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	<title>África,Angola,Economia,energia,Eventos / Assessoria de Imprensa,investimento,Petróleo e Gás,MBC,SMS &#8211; Portuguese-Language ForeignAffairs</title>
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		<title>Angola Oil &#038; Gas 2022 Explora Desenvolvimentos no Setor Downstream de Angola</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 15:18:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MIL OSI &#8211; LUANDA, Angola, 1 de dezembro 2022/APO Group/ &#8212; No meio de uma profunda transformação, os desenvolvimentos no setor downstream de Angola estão prestes a posicionar este país da África Austral como um dos principais exportadores de produtos petrolíferos da região. Graças a uma agenda liderada pelo Estado para expandir a capacidade de ... <a title="Angola Oil &#38; Gas 2022 Explora Desenvolvimentos no Setor Downstream de Angola" class="read-more" href="https://portuguese-language.foreignaffairs.co.nz/2022/12/02/angola-oil-and-gas-aog-2022-explores-developments-in-angolas-downstream-sector/" aria-label="Read more about Angola Oil &#38; Gas 2022 Explora Desenvolvimentos no Setor Downstream de Angola">Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milnz.co.nz/mil-osi-aggregation/" target="_blank" rel="nofollow noopener">MIL OSI</a> &#8211; <span>LUANDA, Angola, 1 de dezembro 2022/APO Group/ &#8212;</span></p>
<p>No meio de uma profunda transformação, os desenvolvimentos no setor <em>downstream</em> de Angola estão prestes a posicionar este país da África Austral como um dos principais exportadores de produtos petrolíferos da região. Graças a uma agenda liderada pelo Estado para expandir a capacidade de refinação, armazenamento e distribuição, e com planos para aumentar a sua capacidade de refinação para 425.000 barris por dia (bpd), a economia Angolana está preparada para se tornar num espaço de investimento mais lucrativo e competitivo através da renovação, modernização e liberalização do seu setor <em>downstream</em>.</p>
<p>Durante o segundo dia do evento Angola Oil &#038; Gas 2022 (https://bit.ly/3iiUFWk), teve lugar o painel de discussão “Foco no <em>Downstream</em>”, com oradores como António Feijó, Diretor-Geral Adjunto, IRDP; Eusébio Vunge, Diretor, UNDC Sonangol E. P.; Anders Østergaard, CEO do Grupo Monjasa; Ivanilson Machado, CEO, Pumangol; Tarik Berair, Executivo de Desenvolvimento de Negócios &#038; Diretor de Vendas, África, Technip Energies; Mauro Carvalho, Sócio-Administrador &#038; Fundador, Famar; e Luís Coelho, Diretor Executivo, Zambezi Refined Petroleum Multi Product and Natural Gas Pipelines Ltd. Moderado por Hasnayn Ebrahim, Diretor Administrativo de Africa International Advisors (AIA), a sessão foi aberta com um discurso proferido por Anibor Kragha, Secretário Executivo da African Refiners &#038; Distribution Association, no qual falou sobre a importância do setor <em>downstream</em> para melhorar o fornecimento e a fiabilidade de combustíveis mais limpos para África.</p>
<p>&#8220;Temos de defender os investimentos em toda a África <em>downstream</em>, e estamos a promover a segurança energética africana&#8221;, declarou Kragha, acrescentando: &#8220;Temos de garantir que os intervenientes <em>downstream</em> obtêm o financiamento adequado para que consigam fornecer combustíveis mais limpos e possam acrescentar valor e introduzir investimento no continente, de modo a criar maior segurança energética.&#8221;</p>
<p>Posteriormente, a discussão começou com Coelho a afirmar que &#8220;os investimentos no setor <em>downstream</em> irão criar dinamismo e alcançar um equilíbrio dentro da indústria e, assim, gerar rentabilidade.&#8221;</p>
<p>Representando o maior produtor de petróleo da África Subsariana e ostentando notáveis desenvolvimentos a nível <em>upstream</em>, o mercado <em>downstream</em> de Angola encontra-se atualmente em plena transformação, causada principalmente pelo desenvolvimento prolífico da capacidade de refinação do país. Os planos para aumentar a sua capacidade de refinação para 360.000 bpd foram cumpridos pela recente conclusão de uma unidade adicional de produção de gasolina na já existente Refinaria de Luanda, e incluirão a construção de várias novas refinarias em Cabinda, Lobito e Soyo.</p>
<p>&#8220;Hoje em dia, dependemos apenas de cerca de 69% dos produtos petrolíferos refinados importados, uma vez que a nossa Refinaria de Luanda está já a fornecer cerca de 61% das nossas necessidades&#8221;, afirmou Vunge, acrescentando: &#8220;O aumento esperado representa uma enorme oportunidade para a nossa empresa e para o nosso país, para que possamos expandir a nossa presença na região.&#8221;</p>
<p>Entretanto, a propósito da importância de melhorar as competências de refinação de Angola, Berair declarou: &#8220;Precisamos definitivamente de trazer flexibilidade à concepção das refinarias <em>downstream</em>, em parte devido à natureza mutável da procura, mas também devido às restrições ambientais que temos.&#8221;</p>
<p>Para prosseguir de forma veemente a liberalização progressiva do setor <em>downstream</em>, por via do estabelecimento de um regime jurídico que rege as atividades de importação, recepção, fornecimento, armazenamento, transporte, distribuição, comercialização e exportação de produtos petrolíferos, é expectável que o mercado veja aumentar a concorrência e a eficiência, resultando num melhor acesso interno aos combustíveis a um preço mais baixo.</p>
<p>&#8220;A liberalização do mercado <em>downstream</em> em Angola é o caminho a seguir e irá atrair mais investimentos estrangeiros&#8221;, declarou Østergaard, o qual acrescentou de seguida: &#8220;A procura existe: a procura de petróleo bruto (crude) Angolano, mas também a de produtos refinados Angolanos. Temos orgulho em trabalhar com a Sonangol e com o Governo e percebemos, ao longo da última década, que a liberalização está a acontecer. Um mercado liberalizado ideal é um mercado livre, que permita a entrada de investimentos estrangeiros para a construção de armazenamento, a expansão das redes de estações de serviço, a partir de uma perspetiva de abastecimento de combustível.&#8221;</p>
<p>&#8220;A questão da liberalização tem sido discutida desde há bastante tempo&#8221;, acrescentou Machado, indicando: &#8220;Todos sabemos que o mercado e os investidores fizeram acordos com o Governo e que a liberalização do mercado <em>downstream</em> continuará a proporcionar empregos e a trazer desenvolvimentos para Angola.&#8221;</p>
<p>Ao mesmo tempo, para além de aumentar as suas capacidades de refinação, armazenamento e distribuição, o Governo Angolano tem procurado liderar o desenvolvimento no que diz respeito ao armazenamento e distribuição de energia através da expansão das estações de abastecimento por todo o país.</p>
<p>&#8220;O <em>downstream</em> e a capacidade de abastecimento de derivados deve estar alinhada com o crescimento da população. Tendo isto em conta, o nosso setor já deu muitos passos nesta direção. É por isso que temos projetos para aumentar a capacidade de refinação e também projetos para melhorar a capacidade de armazenamento, e tudo isto irá permitir satisfazer a procura de derivados de petróleo&#8221;, sustentou Feijó.</p>
<p>Na sequência da aceleração destes desenvolvimentos <em>downstream</em>, Angola está prestes a ficar bem posicionada para exportar e distribuir produtos petrolíferos refinados e petroquímicos associados aos países vizinhos como a República do Congo, Zâmbia, Camarões e a República Democrática do Congo.</p>
<p>&#8220;No que diz respeito à capacidade de armazenamento e distribuição, precisamos de ter em consideração alguns aspetos cruciais para otimizar os nossos produtos. De maneira a atingir estes objetivos, a comercialização e distribuição do armazenamento terá de levar a cabo uma redução dos custos associados e levar a cabo uma mobilização da distribuição de produtos refinados, a nível regional e continental&#8221;, concluiu Carvalho.</p>
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