>entre</em> os países tem sido acompanhado pela crescente divergência <em>dentro</em> dos próprios países, uma vez que a pandemia afetou de forma particularmente severa as pessoas mais vulneráveis na região. Com cerca de 30 milhões de pessoas a caírem na pobreza extrema, a crise não só acentuou a desigualdade entre grupos de rendimento, como também entre regiões geográficas subnacionais, o que poderá agravar o risco de tensões sociais e instabilidade política. Neste contexto, a subida da inflação dos preços dos alimentos, conjugada com a quebra dos rendimentos, está a pôr em risco as conquistas alcançadas nos domínios da pobreza, saúde e segurança alimentar.</p>
<p>Além disso, as crescentes vulnerabilidades da dívida são uma fonte de preocupação e muitos governos terão de empreender uma consolidação orçamental. O nível global da dívida pública deverá diminuir ligeiramente em 2021 para 56,6% do PIB, mas continua elevado face ao nível de 50,4% do PIB anterior à pandemia. A metade dos países de baixos rendimentos da África Subsariana está em situação de sobre-endividamento ou em elevado risco de sobre-endividamento. E mais países poderão vir a enfrentar pressões à medida que o serviço da dívida passa a representar uma parcela cada vez maior dos recursos do Estado.”</p>
<p>Neste contexto, Abebe Aemro Selassie assinalou uma série de políticas prioritárias. “O difícil ambiente de políticas que as autoridades enfrentavam antes da crise passou a ser ainda mais desafiador após a crise. Os decisores políticos deparam-se com três importantes desafios orçamentais: 1) fazer face às necessidades prementes da região em matéria de despesas de desenvolvimento, 2) conter a dívida pública e 3) mobilizar receitas fiscais num contexto em que medidas adicionais são, por norma, impopulares. Nunca foi fácil cumprir estes objetivos e é algo que implica um difícil exercício de equilíbrio. Para a maioria dos países, as medidas de políticas mais urgentes incluem a definição de prioridades de despesas, a mobilização de receitas, o aumento da credibilidade e a melhoria do ambiente de negócios.</p>
<p>A alocação recente de DSE reforçou as reservas da região, aliviando algum do peso sobre as autoridades à medida que estas orientam a recuperação dos seus países. E o redirecionamento dos DSE de países com posições externas fortes para países com fundamentos mais frágeis poderia ajudar a reforçar a resiliência da região.</p>
<p>Em relação à Covid-19, a cooperação internacional em matéria de vacinação é fundamental para fazer face à ameaça de sucessivas vagas. Isto ajudará a impedir que as trajetórias divergentes da África Subsariana e do resto do mundo se tornem fissuras permanentes, comprometendo décadas de árduos progressos socioeconómicos.</p>
<p>Em relação ao futuro, o potencial da região mantém-se intacto. Porém, a ameaça das alterações climáticas – e o processo de transição energética à escala mundial – sugerem que a África Subsariana talvez tenha de adotar um modelo de crescimento mais inovador e mais verde. Isto representa desafios mas também oportunidades e realça a necessidade de reformas transformadoras arrojadas e financiamento externo contínuo. Não será fácil tomar essas medidas, mas elas são pré-requisitos essenciais para que se concretize o há muito prometido século africano.”</p>
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