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		<title>Costa do Marfim: Banco Africano de Desenvolvimento pretende reforçar o desenvolvimento das infraestruturas e das cadeias de valor industriais e agrícolas entre 2023 e 2028</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 16:47:15 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milnz.co.nz/mil-osi-aggregation/" target="_blank" rel="nofollow noopener">MIL OSI</a> &#8211; <span>ABIDJAN, Costa do Marfim, 28 de agosto 2023/APO Group/ &#8212;</span></p>
<p>O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org/pt) aprovou o Documento de Estratégia Nacional (CSP) (https://apo-opa.info/3PdfmB8) 2023-2028 para a Costa do Marfim, a 3 de julho de 2023, em Abidjan. O Banco planeia concentrar as suas ações em duas prioridades nos próximos cinco anos: desenvolver infraestruturas sustentáveis para apoiar a competitividade económica e fortalecer a integração regional, e apoiar o desenvolvimento de cadeias de valor industriais e agrícolas para o crescimento inclusivo.</p>
<p>&#8220;O objetivo geral do CSP 2023-2028 do Banco para a Costa do Marfim, que reforça e se baseia no do período 2018-2022, é acelerar a diversificação económica e a transformação estrutural da economia da Costa do Marfim, a fim de tornar o crescimento mais inclusivo, sustentável e resiliente aos choques&#8221;, explicou Joseph Ribeiro, Diretor-Geral Adjunto do Banco Africano de Desenvolvimento para a África Ocidental.</p>
<p>No primeiro domínio prioritário, o objetivo é apoiar os esforços para acelerar a transformação estrutural da economia da Costa do Marfim através da construção de infraestruturas sustentáveis e resistentes às alterações climáticas. Assim, o Banco intensificará os seus esforços para desenvolver o setor rodoviário da Costa do Marfim através do programa de abertura das zonas transfronteiriças e agrícolas (https://apo-opa.info/3QYGpRY), bem como de vários projetos multinacionais (Burquina Faso-Costa do Marfim-Mali, Abidjan-Acra-Lomé-Cotonou-Lagos).</p>
<p>Assim, serão reabilitados 209 quilómetros de estradas e 46 quilómetros de caminhos rurais, para além da construção de postos de controlo justapostos em Prollo, Ninguni e Gbapleu (no oeste do país). Esta medida permitirá reduzir o tempo médio de viagem dos veículos, de 9 para 3 horas, nas estradas do Programa de Abertura das Zonas Transfronteiriças (fases 1 e 2) e da componente costa-marfinense do Programa Rodoviário da União do Rio Mano. O custo médio de exploração dos veículos também será reduzido de 3,08 dólares por quilómetro para 0,81 dólares por quilómetro.</p>
<p>As ações do Banco contribuirão para a ambição da Costa do Marfim, uma das economias mais dinâmicas de África, de se dotar de 9.500 quilómetros de estradas alcatroadas (o número atual de estradas pavimentadas é de 7.500 quilómetros) e de melhorar a percentagem de estradas pavimentadas em bom estado, de 34% para 74%.</p>
<p>No setor da energia, o Banco contribuirá para melhorar o acesso a uma energia fiável e de baixo custo, para que a Costa do Marfim possa concretizar a sua ambição de se tornar um dos principais mercados energéticos da África Subsariana até 2030. O plano consiste em alargar e densificar as redes de distribuição nas zonas periurbanas, reforçar a rede de transporte de eletricidade para aumentar a sua capacidade de distribuição e ligação de novas unidades de produção.</p>
<p>Desta forma, o Banco ajudará a Costa do Marfim a aumentar a percentagem da sua população com acesso à eletricidade, de 95,1% para 100%. A contribuição das energias renováveis para o cabaz energético deverá aumentar de 37,1% para 41%.</p>
<p>No que se refere ao segundo eixo prioritário, o Banco tenciona apoiar a aceleração da transformação estrutural do setor agroindustrial para garantir a segurança alimentar, através da melhoria sustentável da produtividade agrícola e da transformação dos produtos agrícolas e da pesca. A estratégia do Banco passa por melhorar de forma sustentável a produtividade e a competitividade das cadeias de valor agrossilvopastoris e pesqueiras prioritárias (arroz, milho, mandioca, castanha de caju, carne, manga, horticultura comercial, aquicultura) e reduzir a pobreza nas zonas rurais.</p>
<p>A execução deste eixo permitirá aumentar a taxa de segurança alimentar e nutricional das famílias, de 22% para 32%, e aumentar a produção dos produtos agrícolas visados (arroz, milho, mandioca) em 13,1%.</p>
<p>Em 31 de março de 2023, a carteira ativa do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento na Costa do Marfim incluía 45 operações com um financiamento de 2,42 mil milhões de dólares, repartidas da seguinte forma: transportes (44%), energia (23%), agricultura (18%), governação (4,7%), social (5%), finanças (2%), água e saneamento (2%) e indústria (1%).</p>
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