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	<title>África,africano de Desenvolvimento,agricultura,Bancos/Finanças,eletricidade,energia,Eventos / Assessoria de Imprensa,Política Externa,República da Coréia,tecnologia,MBC &#8211; Portuguese-Language ForeignAffairs</title>
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		<title>Coreia e África unem-se para mobilizar mais financiamento e tecnologia para alcançar o acesso universal à energia e fazer de África o celeiro do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 17:47:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[MIL OSI &#8211; BUSAN, República da Coréia, 13 de setembro 2023/APO Group/ &#8212; A 7ª Conferência Ministerial da Cooperação Económica Coreia-África (KOAFEC) foi inaugurada na segunda maior cidade da Coreia, Busan, na quarta-feira, com um forte apelo a recursos adicionais para ajudar os países africanos a alcançar o acesso universal à energia e transformar o ... <a title="Coreia e África unem-se para mobilizar mais financiamento e tecnologia para alcançar o acesso universal à energia e fazer de África o celeiro do mundo" class="read-more" href="https://portuguese-language.foreignaffairs.co.nz/2023/09/14/korea-and-africa-rally-additional-finance-and-technology-for-universal-energy-access-and-to-make-africa-worlds-breadbasket/" aria-label="Read more about Coreia e África unem-se para mobilizar mais financiamento e tecnologia para alcançar o acesso universal à energia e fazer de África o celeiro do mundo">Read more</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milnz.co.nz/mil-osi-aggregation/" target="_blank" rel="nofollow noopener">MIL OSI</a> &#8211; <span>BUSAN, República da Coréia, 13 de setembro 2023/APO Group/ &#8212;</span></p>
<p>A 7ª Conferência Ministerial da Cooperação Económica Coreia-África (KOAFEC) foi inaugurada na segunda maior cidade da Coreia, Busan, na quarta-feira, com um forte apelo a recursos adicionais para ajudar os países africanos a alcançar o acesso universal à energia e transformar o continente no celeiro do mundo.</p>
<p>A conferência surge numa altura em que África se debate com uma série de desafios. Cerca de 600 milhões de africanos não têm acesso à eletricidade. Além disso, 283 milhões de pessoas passam fome. Este número foi agravado pela guerra russo-ucraniana, pelos efeitos persistentes da COVID-19 e pelas alterações climáticas.</p>
<p>É por isso que a Coreia e África concordaram em aprofundar a sua cooperação, colocando uma ênfase muito maior no investimento mutuamente benéfico.</p>
<p>O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e o Ministério da Economia e das Finanças da República da Coreia são coanfitriões da conferência de três dias subordinada ao tema &#8220;<em>Abraçar um futuro sustentável: Transição Energética Justa e Transformação Agrícola em África</em>&#8220;, duas prioridades de desenvolvimento fundamentais para África.</p>
<p>O Vice-Primeiro-Ministro e Ministro da Economia e das Finanças da Coreia, Kyungho Choo, sublinhou o papel crucial que a Coreia e África devem desempenhar na evolução da comunidade internacional. Referiu a força da Coreia em termos de tecnologia e inovação, e afirmou que África tem grandes oportunidades enquanto futuro mercado e base industrial do mundo.</p>
<p>&#8220;Juntos, os nossos dois mundos podem tornar-se a rocha mais sólida da solidariedade&#8221;, afirmou na reunião, sublinhando a necessidade de África e a Coreia reforçarem a cooperação.</p>
<p>No seu discurso de abertura, o Presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, Akinwumi Adesina, exortou os delegados a aproveitarem a conferência como uma oportunidade crítica para galvanizar o apoio à concretização do acesso universal à energia em África, promover uma transição energética justa e transformar o continente no celeiro do mundo.</p>
<p>&#8220;Para tal, serão necessários recursos adicionais&#8221;, afirmou Adesina, apontando a redistribuição prevista de Direitos Especiais de Saque (SDR) para o Banco Africano de Desenvolvimento como a chave para atrair recursos adicionais para o desenvolvimento de África.</p>
<p>O presidente do Banco exortou a Coreia a juntar-se a outros países que manifestaram grande interesse na reafetação dos SDR ao Grupo Banco Africano de Desenvolvimento.</p>
<p>&#8220;Isto vai ‘virar o jogo’ para o desenvolvimento de África&#8221;, afirmou Adesina.</p>
<p>Choo resumiu as áreas prioritárias de apoio da Coreia a África como &#8220;ABC&#8221; – agricultura, biosaúde e alterações climáticas, bem como transição energética. Afirmou que a Coreia também planeia aumentar significativamente a sua ajuda pública ao desenvolvimento.</p>
<p>&#8220;Em cooperação com o Banco Africano de Desenvolvimento, a Coreia tem apoiado projetos energéticos para o desenvolvimento sustentável de África. Estamos também a trabalhar no sentido de apoiar o crescimento de África, tal como previsto nas cinco prioridades estratégicas de desenvolvimento (conhecidas como High 5) do Banco Africano de Desenvolvimento. Como um verdadeiro parceiro, a Coreia continuará a apoiar o desenvolvimento de África&#8221;, afirmou Choo.</p>
<p>Adesina descreveu a conferência KOAFEC como uma boa oportunidade para discutir o progresso das relações entre a Coreia e África, os desafios e oportunidades de desenvolvimento em África, e para continuar a trabalhar em conjunto para acelerar o crescimento e o desenvolvimento de África.</p>
<p>&#8220;África deve ser a solução para alimentar o mundo, uma vez que possui 65% das terras aráveis não cultivadas do mundo&#8221;, afirmou aos delegados. &#8220;O que África fizer com a agricultura irá, portanto, determinar o futuro da alimentação no mundo.&#8221;</p>
<p>Adesina elogiou o governo coreano pela sua iniciativa K-Rice Belt, que visa ajudar a produzir 30 milhões de toneladas de arroz em oito países africanos.</p>
<p>A iniciativa alinha-se com a estratégia Alimentar Africa, do Banco Africano de Desenvolvimento, e com os resultados da Cimeira de Dacar 2, através da qual a instituição se esforça por ajudar África a alcançar a autossuficiência alimentar no prazo de cinco anos.</p>
<p>O projeto do K-Rice Belt também tem semelhanças com o projeto emblemático do Banco <em>Tecnologias para a Transformação da Agricultura Africana</em> (TAAT). O Compacto do Arroz TAAT continua a colaborar com a Iniciativa de Cooperação Coreia-África para a Alimentação e a Agricultura (KAFACI) através do <em>AfricaRice</em>. A TAAT apoia a rede de 13 países africanos da KAFACI através de workshops, planeamento conjunto e interação regular.</p>
<p>Por seu lado, o Banco Africano de Desenvolvimento lançou um programa de arroz de 650 milhões de dólares para ajudar 15 países africanos a produzir 53 milhões de toneladas de arroz até 2025.</p>
<p>&#8220;Isto representa uma excelente oportunidade para a Coreia trabalhar em conjunto com o Banco Africano de Desenvolvimento numa iniciativa pan-africana de produção de arroz&#8221;, acrescentou o presidente do Banco.</p>
<p>O Banco Africano de Desenvolvimento está a preparar uma operação regional para financiar o Desenvolvimento Regional de Cadeias de Valor Resilientes para o Arroz (REWARD) na África Ocidental, através da qual disponibilizará 650 milhões de dólares aos 15 países membros da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.</p>
<p>O objetivo do REWARD é duplicar as colheitas e os rendimentos em 750 mil hectares de terras irrigadas. Serão beneficiados um milhão de produtores de arroz, 30% dos quais são mulheres. A iniciativa espera aumentar a produção total de arroz para 10,5 milhões de toneladas por ano ou 53 milhões de toneladas até ao final do programa quinquenal, em 2028.</p>
<p>O Banco Africano de Desenvolvimento aguarda com expectativa a oportunidade de trabalhar em estreita colaboração com a K-Rice Belt neste importante programa.</p>
<p>A Coreia tem sido um apoiante forte e consistente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento. A Coreia apoiou fortemente o aumento geral de capital do Banco em 2019, efetuando as suas três primeiras subscrições de capital.</p>
<p>A Coreia também se comprometeu a contribuir com 105 milhões de dólares para a 16.ª reconstituição do Fundo Africano de Desenvolvimento, o montante mais elevado de sempre.</p>
<p>O Fundo Fiduciário da Coreia e o Quadro de Investimento em Energia Coreia-África, no valor de 600 milhões de dólares, apoiarão África na criação de capacidades humanas e no desenvolvimento do seu setor energético.</p>
<p>Adesina observou que, para cumprir os seus ODS até 2030, África necessita de um investimento de 2,3 biliões de dólares. Destacou ainda que um obstáculo significativo é o acesso limitado à eletricidade, um bem ainda fora do alcance de quase 600 milhões de pessoas.</p>
<p>Adesina disse que desde que o Banco Africano de Desenvolvimento lançou seu Novo Acordo sobre Energia para a África em 2016, muitos progressos foram feitos, com a percentagem de africanos com acesso à eletricidade a aumentar, de 35% para 56%, mas acrescentou que ainda havia muito a fazer.</p>
<p>&#8220;Para alcançar o acesso universal à eletricidade, temos de acrescentar 90 milhões de pessoas por ano até 20230&#8221;, explicou o presidente do Banco Africano de Desenvolvimento. &#8220;Também temos de acrescentar 130 milhões de pessoas por ano para alcançar o acesso universal a energia limpa para cozinhar&#8221;, disse Adesina.</p>
<p>África tem um enorme potencial de energia renovável, incluindo 11 TW de energia solar – o maior do mundo – dos quais apenas um por cento foi utilizado. Adesina disse ainda que o Banco Africano de Desenvolvimento investiu fortemente em energias renováveis, com a quota de energias renováveis na sua carteira de produção de energia a situar-se atualmente em 87%.</p>
<p>Adesina acrescentou, no entanto, que é impossível fornecer acesso universal à eletricidade para África contando apenas com as energias renováveis devido à sua elevada intermitência e variabilidade, que afeta negativamente a fiabilidade para uso industrial.</p>
<p>&#8220;Ao pensarmos na transição para uma energia justa, não deve ser negada a África a oportunidade de utilizar o seu gás natural, que agora tem em abundância devido a novas descobertas. Se o fizermos, não estaremos a agravar a crise climática. Pelo contrário, isso reduzirá as emissões em África&#8221;, afirmou Adesina.</p>
<p>Adesina disse à audiência que o Banco Africano de Desenvolvimento está a participar nas Parcerias para a Transição Energética Justa na África do Sul e no Senegal (2,5 mil milhões de dólares) com a União Europeia, os Estados Unidos, o Reino Unido, a Alemanha e a França.</p>
<p>Ele disse que o Banco apoia as Parcerias de Energia Justa da África do Sul através de um mecanismo de garantia de mil milhões e dólares do Reino Unido, acrescentando que o Banco também apoiou os esforços para desenvolver mais projetos financiáveis através do seu Mecanismo de Preparação de Projetos da NEPAD e do Africa50.</p>
<p>&#8220;O futuro de África é brilhante. E será ainda mais brilhante com uma forte parceria com a Coreia do Sul. Vamos juntos acelerar o crescimento e o desenvolvimento de África. Vamos ter sucesso juntos&#8221;, disse o diretor do Banco Africano de Desenvolvimento, ao concluir a sua intervenção.</p>
<p>O Dr. Hwang-yong Kim, Diretor-Geral do Gabinete de Cooperação Tecnológica da Administração para o Desenvolvimento Rural da Coreia, indicou que havia todos os motivos para confiar que os países africanos poderiam imitar a trajetória de desenvolvimento bem-sucedida da Coreia. Explicou que, na década de 1960, após a Guerra da Coreia, o país era uma das nações mais pobres do mundo – a Coreia chegou mesmo a receber assistência de alguns países africanos, disse anteriormente o Dr. Adesina. Kim observou que, graças à sua agricultura transformadora, a Coreia tornou-se, desde então, uma das maiores economias do mundo.</p>
<p>A 7ª Conferência Ministerial KOAFEC reúne trinta e três ministros das finanças africanos e diretores executivos do Banco Africano de Desenvolvimento em representação dos países membros africanos, embaixadores africanos, líderes de instituições pan-africanas e de várias organizações não-governamentais, bem como diretores executivos africanos e líderes do setor privado coreano.</p>
<p>Na década de 1960, após a Guerra da Coreia, a Coreia era um dos países mais pobres do mundo. Nessa altura, recebeu assistência de alguns países africanos. Através da sua agricultura transformadora, a Coreia tornou-se, desde então, o 12º maior país do mundo.</p>
<p><strong>&#8211; Discurso do Dr. Akinwumi Adesina (https://apo-opa.info/3sXPfFs)</strong></p>
<p>&#8211; Vídeo de abertura (https://apo-opa.info/3PDsQGD)</p>
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