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	<title>África,ambiente,Ásia,Bancos/Finanças,Comércio,Economia,investimento,Japão,Negócios,Política Externa,MBC &#8211; Portuguese-Language ForeignAffairs</title>
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		<title>Perspetivas Económicas em África 2023: Países asiáticos desafiados a investir mais em África como uma terra de oportunidades</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 19:47:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MIL OSI &#8211; SEJONG, República da Coréia, 13 de julho 2023/APO Group/ &#8212; África oferece enormes oportunidades aos investidores asiáticos. Os países asiáticos e os seus setores privados fariam bem em voltar a sua atenção para África, recomenda o Economista-Chefe do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://www.AfDB.org/pt), Kevin Urama. O desafio de Urama foi lançado ... <a title="Perspetivas Económicas em África 2023: Países asiáticos desafiados a investir mais em África como uma terra de oportunidades" class="read-more" href="https://portuguese-language.foreignaffairs.co.nz/2023/07/14/african-economic-outlook-2023-opportunities-abound-for-asian-investors-in-africa-experts/" aria-label="Read more about Perspetivas Económicas em África 2023: Países asiáticos desafiados a investir mais em África como uma terra de oportunidades">Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milnz.co.nz/mil-osi-aggregation/" target="_blank" rel="nofollow noopener">MIL OSI</a> &#8211; <span>SEJONG, República da Coréia, 13 de julho 2023/APO Group/ &#8212;</span></p>
<p>África oferece enormes oportunidades aos investidores asiáticos. Os países asiáticos e os seus setores privados fariam bem em voltar a sua atenção para África, recomenda o Economista-Chefe do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://www.AfDB.org/pt), Kevin Urama. O desafio de Urama foi lançado num seminário coorganizado com o Instituto Coreano de Política Económica Internacional (KIEP), a 12 de julho de 2023, em Sejong-Si, na Coreia, relativamente à edição de 2023 do relatório sobre as <em>Perspetivas Económicas Africanas (https://apo-opa.info/3Djg60B)</em>.</p>
<p>&#8220;Convido os investidores e os governos da Ásia a verem a África não como uma terra distante, mas como um continente cheio de oportunidades&#8221;, exortou Urama, que é também Vice-Presidente responsável pela Governação Económica e Gestão do Conhecimento. Urama baseou as suas recomendações nos dados da última edição do relatório ‘<em>African Economic Outlook’</em>, um dos principais relatórios do Grupo Banco. Todos os anos, esta publicação muito aguardada analisa as economias dos 54 países africanos e apresenta as suas projeções.</p>
<p>Apesar dos muitos choques importantes que África sofreu nos últimos anos, desde a pandemia de Covid-19 aos efeitos das alterações climáticas e à invasão da Ucrânia pela Rússia, o continente está a revelar-se bastante resistente: Depois de atingir 3,8% em 2022, a sua taxa de crescimento deverá subir para 4,1% em 2023 e 2024, ultrapassando a média mundial de 2,9% e a da Europa de 1,1%, prevê o economista-chefe, estimando que apenas a Ásia terá um crescimento superior, de 4,3%.</p>
<p>&#8220;África deve desempenhar um papel fundamental na transição ecológica, uma vez que contém 60% das terras aráveis não utilizadas do mundo e os minerais necessários para o crescimento verde. Trata-se de oportunidades de desenvolvimento sustentável e de investimento. É terra virgem e é fácil construir infraestruturas com baixas emissões de carbono sem ter de gastar muito dinheiro&#8221;, acrescentou Urama.</p>
<p>Para concretizar estas oportunidades, os investidores asiáticos têm de olhar para além das imagens estereotipadas de África. &#8220;Em África, tivemos a Covid, tivemos crises, tivemos conflitos, é verdade, mas isso é apenas uma parte da história&#8221;, sublinhou o Diretor Executivo do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento para o Canadá, China, Coreia do Sul, Kuwait e Turquia, Edmond Wega.</p>
<p>Wega apelou à Ásia para que aproveite as crises e as transforme em oportunidades. &#8220;O continente asiático deve utilizar as suas tecnologias e conhecimentos para forjar uma relação vantajosa para todos com África, trabalhando com as regiões, os países e o Banco Africano de Desenvolvimento, para alcançar uma convergência de interesses, de modo a que os sonhos se tornem realidade&#8221;, apelou.</p>
<p>O vice-presidente do KIEP, Sung-Chun Jung, concorda. &#8220;África tem potencial para ser um futuro mercado de oportunidades para o crescimento verde, com a sua população em rápido crescimento e abundantes energias renováveis e recursos minerais&#8221;, insistiu. A comunidade internacional deve apoiar fortemente os esforços dos países africanos na luta contra as alterações climáticas, nomeadamente através de financiamento, transferência de tecnologia e reforço das capacidades&#8221;, afirmou o diretor do KIEP. O setor privado, acrescentou, deve desempenhar um papel mais importante para colmatar o défice de financiamento que está a afetar a mobilização de fundos dedicados à luta contra as alterações climáticas.</p>
<p>A apresentação do relatório foi seguida de uma mesa-redonda em que participaram Hong Miao, perita em energia e diretor de programas do Instituto de Recursos Mundiais da China; Sungbae An, diretor do Departamento de Macroeconomia e Finanças Internacionais do KIEP; e Kohji Mitomori, diretor do Gabinete de Alterações Climáticas do Departamento de Ambiente Global da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA). Munsu Kang, investigador associado do KIEP, moderou os debates.</p>
<p>Miao sublinhou que as empresas e os investidores chineses estão dispostos a trabalhar com outros países da OCDE para investir e participar no desenvolvimento económico em África, especialmente nas áreas do crescimento verde e das energias renováveis. &#8220;Um grande número de investidores privados chineses já está presente em África e os bancos multilaterais de desenvolvimento também devem desempenhar um papel, porque existem muitas oportunidades inovadoras para envolver mais investidores privados. É preciso fazer esforços de ambos os lados, da Ásia e de África&#8221;, afirmou, depois de apresentar um estudo sobre a apetência dos investidores chineses por África, nomeadamente no domínio das energias renováveis.</p>
<p>Apostando numa descida das taxas de inflação internacionais &#8220;num futuro não muito distante&#8221;, Sungbae An referiu-se às projeções económicas do KIEP, que preveem um crescimento de 3,7% em 2023 na África Subsariana. &#8220;Um dos principais problemas que identificámos é a inflação, que resulta do aumento dos preços dos alimentos e das matérias-primas, da pressão exercida pelo aumento das taxas de câmbio e da agitação política&#8221;.</p>
<p>Kohji Mitomori confirmou o interesse crescente das empresas japonesas em investir em energias renováveis em África. Sublinhou que o Japão irá duplicar a sua contribuição para a adaptação climática até 2030. &#8220;Em África, estamos a tentar concentrar-nos no desenvolvimento urbano com baixo teor de carbono, na resiliência às alterações climáticas, na avaliação dos riscos climáticos, num sistema de alerta precoce e na preservação das florestas e da natureza&#8221;, afirmou Kohji Mitomori.</p>
<p>Este foi o quarto ano consecutivo em que o relatório sobre as <em>Perspetivas Económicas Africanas</em> foi apresentado na Ásia. O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento tem um Gabinete de Representação Externa para a Ásia, com sede no Japão.</p>
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