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Moody’s sobe rating de Portugal para grau de investimento e DBRS mantém grau de investimento e perspetiva estável

Published By   /   October 13, 2018  /   Comments Off on Moody’s sobe rating de Portugal para grau de investimento e DBRS mantém grau de investimento e perspetiva estável

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A dívida portuguesa volta, pela primeira vez desde 2011, a ter classificação de investimento pelas quatro principais agências de rating internacionais. A agência Moody´s subiu hoje a notação da dívida soberana para Baa3 com outlook estável. Também hoje a DBRS confirmou o rating da dívida pública portuguesa em grau de investimento, mantendo o outlook estável.

Na avaliação divulgada hoje, a Agência Moody’s reconhece o esforço de consolidação orçamental, a sustentabilidade da dívida pública e as perspetivas sólidas para o crescimento económico português, classificando a dívida portuguesa com o grau de “investimento”.

A dívida portuguesa volta a ter classificação de investimento, 7 anos após a Agência Moody’s ter descido a notação da dívida para o nível de “lixo”, na sequência do início Programa de Assistência Económica e Financeira.

Na mesma linha, a DBRS salienta que os riscos da dívida portuguesa são equilibrados, valorizando o crescimento económico acima da média da zona euro e a trajetória descendente da dívida, do défice e do nível de crédito malparado no sistema bancário.

Hoje, pela primeira vez desde julho de 2011, as quatro principais agências de notação financeira atribuem à divida portuguesa o grau de “investimento”. É o reconhecimento por parte das agências de notação financeira das transformações estruturais na economia e na gestão responsável das contas públicas. A avaliação positiva das agências de notação financeira contribui para alargar e diversificar a base de investidores e reduzir os custos de financiamento das famílias, empresas e do Estado.

O Governo prosseguirá a estratégia que definiu, através de um orçamento equilibrado para 2019, com o objetivo de reforçar a resiliência das contas públicas e da economia portuguesa para os anos futuros, reforçando a confiança dos portugueses e dos investidores. Este é o caminho para assegurar um crescimento sustentável, inclusivo e que cria emprego de qualidade.

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