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	<title>África,Angola,energia,Energia renovável,Eventos / Assessoria de Imprensa,Petróleo e Gás,MBC &#8211; Portuguese-Language ForeignAffairs</title>
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		<title>Angola Oil &#038; Gas (AOG) 2022 Destaque a Relevância do Setor das Energias Renováveis em Ascensão em Angola</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 15:31:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MIL OSI &#8211; LUANDA, Angola, 30 de november 2022/APO Group/ &#8212; Comprometido a desenvolver o crescente setor das energias renováveis do país por via do aproveitamento os seus vastos recursos solares e eólicos inexplorados, e com a energia hidroelétrica já a representar quase dois terços da produção doméstica de energia, o Governo Angolano estabeleceu o ... <a title="Angola Oil &#38; Gas (AOG) 2022 Destaque a Relevância do Setor das Energias Renováveis em Ascensão em Angola" class="read-more" href="https://portuguese-language.foreignaffairs.co.nz/2022/12/01/angola-oil-and-gas-aog-2022-shines-spotlight-on-angolas-renewables-sector/" aria-label="Read more about Angola Oil &#38; Gas (AOG) 2022 Destaque a Relevância do Setor das Energias Renováveis em Ascensão em Angola">Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milnz.co.nz/mil-osi-aggregation/" target="_blank" rel="nofollow noopener">MIL OSI</a> &#8211; <span>LUANDA, Angola, 30 de november 2022/APO Group/ &#8212;</span></p>
<p>Comprometido a desenvolver o crescente setor das energias renováveis do país por via do aproveitamento os seus vastos recursos solares e eólicos inexplorados, e com a energia hidroelétrica já a representar quase dois terços da produção doméstica de energia, o Governo Angolano estabeleceu o objetivo de assegurar que as energias renováveis compreendam 70% da matriz energética de Angola até 2025.</p>
<p>A sessão foi iniciada com uma breve apresentação de John Humphrey, Comissário Comercial de Sua Majestade para África, Reino Unido, que declarou: “Com o vasto potencial de Angola em termos de energias hidráulica, solar e eólica, vemos oportunidades significativas para as empresas apoiarem a continuidade do desenvolvimento humano e a diversificação energética do país. Angola encontra-se atualmente numa forte posição em matéria de transição energética em África.”</p>
<p>Moderado por Malin Anderberg, Responsável de Energias Renováveis do PNUD, o evento paralelo Mesa Redonda “Energias Renováveis e Hidrogénio”, realizado durante a Conferência e Exposição Angola Oil &#038; Gas (AOG) 2022 em Luanda, explorou os esforços de Angola para acelerar o acompanhamento da sua transição energética e o potencial do setor das energias renováveis para criar novas fontes de emprego, parcerias público-privadas e indústrias progressivas. A Mesa Redonda contou com a participação de Vita Mateso, Coordenadora para os Biocombustíveis, Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG); Eden Clayton, Diretor Nacional do Departamento de Comércio Internacional Angola-Reino Unido; Paulo Guedes, Diretor de Energias Renováveis, Sonangol; e Dr. Nuno Gomes, Vice-Presidente da Associação Angolana de Energias Renováveis (ASEAR).</p>
<p>“Sempre que falamos da transição energética de Angola de uma forma genérica, talvez se deva observar que o Governo poderia participar mais livremente na cooperação e na contribuição para a diversificação da variedade energética do país”, afirmou Vita Mateso, Coordenadora de Biocombustíveis da ANPG, acrescentando: “O país deveria concentrar-se tanto no seu potencial de combustíveis fósseis como no de energias renováveis. Podemos ver claramente os esforços que estão a ser feitos no sentido de aproveitar as nossas energias renováveis. Detemos o potencial em termos de energia solar e eólica e estamos a assistir à realização de estudos de viabilidade em toda na região sul do país.”</p>
<p>Com potencial de acrescentar até 55 GW de nova capacidade de geração e reforçar a rede de abastecimento para as zonas rurais e urbanas, o Governo Angolano implementou uma série de parcerias público-privadas para permitir o financiamento de projetos, ao mesmo tempo que abriu o mercado à participação do setor privado.</p>
<p>“Angola tem o potencial para ser decisiva na transição energética global”, afirmou Eden Clayton, Diretor Nacional do Departamento de Comércio Internacional Angola-Reino Unido, salientando que “Podemos ver que temos já energias renováveis a competir com outras formas de energia em Angola, mas é preciso notar que a energia está também a competir com outros mercados angolanos. Por conseguinte, precisamos de assegurar acordos comerciais de energia que sejam efetivamente viáveis.”</p>
<p>Proporcionando uma oportunidade de aumentar as mini-grids baseadas em energias renováveis para os consumidores rurais, uma vasta gama de políticas e programas — tais como o Programa Nacional de Eletrificação Rural de Áreas Rurais e a Estratégia de Longo Prazo de 2025 — posicionaram Angola na possibilidade de alcançar uma taxa de eletrificação rural de 60% até 2025, estando o Ministério da Energia e Água do país atualmente a meio da implantação de 30.000 sistemas off-grids com uma capacidade total de 600 MW.</p>
<p>“A viabilidade do nosso objetivo dependerá do financiamento e da política em termos de quão longe queremos ir em matéria de processo de transição”, afirmou Nuno Gomes, Vice-Presidente da ASEAR. Declarou ainda: “Vamos precisar de mais energia renovável do que aquela que a indústria do petróleo e do gás nos pode fornecer. Esta é uma situação fáctica. Não é uma escolha. O que Angola está a fazer é construir um novo futuro para África. Teremos de o fazer porque já não se trata de uma transição: isto é uma realidade, e é viável.”</p>
<p>Entretanto, prestes a tornar-se líder no desenvolvimento do hidrogénio, com planos para a construção de uma fábrica de amoníaco verde no país, Angola tornar-se-á o primeiro fornecedor de hidrogénio verde para a Alemanha a partir de 2024. Antecipa-se que a fábrica, que está a ser construída no Porto de Barra do Dande, na província de Bengo em Angola, produzirá aproximadamente 280.000 toneladas de amoníaco verde para exportação.</p>
<p>“Existem planos que nos permitirão utilizar várias, diversas fontes de energia renovável, particularmente o hidrogénio verde”, declarou Paul Guedes, Diretor de Energias Renováveis da Sonangol, rematando:  “Em termos de objetivos, mais cedo ou mais tarde, vamos estabelecer toda a matriz baseada em energias renováveis através da concentração nos ativos mais fortes de Angola.”</p>
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