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	<title>África,ambiente,Ásia,Bancos/Finanças,Eventos / Assessoria de Imprensa,investimento,Política Externa,MBC &#8211; Portuguese-Language ForeignAffairs</title>
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		<title>Conferência das Partes (COP28): Líderes dos bancos multilaterais de desenvolvimento debatem como acabar com o défice de financiamento da natureza e da água</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 18:34:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MIL OSI &#8211; DUBAI, Emirados Árabes Unidos, 7 de dezembro 2023/APO Group/ &#8212; Os líderes dos bancos multilaterais de desenvolvimento que participam na conferência mundial sobre alterações climáticas de 2023, a COP28, comprometeram-se na terça-feira a aumentar a mobilização de recursos para colmatar o défice de financiamento do setor da natureza e da água. Num ... <a title="Conferência das Partes (COP28): Líderes dos bancos multilaterais de desenvolvimento debatem como acabar com o défice de financiamento da natureza e da água" class="read-more" href="https://portuguese-language.foreignaffairs.co.nz/2023/12/08/conference-of-the-parties-cop28-heads-of-multilateral-development-banks-explore-closing-nature-and-water-financing-gap/" aria-label="Read more about Conferência das Partes (COP28): Líderes dos bancos multilaterais de desenvolvimento debatem como acabar com o défice de financiamento da natureza e da água">Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milnz.co.nz/mil-osi-aggregation/" target="_blank" rel="nofollow noopener">MIL OSI</a> &#8211; <span>DUBAI, Emirados Árabes Unidos, 7 de dezembro 2023/APO Group/ &#8212;</span></p>
<p>Os líderes dos bancos multilaterais de desenvolvimento que participam na conferência mundial sobre alterações climáticas de 2023, a COP28, comprometeram-se na terça-feira a aumentar a mobilização de recursos para colmatar o défice de financiamento do setor da natureza e da água.</p>
<p>Num painel de alto nível moderado por Lorde Zac Goldsmith, antigo Ministro do Clima e do Ambiente do Reino Unido, os bancos partilharam pontos de vista sobre o que pode ser feito de forma diferente para garantir que o mundo cumpra as agendas da água, da natureza e do clima. Os oradores incluíram representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco Asiático de Desenvolvimento e do Banco Africano de Desenvolvimento.</p>
<p>O Presidente do BID, Ilan Goldfajn, partilhou o programa-piloto CLIMA da instituição, uma ferramenta financeira inovadora que concede subvenções (5% do capital do empréstimo do BID) para incentivar os mutuários a atingirem os objetivos em matéria de natureza e clima. O CLIMA ajuda os países com acesso a mercados de dívida verdes e temáticos a mobilizar capital para investimentos no clima e na natureza em grande escala. Para serem elegíveis, os mutuários têm de cumprir três indicadores-chave de desempenho – definir objetivos ambientais ambiciosos, identificar as políticas e despesas adequadas para atingir esses objetivos e medir e comunicar atempadamente os seus progressos.</p>
<p>O Presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento, Masatsugu Asakawa, reforçou a necessidade de a comunidade de desenvolvimento liderar a mobilização de parcerias que possam gerar financiamentos novos e adicionais. Referiu-se ao lançamento dos Princípios Comuns para o Acompanhamento do Financiamento da Adaptação às Alterações Climáticas (https://apo-opa.co/4868jkb) pelos Bancos Multilaterais de Desenvolvimento e pelo Clube Internacional de Financiamento do Desenvolvimento, com o objetivo de melhorar a informação sobre o financiamento da adaptação.</p>
<p>Destacou também a Iniciativa para a Resiliência da Água na Ásia e no Pacífico, que o Banco Asiático de Desenvolvimento lançou na COP do ano passado (https://apo-opa.co/3RbrMJE) para mobilizar pelo menos 200 milhões de dólares até 2025 para a resiliência e segurança da água e do saneamento na Ásia e no Pacífico. &#8220;Os bancos multilaterais de desenvolvimento têm de assumir o controlo da água, da natureza e do clima&#8221;, afirmou Asakawa.</p>
<p>A Dra. Beth Dunford, Vice-Presidente de Agricultura e Desenvolvimento Humano e Social do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, apelou a uma ação urgente para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 de &#8220;água potável e saneamento para todos&#8221;.</p>
<p>A nível mundial, os recursos hídricos estão a diminuir e os impactos estão a intensificar-se devido ao aumento das temperaturas. Até 2030, 250 milhões de pessoas irão debater-se com a escassez de água e, até 2050, os impactos climáticos poderão custar a África 50 mil milhões de dólares por ano. Desde 2010, o Banco Africano de Desenvolvimento investiu cerca de 7,4 mil milhões de dólares na prestação de serviços de abastecimento de água e saneamento, beneficiando à volta de 90 milhões de pessoas em África.</p>
<p>O Banco Africano de Desenvolvimento comprometeu-se a quadruplicar o seu financiamento para a adaptação às alterações climáticas, de modo a atingir 25 mil milhões de dólares até 2025, através da promoção de investimentos inteligentes em termos climáticos. O Banco encorajará o financiamento do setor privado, particularmente para o tratamento da água, a reciclagem e outras componentes da cadeia de valor da água. Também considerará programas estratégicos de alívio da dívida, como a troca de dívida por natureza, em troca de um compromisso dos países membros regionais de investir em infraestruturas resistentes ao clima.</p>
<p>&#8220;Mesmo uma gota no oceano pode fazer uma onda de mudança. O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento junta-se a outros bancos multilaterais de desenvolvimento na partilha de uma visão clara para garantir a disponibilidade e a gestão sustentável dos sistemas hídricos para todos&#8221;, afirmou a Dra. Beth Dunford.</p>
<p>O Dr. Johan Rockstrom, Diretor do Instituto de Potsdam para a Investigação do Impacto Climático e copresidente da Comissão Mundial sobre a Economia da Água, proferiu uma palestra sobre &#8220;Repensar a Arquitetura Financeira para a Água e a Natureza&#8221;. Segundo ele, a natureza e o clima devem andar juntos nos esforços para criar soluções. &#8220;A sobre-exploração dos recursos naturais à escala global colocou o mundo em risco de desestabilizar todo o planeta e estamos num estado de emergência planetária&#8221;, afirmou.</p>
<p>Apelou ainda à gestão da água e à consideração da água, da natureza e do clima como um todo quando se analisa o mecanismo de financiamento. &#8220;Precisamos de gerir a água como uma entidade, valorizada como um capital de que todos dependemos porque determina a sustentabilidade da biosfera&#8230; A água é um fornecedor de meios de subsistência, resiliência e parte da questão da mitigação&#8221;.</p>
<p>O Dr. Rockstrom apelou à colaboração na mobilização de financiamento e no avanço de um quadro conceptual e de uma reestruturação da arquitetura financeira global para o clima, a água e a natureza, observando que o aprovisionamento e a resiliência de todos os ativos de capital natural são apoios fundamentais para o bem-estar humano e as economias.</p>
<p>A reunião afirmou que não pode haver um futuro sustentável sem uma atenção urgente, sistémica e coletiva às ligações inextricáveis entre as alterações climáticas, as crises da água e a perda de biodiversidade. Deve ser dada prioridade à proteção dos recursos hídricos e da biodiversidade, uma vez que são cruciais para as estratégias climáticas.</p>
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