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	<title>África,Bancos/Finanças,Economia,investimento,Negócios,MBC &#8211; Portuguese-Language ForeignAffairs</title>
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		<title>Peso da dívida de 824 mil milhões de dólares e os empréstimos opacos apoiados em recursos prejudicam o potencial de África, alerta o Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 11:44:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MIL OSI &#8211; WASHINGTON, D.C., Estados Unidos da América, 24 de abril de 2024/APO Group/ &#8212; O imenso potencial económico de África está a ser minado por empréstimos não transparentes apoiados em recursos que complicam a resolução da dívida e comprometem o crescimento futuro dos países, afirmou na quinta-feira o Presidente do Banco Africano de ... <a title="Peso da dívida de 824 mil milhões de dólares e os empréstimos opacos apoiados em recursos prejudicam o potencial de África, alerta o Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento" class="read-more" href="https://portuguese-language.foreignaffairs.co.nz/2024/04/24/africas-824-billion-debt-burden-and-opaque-resourcebacked-loans-hinder-its-potential-african-development-bank-president-warns/" aria-label="Read more about Peso da dívida de 824 mil milhões de dólares e os empréstimos opacos apoiados em recursos prejudicam o potencial de África, alerta o Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento">Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milnz.co.nz/mil-osi-aggregation/" target="_blank" rel="nofollow noopener">MIL OSI</a> &#8211; <span>WASHINGTON, D.C., Estados Unidos da América, 24 de abril de 2024/APO Group/ &#8212;</span></p>
<p>O imenso potencial económico de África está a ser minado por empréstimos não transparentes apoiados em recursos que complicam a resolução da dívida e comprometem o crescimento futuro dos países, afirmou na quinta-feira o Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB) (www.AfDB.org), Akinwumi Adesina.</p>
<p>&#8220;Penso que está na altura de termos uma responsabilização pela transparência da dívida e de nos certificarmos de que toda esta questão dos empréstimos opacos apoiados em recursos naturais acaba, porque complica a questão da dívida e a questão da resolução da dívida&#8221;, disse Adesina ao jornalista Yinka Adegoke, na Cimeira Semafor África, que decorre à margem das Reuniões da Primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial 2024.</p>
<p>Adesina destacou os desafios colocados pelo aumento da dívida externa de África, que atingiu 824 mil milhões de dólares em 2021, com os países a dedicarem 65% do seu PIB ao serviço destas obrigações. Afirmou que, só este ano, o continente pagará 74 mil milhões de dólares de serviço da dívida, um aumento acentuado em relação aos 17 mil milhões de dólares de 2010.</p>
<p>Embora reconhecendo as pressões fiscais enfrentadas pelas nações africanas devido à pandemia de Covid-19, às necessidades de infraestruturas e ao aumento da inflação, Adesina sublinhou a necessidade de abordar as questões estruturais no panorama da dívida de África. O líder do AfDB salientou a mudança do financiamento concessional para uma dívida comercial mais cara e de curto prazo, com a dívida em Eurobonds a representar atualmente 44% da dívida total de África, contra 14 a 17% anteriormente.</p>
<p>Criticou também o ‘África premium’ que os países pagam quando acedem aos mercados de capitais, apesar de os dados mostrarem que as taxas de incumprimento em África são inferiores às de outras regiões. O Presidente do AfDB apelou ao fim desta perceção de risco, que, considerou, leva a custos de empréstimo mais elevados para os países africanos.</p>
<p>Adesina sublinhou a importância de criar uma forma ordenada e previsível de lidar com a dívida de África, apelando a uma implementação mais rápida do Quadro Comum do G20.</p>
<p>O Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento sublinhou também a necessidade de aumentar o financiamento concessional, isto é, em condições mais favoráveis que as da banca comercial, especialmente para os países de baixo rendimento. &#8220;O que é particularmente interessante em África é que o nível de financiamento em condições favoráveis diminuiu significativamente&#8221;, afirmou, acrescentando que o Fundo Africano de Desenvolvimento – o braço do Grupo Banco que concede empréstimos concessionais aos países de baixo rendimento – está a conceder financiamento a longo prazo a taxas de juro baixas aos 37 países mais vulneráveis.</p>
<p>Adesina discutiu vários instrumentos e iniciativas utilizados pelo Banco Africano de Desenvolvimento para reduzir o risco dos projetos e atrair investidores institucionais, tais como garantias parciais de crédito, capital híbrido e titularização sintética.</p>
<p>Olhando para o futuro, Adesina mostrou-se otimista em relação às oportunidades em África, em particular nas energias renováveis, dado o vasto potencial solar do continente. Destacou também o Fórum Africano de Investimento, uma plataforma criada pelo Banco e pelos seus parceiros, que reúne investidores de todo o mundo para facilitar investimentos em grande escala em sectores-chave como as infraestruturas, o digital e as energias renováveis.</p>
<p>&#8220;África é o melhor destino de investimento do mundo&#8221;, concluiu Adesina, enfatizando o compromisso do Banco Africano de Desenvolvimento em criar um ambiente propício para que os investimentos prosperem. </p>
<p>A sessão da cimeira Semafor – intitulada &#8220;<em>Classe média global em ascensão: O aumento da dívida dos países em desenvolvimento é uma bênção ou uma maldição?</em>&#8221; – reuniu uma série de participantes para conversarem sobre o aumento do peso da dívida enfrentado pelos países em desenvolvimento à medida que os custos dos empréstimos aumentam.</p>
<p>Outros ilustres participantes incluíram Xavier Becerra, Secretário da Saúde e dos Serviços Humanos dos EUA; Raj Shah, Presidente da Fundação Rockefeller; Andrew Steer, Presidente e Diretor Executivo do Bezos Earth Fund; e Brent Neiman, Secretário Adjunto para as Finanças Internacionais do Tesouro dos EUA.  </p>
<p>Shah sublinhou a importância de equilibrar as necessidades económicas dos países em desenvolvimento com a necessidade de ação climática. Para ajudar o governo sul-africano a desativar a central elétrica de Komati, alimentada a carvão, a Fundação Rockefeller, através da Global Energy Alliance for People and Planet, desenvolveu um plano de requalificação dos trabalhadores da central, criando simultaneamente novos postos de trabalho e melhorando as infraestruturas de transmissão, para que as energias renováveis possam dar poder às empresas locais. &#8220;É uma conversa irrealista pedir às pessoas que fechem a sua única fonte real de prosperidade e causem perdas de emprego&#8221;, disse Shah.</p>
<p>Neiman abordou os esforços do governo dos EUA para ajudar os países africanos a reduzir o peso da dívida. Referiu que a Costa do Marfim, o Benim e o Quénia emitiram quase 5 mil milhões de dólares em títulos de dívida desde o início de 2024, a taxas de juro que variam entre 8 e 10%. Esta é uma prova, afirmou, de que as economias emergentes continuam a ter capacidade para aceder aos mercados de capitais. Adesina citou ainda a Mesa Redonda Mundial sobre a Dívida Soberana como um instrumento que permitiu reunir credores e devedores para fazer face ao aumento da dívida dos países em desenvolvimento.</p>
<p>Adesina está em Washington para participar nas Reuniões da Primavera de 2024 do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial.</p>
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